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10.4.13

Peixaria - Bar e Venda


Durante o feriado da Páscoa, dando aquela olhada marota no instagram, vi uma foto publicada pela Lady Rasta que me chamou a atenção. Filtrei a tag do lugar e fui ficando cada vez mais curiosa e fui envolvendo o marido nessa.

Domingo decidimos nos aventurar e sair para almoçar/jantar no Peixaria – Bar e Venda. Só em saber de antemão que lá deve ser o único lugar de São Paulo que vende caranguejo, já me deu um aperto no coração. Antes de sair de casa, porém, resolvemos averiguar o histórico do local. Para nossa surpresa, o Peixaria foi inaugurado em fevereiro. Para ser mais precisa, desde o dia 02/02, dia de Iemanjá, ou seja, brand new...

Chegando lá constatamos o que estava nas fotos. O lugar é charmosinho pacas! Uma típica venda do nordeste. A emoção foi tomando conta a cada descoberta, badoque, pipocas gravatá, diplink, manteiga de garrafa, canecas de ágata, candeeiros e uma infinidades de outros itens compõem a decoração e estão à venda. Coisa linda. A uma hora de espera foi tempo de sobra para fitar todo o ambiente. Vale salientar que existe um funcionário dedicado a esse quebra-cabeça das mesas, que faz questão de nos deixar a par da nossa situação. Aprovei. No entanto, o atendimento é meio conturbado, não sei se pela quantidade de clientes ou pela falta de estrada rodada. Me foi dito que nos dias de semana é bem mais sossegado e, assim, mais eficiente.


3.4.13

Salinas do Maragogi - All Inclusive


Todo mundo já deve estar careca de saber o significado dessas duas palavrinhas mágicas. Aos que não estão, explico: Em tradução livre quer dizer “tudo incluso”. E lá no Salinas do Maragogi é assim mesmo, todas as bebidas e refeições estão inclusas no valor da diária. Café da manhã, lanches, petiscos, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite serão os momentos onde dá pra fazer uma boquinha. Ou seja, o tempo inteiro.

Área do resort que abriga também o Restaurante Galés

7.1.13

Splendour of the Seas - Gastronomia


As opções gastronômicas a bordo do Splendour of the Seas são inúmeras e, num mini cruzeiro de 3 noites, é preciso uma boa dose de organização para poder aproveitar tudo da melhor forma possível.

O dia começa muitíssimo bem após um reforçado café da manhã no Windjammer Café. Frutas, pães, cereais, bolos, biscoitos, frios, ovos, omeletes feitas na hora, panquecas, waffles, rabanadas, iogurtes, café, leite e chá – tudo isso à vontade e já incluso no valor do pacote. No restaurante do 5º deck é possível tomar um café da manhã com um pouco mais de pompa, servido por garçons, tem até ovos beneditinos no cardápio. Um pequeno luxo. As únicas ressalvas são: o horário nesse restaurante é um pouco restrito – das 8:00 às 10:00 – e você terá que dividir mesa.

Chegando em Búzios - Vista do café da manhã no Windjammer - instagram @aretakis

12.9.12

Onde comer no Rio de Janeiro


Claro que, toda série de posts que se preze aqui do blog, tem que ter dicas de onde comer bem. No Rio de Janeiro não foi diferente, conheci lugares deliciosos tanto para o dia quanto para a noite e aqui vão as minhas dicas:

Primeiro, um clássico desde 1894. Na minha primeira vez na capital fluminense pude me deliciar num almoço na Confeitaria Colombo do Forte de Copacabana, de frente para aquele marzão azul-perfeito. Dessa vez, fomos à matriz, com pompa e tudo mais, saborear um buffet delicioso. Após ficar encantada com todo o requinte do salão, pegamos um pequeno elevador até o primeiro andar e fomos acomodados numa mesa bem posta. No lado oposto ao nosso estavam os buffets de salada, pratos principais e doces, cada um mais vasto que o outro. As comidas que pude provar estavam no capricho, sou suspeita para falar do Bacalhau à Gomes de Sá porque sou louca por bacalhau. Agora, encantadora – e deliciosa – mesmo era a mesa de doces. Tudo delicado e doce na medida certa.

