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16.1.13

Sorveterias Tradicionais do Brasil


Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida, além de viajar, é sorvete! E quando tenho a possibilidade de sair por aí atrás de um novo sabor geladinho o negócio fica melhor ainda.

Já tive a oportunidade de provar muita coisa boa. Algumas dessas dicas estão soltas aqui pelo blog, mas nesse verão me deu vontade de reunir tudo em um só lugar. Assim, quando aparecer alguma novidade, eu vou alimentando esse post e a gente vai criando um guia-gelado-sensação-delícia. O que vocês acham?

Já começo com 3 pra ninguém botar defeito.

Direto de Belém do Pará vem a famosa Cairu que, no calor dessa cidade que tanto gosto, uma bola cai bem a qualquer momento. Minha paixão: Sorvete de Castanha do Pará. É de chorar!


14.10.11

Belém: comidinhas


As comidinhas de Belém são um caso à parte, meu deus. Acho que dos pontos turísticos deu para ver quase tudo, mas as comidas não deu para provar tudo, não.  Só de lembrar dessa falta de tempo me dá pena. Mas vou deixar de falar do que não deu para comer e vamos ao que interessa, no caso, o que deu!

Na fase do planejamento eu tomei a liberdade de escrever para o diretor de conteúdo do site belemdopara.com.br, Antonio Mokarzel, e ele muito solícito, me passou inúmeras dicas. Vou confessar que a cervejaria Amazon Beer na Estação das Docas me chamou logo a atenção e entrou rapidinho no roteiro. Chopp geladíssimo de fabricação própria (de R$ 4,10 a R$ 5,80), nós provamos os Amazon River, Red, Forest e o perfumado Amazon Bacuri. Todos aprovadíssimos! O petisco não poderia ser melhor: bolinhos de camarão (R$ 28,00 - 8 unidades). Mas daqueles bolinhos honestos, repletos de camarões. Tão honesto que tirei a foto do bolinho aberto para provar a fartura camarônica.




Também foi do Antônio a dica do Spazzio Verdi (R$ 44,90/ kg), também na Estação. Esse palpite foi reforçado pelos nossos cicerones na cidade, parentes do marido. Foi lá que nós almoçamos e provamos de tudo um pouco. Dá água na boca só de lembrar da variedade de pratos que o restaurante oferece. Primeiríssima qualidade. Lá eu comi a farofa mais crocante da minha vida. Sem falar em mais um derrame de camarões. É eu gosto de camarão!


O Boteco das Onze, na Casa das Onze Janelas, foi dica do meu pai. Dica boa, do jeito que eu gosto, um barzinho gostoso às margens da Baía do Guajará. Agitadíssimo à noite, com fila de espera e tudo mais. No entanto, nós chegamos numa hora boa e conseguimos uma mesa ótima e do lado de fora, mas o boteco tem ambientes para todos os gostos. A caipirinha veio no capricho e arrematamos com uma empadinha, não preciso dizer o sabor da empada, né?


Para provar um autêntico tacacá perguntamos ao taxista uma tacacazeira que ele recomendava. Após 10 minutinhos estávamos no disputado Tacacá do Renato (R$ 7,00) munidos de cuias e bebericando um líquido amarelo fumegante coroado com camarões salgados. Excelente!


Uma dica que foi unanimidade da turma toda foi o famosíssimo sorvete  da Cairu (R$ 3,50/bola), nessa devo confessar que nós fomos duas vezes. Sorvete de cupuaçu, castanha do pará e tapioca foram os eleitos do fim de semana. Uma perdição só! 



Belém merece várias visitas, várias mesmo, divididas entre passeios culturais e passeios gastronômicos. Se alguém me disser que foi em Belém só comeu e não conheceu nada eu vou compreender totalmente, porque a comida paraense é irresistível. Mas você só vai saber o que tou falando no dia que provar, vai por mim!

26.9.11

Belém: Estação das Docas


Quando você pergunta a alguém sobre onde ir em Belém a resposta é certeira: Estação das Docas. Sempre ouvi muito meu pai falar das docas como um espaço incrível revitalizado que abriga vários restaurantes e bares, mas sem ver com os próprios olhos fica até difícil de imaginar.

Só chegando lá pude ver o quão bem pensado e agradável é o lugar. Ele foi inaugurado nos anos 2000 e ocupa o espaço do antigo porto da cidade, às margens da Baía do Guajará. Os 32 mil metros quadrados de área são divididos em 3 galpões imensos, e esses, por sua vez, foram batizados como Boulevard 1, 2 e 3. Cada Boulevard abriga uma finalidade: arte, gastronomia e feiras e exposições. O ambiente é climatizado, organizado e oferece uma vasta gama de bares e restaurantes. A hora do almoço é bem concorrida por lá, mas as docas fervem à noite mesmo, quando a temperatura fica um pouco mais amena e a brisa que vem da baía nos convida para sentar e apreciar um bom chopp. 

O sistema de som é genial! Eles utilizam uma espécie de trilhos que ficam sob uma plataforma no segundo andar, a banda, que está nessa plataforma, passa a percorrer toda a extensão do Bulevard quando os trilhos entram em movimento. Muito legal. 









O pôr-do-sol nas docas é um show a parte, pena que algumas nuvens atrapalharam nossa vista. Bom, já deu pra perceber que a qualquer hora do dia que você for à Estação das Docas será surpreendido por algo especial, não é? Esse post é só um aperitivo sobre esse espaço para primeiro mundo nenhum botar defeito. 


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