Reykjavík Lights Hotel - Ótima hospedagem na capital islandesa

13.11.17

Nossa segunda hospedagem em Reykjavík, depois das duas noites iniciais no Oddsson Ho(s)tel, foi no lado oposto da cidade, no leste da capital islandesa. O hotel escolhido para essa segunda etapa da viagem foi o ótimo Reykjavík Lights Hotel.  Para começar, uma dica que dou se você, assim como nós, pretende dividir a viagem em mais de uma hospedagem, é deixar a melhor para o final. Sendo assim, correndo tudo certo, é bem provável que você termine a viagem com saldo positivo em termo de hospedagem. Do hostel para esse hotel foi inegável o upgrade, sobretudo no quesito conforto. 



Check-in e simpatia

Chegamos ao Lights já na hora prevista para o check-in e todo o procedimento foi feito de forma rápida e simpática. Nossa diária, que custou 190 euros para o casal, já incluía café da manhã, só que no dia seguinte sairíamos cedo para um passeio e não daria para fazer a refeição no hotel. Avisamos na recepção sobre o imprevisto, eles fizeram uma pequena anotação e pediram para que, antes de sairmos de manhã cedo, passássemos por lá para pegar um lanche. Já achamos simpático daí, desde o primeiro momento. 

Quarto e história

Os quartos, assim como toda a decoração do hotel, segue o estilo minimalista escandinavo, com referência clara ao antigo calendário islandês – baseado em solstícios e equinócios, onde cada um dos 12 meses tinha exatos 30 dias, com um ”mês” extra de 4 dias no meio do verão. Dá pra ler algo muito superficial sobre o tema nesse link (em inglês). Voltando à decoração, que era clara e limpa por toda a extensão do hotel, chegamos ao nosso quarto, localizado no segundo andar, no mês chamado Þorri, que correspondia ao quarto mês do inverno segundo o calendário antigo. 




       



O cômodo duplo, que tem informação de design, é espaçoso e conta com cama queen-size, luz de cabeceira, assim como tomadas, poltronas, aquecedor, tv com canais a cabo, mesa de trabalho, manta de lã islandesa, roupões, chinelos e chaleira elétrica, além de quadros e almofadas com imagens que remetiam ao país. Achei simples, bonito e aconchegante. O banheiro também tinha um bom espaço e assim como o quarto, estava limpo. A ducha era direta, estilo nuvem, o que proporciona um banho gostoso. Achei que, pelo porte do hotel, ali cabiam amenities individuais em miniatura ao invés daqueles tubos maiores com um mesmo líquido para todos os fins, mas nada que comprometesse a experiência em si. 

Café da manhã e gentileza

Depois de uma bela noite de sono, ao acordarmos cedo e passar pela recepção como nos foi recomendado, recebemos duas sacolinhas de papel pardo com um lanchinho dentro. Suco de caixinha, uma maçã verde e um sanduíche com frios, ovos cozidos e legumes, bem fresquinho. Parecia um lanche que a minha mãe havia preparado. Achei de uma delicadeza ímpar. Seguimos bem contentes para o nosso dia de aventuras pela Islândia.


Já após a segunda noite pudemos realmente provar o farto café da manhã do Lights by Keahotels e, se você gosta da primeira refeição do dia, recomendo que desça com tempo, pois o buffet é farto e você vai querer provar de tudo um pouco. Frutas picadas e inteiras, iogurtes, cereais, sucos, uma excelente seleção pâtisserie, frios, além de comidas quentes como ovos, bacon, feijão, salsichas e pães. Destaque, sem dúvida, para o rúgbrauð, o pão de centeio escuro e levemente adocicado tradicional no país. Delicioso! 

Conclusão

Foi muito acertado dividir a nossa estada na Islândia em duas etapas, assim temos como gerar conteúdo para mais estilos de viajantes e tirar conclusões mais precisas acerca dos tipos de hospedagem. A gente já falou que o país não é um destino com opções baratas, e isso também se reflete na hora da dormida. E o que vai diferir aqui realmente é mais o seu estilo de viagem do que o seu orçamento. Entre o hostel que ficamos no começo da viagem e o Reykjavík Light Hotel estão apenas 30 euros de diferença e aí incluímos banheiro privado, café da manhã, quarto amplo e com personalidade. Mas, no final, é você quem decide.


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