Confeitaria Colombo - considerada um dos 10 cafés mais bonitos do mundo

7.8.12

Onde comer em Curitiba


Curitiba é um lugar maravilhoso para quem busca um turismo comilônico/gastronômico. Cá pra nós, acredito que essa é a modalidade de viagem preferida do blog.  :)

Acho impressionante a fartura de restaurantes, cafés, bares e lanchonetes da cidade. Alguns podem até falar que São Paulo tem uma cena muito maior e, com certeza tem, mas na capital paranaense por ser menor (e não entendam esse menor como pejorativo, e sim, aconchegante) temos tudo muito mais próximo. Ponto para Curitiba! Muitos desses lugares são temáticos, novos e vários outros de grande tradição na cidade. Nessa segunda vez quis evitar voltar aos mesmos lugares de antes, afinal de contas, o objetivo aqui é ter sempre dicas novas e fresquinhas para vocês.

Vamos à comilança, ops, às dicas:

Começo com o Arragui Bistrô Bar, do chef porto-riquenho Raul Carrasquillo e sua cozinha que conta com referências francesa, peruana, mexicana, japonesa e brasileira. Como carro-chefe, entre outros pratos, o espetacular Taco Japonês (6 unidades R$29,00). Para o prato principal eu escolhi um farto Talharim alla vodka com Salmão (R$24,90). A massa veio no ponto e o salmão estava tão macio e suculento que não dava vontade de parar de comer. No entanto, como eu falei anteriormente, o prato é farto e até me arrisco a dizer que um casal sem muita fome divide numa boa.  Para fechar essa refeição real, um aperitivo de 3 sobremesas deliciosas: Bolo Três Leches, Cheesecake de Doce de Leite e Molten de Chocolate servido com sorvete de creme. Todas divinas!


Tacos Japoneses: Massa de guioza no formato de taco recheada com salmão, shoyu, alface e vinagrete da casa

11.7.12

Rota do Acarajé


Há um tempo ouvi falar do Rota do Acarajé, um boteco com cara de boteco mesmo, mesinha na calçada e comida boa. Demorou até a gente se decidir e ir. No domingo feio e frio de inverno resolvemos ver qual era a do boteco. Chegando lá por volta das 15h havia uma fila de espera, pois o ambiente é bem pequeno. Pegamos nossa senha e, enquanto processávamos a ideia de ter caído em mais uma fila de espera, o garçom se antecipou e disse que a gente poderia sentar na mesa para dois que estava na calçada. Aparentemente os clientes estavam fugindo dessa mesa por causa do frio, mas nada que uma senhora caipirinha (R$ 10,00) não resolvesse.



3.7.12

TOP 5 Costa Pacífica - Comidinhas

Tanta coisa aconteceu que eu deixei um pouco de lado os posts do Costa Pacífica. Mas claro que eu não esqueci da série e hoje retomo o TOP 5 mais gostoso de listar. Já falei sobre a Costa Cruzeiros, sobre o navio e sua estrutura e a terceira posição que ficou com o entretenimento. Mas, depois de 24h de diversão, como repor as energias? Comendo, claro!

A bordo dos navios Costa nós temos 5 refeições. Bom, não é bem assim, você pode passar 24h comendo, se quiser (e conseguir). Os 5 restaurantes se revezam e não param de oferecer gostosuras, do café da manhã à tradicional pizza italiana da madrugada, passando pelo cafezinho na perfumada cafeteria, tudo é muito bem servido e organizado. Nos primeiros dias de cruzeiro - e nos horários de pico - ou até os passageiros se situarem, você pode enfrentar algumas filas. Mas nada de cara feia, afinal de contas você está de férias!



14.6.12

Café da Manhã no Aeroporto de Miami


Se você estiver com uma conexão longa programada para ser feita no aeroporto de Miami a dica de hoje é quentíssima. 

Por duas vezes fizemos conexões de pelo menos 4 horas em Miami, só que tirando o tempo de desembarque, imigração, recolher e despachar a mala novamente e reembarcar, sobram pouco menos de 3 horas. Em ambas as vezes pousamos por volta das 6 da manhã, ou seja, depois de feito todo o processo, uma hora boa para tomar um café da manhã e seguir firme até o destino. 

O aeroporto internacional de Miami é enorme e oferece inúmeras opções de alimentação, que vão do sushi ao bom e velho hot dog. Mas como somos fãs de um bom café da manhã, fomos em busca de café e pães quentinhos. Encontramos o que queríamos no La Carreta (Terminal D - portão D37). Aberto 24h, o restaurante serve de um tudo. No entanto, para o nosso horário, torradas, ovos, bacon, presunto e café já estavam de bom tamanho. Gastamos cerca de 20 dólares e ficamos super satisfeitos. 

20.4.12

Vail: Todos os posts


VAIL - Like nothing on earth

Mais uma série de posts chega ao fim e mais uma vez nós nos apaixonamos por um destino. Foi um prazer poder descobrir os encantos de Vail e contar tudo aqui para vocês. Vai ficar pra sempre na nossa memória!

Então, já sabem, se forem se jogar na neve e quiserem dicas, o passo a passo está aqui embaixo:


>> O raphanomundo viajou a convite da Vail Resorts. 

29.2.12

dica de restaurante em Recife: Parraxáxá

Mais um restaurante que é parada obrigatória quando volto a Recife é o Parraxáxá. Foram anos frequentando esse ambiente gostoso, com cara de interior e provando todas as delícias. Lá a gente é atendido por cangaceiros e tudo remete ao clima do sertão. As cascas de ovo em cima da cerca são para afastar o mau-olhado. Precaução nunca é demais, né? E acho que está dando certo, pois o restaurante funciona a todo vapor há 14 anos!


14.2.12

Segredos de Minas Restaurante

Num desses sábados acordamos morrendo de vontade de comer uma comida diferente e decidimos  por comida mineira. Só faltava saber em qual restaurante comer. Buscamos alguns e optamos pelo Segredos de Minas, que fica na Bela Cintra. Já que o restaurante está a uma distância bem aceitável do metrô (cerca de 300 metros), escolhemos usar o transporte e assim, poder tomar nossos bons drinks em paz. 






Chegando lá, nada de filas. Já fomos encaminhados para nossa mesa e nos sentamos. O ambiente do restaurante é bem simples, mas organizado. A cerveja que pedimos para começar veio mais que gelada à mesa, veio trincando. O cardápio é super variado e cheio de especialidades, mas como estávamos com vontade de comida mineira, nós escolhemos o Pernil de Panela, acompanhado de tutu, couve, arroz e angu. Tudo estava muito saboroso, bem feito e farto. Três pessoas comem fácil os pratos que são indicados para duas. 

Além da cerveja gelada, o restaurante oferece as famosas cachaças mineiras, caipirinhas, caipiroscas... Achei os preços das bebidas bem salgados se comparados aos preços dos pratos, mas ainda assim, o Segredos de Minas trabalha com preços super camaradas (pagamos R$ 34,00 por pessoa). 

Saímos de lá super satisfeitos e com a intenção de voltar muito em breve. 

Rua Bela Cintra, 919. Consolação - São Paulo
Metrô - Estação Consolação

14.10.11

Belém: comidinhas


As comidinhas de Belém são um caso à parte, meu deus. Acho que dos pontos turísticos deu para ver quase tudo, mas as comidas não deu para provar tudo, não.  Só de lembrar dessa falta de tempo me dá pena. Mas vou deixar de falar do que não deu para comer e vamos ao que interessa, no caso, o que deu!

Na fase do planejamento eu tomei a liberdade de escrever para o diretor de conteúdo do site belemdopara.com.br, Antonio Mokarzel, e ele muito solícito, me passou inúmeras dicas. Vou confessar que a cervejaria Amazon Beer na Estação das Docas me chamou logo a atenção e entrou rapidinho no roteiro. Chopp geladíssimo de fabricação própria (de R$ 4,10 a R$ 5,80), nós provamos os Amazon River, Red, Forest e o perfumado Amazon Bacuri. Todos aprovadíssimos! O petisco não poderia ser melhor: bolinhos de camarão (R$ 28,00 - 8 unidades). Mas daqueles bolinhos honestos, repletos de camarões. Tão honesto que tirei a foto do bolinho aberto para provar a fartura camarônica.




Também foi do Antônio a dica do Spazzio Verdi (R$ 44,90/ kg), também na Estação. Esse palpite foi reforçado pelos nossos cicerones na cidade, parentes do marido. Foi lá que nós almoçamos e provamos de tudo um pouco. Dá água na boca só de lembrar da variedade de pratos que o restaurante oferece. Primeiríssima qualidade. Lá eu comi a farofa mais crocante da minha vida. Sem falar em mais um derrame de camarões. É eu gosto de camarão!


O Boteco das Onze, na Casa das Onze Janelas, foi dica do meu pai. Dica boa, do jeito que eu gosto, um barzinho gostoso às margens da Baía do Guajará. Agitadíssimo à noite, com fila de espera e tudo mais. No entanto, nós chegamos numa hora boa e conseguimos uma mesa ótima e do lado de fora, mas o boteco tem ambientes para todos os gostos. A caipirinha veio no capricho e arrematamos com uma empadinha, não preciso dizer o sabor da empada, né?


Para provar um autêntico tacacá perguntamos ao taxista uma tacacazeira que ele recomendava. Após 10 minutinhos estávamos no disputado Tacacá do Renato (R$ 7,00) munidos de cuias e bebericando um líquido amarelo fumegante coroado com camarões salgados. Excelente!


Uma dica que foi unanimidade da turma toda foi o famosíssimo sorvete  da Cairu (R$ 3,50/bola), nessa devo confessar que nós fomos duas vezes. Sorvete de cupuaçu, castanha do pará e tapioca foram os eleitos do fim de semana. Uma perdição só! 



Belém merece várias visitas, várias mesmo, divididas entre passeios culturais e passeios gastronômicos. Se alguém me disser que foi em Belém só comeu e não conheceu nada eu vou compreender totalmente, porque a comida paraense é irresistível. Mas você só vai saber o que tou falando no dia que provar, vai por mim!

30.8.11

Comidinhas do Mundo



Eu já divulguei no twitter, mas tem bastante gente que me lê aqui e não faz parte do microblog, portanto, trago uma novidade para vocês! Desde o mês passado assino uma coluna no incrível naminhapanela. Food blog delicioso feito pelo querido casal Cami e Rafa Rezende recheado de receitas possíveis e fotos belas. 
Dona Cami resolveu unir o útil ao agradável e me convidou para escrever sobre o que eu como nas minhas andanças Brasil e mundo afora. A Comidinhas do Mundo, minha coluna, funciona como um complemento aqui do blog. No raphanomundo eu pincelo e no naminhapanela eu destrincho.  Até agora foram 4 colunas e temos lenha para mais umas 400. 



Espero que vocês prestigiem tanto os meus textos quanto as receitas do casal. Tenho a certeza de que não irão se arrepender!

23.8.11

2 italianos em Berlim


É inegável que numa viagem você se aventura demais, inclusive na gastronomia. Mas, e quando a vontade de arriscar momentâneamente desaparece e tudo o que você quer é uma comidinha boa, quentinha e óbvia? No meu caso, corro para o primeiro restaurante italiano que encontro pela frente e vou ser feliz!

Em Berlim nós temos não um, mas sim dois restaurantes italianos preferidos. E quando digo preferidos não é demagogia, é coisa de ser mayor no foursquare. Não disse? Caso sério!

Os felizardos são a pizzaria D’Angeli, no Mitte e a pizzaria Don Antonio em Schöneberg. A primeira nós conhecemos em  2010 e adoramos tudo, da comida à localização achamos tudo perfeito.  O amor foi tão grande que nossa primeira parada no primeiro dia de volta à capital alemã em junho foi lá! Uma taça de vinho branco geladíssimo e bruschettas no ponto. Depois, um prato muito bem servido de massa para cada um e pronto: La vita è bella.  A pizza do D’Angeli também é divina, o Calzone nem se fala e tem um antipasti parecido com a bruchetta, mas é quente e vem com queijo derretido e sardella. Perdição. Tudo isso com um preço muito amigo mesmo, coisa de 20 euros por pessoa comendo e bebendo bem. 

Spaghetti ai Frutti di Mare

Rigatoni al Pollo



Já o outro italiano, o Don Antonio, nós conhecemos durante uma caminhada explorando o nosso bairro. Na mesma rua nos deparamos com uma volta ao mundo gastronômica: Itália, Jamaica, India, França, Japão e China são algumas das especialidades que você pode encontrar na Akazienstraße, rua movimentada de Schöneberg. Como o nosso intuito era comfort food, corremos para os braços do Don Antonio e foi aí que conhecemos uma autêntica lasanha italiana.  Dá saudades só de lembrar... As pizzas e a caprese desse italiano são coisas de louco!
O preço dele é mais camarada ainda pois foge do circuito badalado da cidade, cerca de 12 euros por pessoa. 

Pizza Primavera

Lasagne alla Bolognese





Claro que o verão, o sol até às 22h e as mesinhas na calçada ajudam bastante a fama dos restaurantes, mas não dá para enganar muito quando se é cliente assíduo, né? Vá por mim, se estiver em Berlim e quiser dar um tempo nos Schnitzels, Bretzels e Currywursts, pode ir rapidinho em qualquer um dos dois restaurantes que a satisfação será garantida. Ou terá seu dinheiro de volta! (risos)


9.8.11

um almoço em Olinda


Morei em Olinda durante muitos anos da minha infância, não sem antes passar por Maceió e Fortaleza – é amigos, viajante desde pequena!

Na minha infância, a cidade alta de Olinda (parte histórica) tinha fama de mal cuidada, violenta, abandonada e de não ser um bom lugar para passeios. Mesmo sendo declarada pela UNESCO Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade desde 1982, tendo um dos carnavais de rua mais famosos do mundo, só num passado recente nós vimos uma revitalização, cuidado e até um carinho com esse lugar tão especial da cidade.

Após muitos anos sem visitar a terra dos bonecos gigantes e da folia, sábado fomos almoçar no famoso restaurante Oficina do Sabor, considerado por diversas vezes um dos melhores restaurantes do Brasil, ele funciona na cidade alta há 19 anos. Já havíamos ido outras vezes, mas há um tempo considerável. Retornamos para ver se as delícias continuavam as mesmas e para almoçar apreciando uma das melhores vistas da cidade.


vista do mar do alto de Olinda

Igreja do Amparo

perdida nas ladeiras de Olinda


Para chegar até a rua do Amparo, 335 – onde fica o restaurante –  já é preciso passar por boa parte das ladeiras e do antigo casario característico da cidade. É de encher a vista! No sábado fazia um sol ameno e os turistas estavam por toda parte. Ateliês, restaurantes e pousadas abertos e funcionando a todo vapor. Lamentei por não ter levado a minha câmera e só estar com a point&shoot mesmo. Com a luz incrível dava para ter feito belíssimas fotos.


Recife ao fundo - vista do terraço da Oficina do Sabor

Pôr-do-Sol visto do terraço do restaurante


detalhes do restaurante

Chegando lá, esperamos 15 minutos pela mesa e a única mesa vaga que nos apareceu foi uma na área climatizada. Ou seja, sem a bela vista para a cidade do Recife. A dica aqui é a seguinte: se não estiver com  muita fome ou sem tempo, espere mais um pouco e diga que quer comer no terraço. Vai valer a pena a espera. O serviço estava bem relapso. Após sentarmos à mesa, esperamos 10 minutos contados no relógio até que um garçom aparecesse para anotar o pedido das bebidas. E ele só veio até nós porque fizemos sinal.  Chato. Todas as vezes que um garçom se aproximou da nossa mesa foi mediante sinal. Falta de cuidado notável com os clientes.
Para começar pedimos caipirosca de limão (R$ 9,00), caipifruta de kiwi (R$ 9,00) e uma bohemia longneck (R$ 4,00). Para acompanhar os aperitivos escolhemos uma porção de bolinhos de bacalhau (R$ 20,00). Tudo no ponto, vale ressaltar.

detalhes do restaurante


detalhes do restaurante

placa da entrada



Para refeição  principal fomos de Camarão ao Leite de Coco na Moranga – para duas pessoas (R$ 84,00). E o prato individual de Camarão no Chitão (R$ 51,00) –  camarão e arroz cozido no leite de coco com suco de manga, curry e finalizado com queijo de coalho. Acho que não estava tão saboroso quanto da última vez e a porção do primeiro prato era muito mal servida. O que vai de encontro ao que prega a culinária nordestina, sempre muito abundante e rica. Principalmente com frutos do mar, coisa fácil de se achar por aqui. Considero que essa refeição foi mediana. Como sobremesa escolhemos o Papelote de Frutas da Estação acompanhado de sorvete de creme (R$ 14,00) e um queijo coalho com mel de engenho (R$ 9,00). Ambas muito gostosas.

caipifruta de kiwi

caipirosca e bolinhos de bacalhau

camarão no chitão

camarão na moranga

papelote de frutas e sorvete de creme

Em resumo, não é à toa que um restaurante se mantém há 19 anos, né? Não chamo nem de pega turista pois existem outras opções pelos arredores. Tem seus méritos mesmo, mas para mim – e essa é a minha opinião – o que eu comi lá das vezes passadas  foi muito melhor do que dessa vez. E o serviço também, sábado deixou muito a desejar. Mas, se você quer muito conhecer Olinda e sua encantadora cidade alta e já tiver colocado a Oficina do Sabor no seu roteiro, tudo bem. Vá pela vista, pelo clima e pelo conjunto da obra, e se você provar algo mais gostoso por aí  não diga que eu não avisei! 

Oficina do Sabor
12h/16h e 18h/0h (sex. até 1h; sáb. sem intervalo até 1h; dom. só almoço até 17h; fecha seg.)
quanto? em média R$ 80,00 por pessoa

14.7.11

Berlim - alt-berliner wirtshaus

Procurando um restaurante tipicamente alemão em Berlim, tarefa um pouco difícil - confesso, achei a dica do Alt-Berliner Wirtshaus. Por ser muito perto de um dos maiores pontos turísticos da cidade, o Portão de Brandemburgo, ficamos meio com o pé atrás com medo de ser mais um pega turista. Mas arriscamos e tivemos sorte. Ele realmente fica muito perto não só do símbolo da capital alemã, mas também do Memorial do Holocausto, mas isso não influencia em nada no preço nem na qualidade do restaurante. Inclusive, vimos muitos alemães frequentando o lugar. Mais um ponto a favor, né?  

fachada, mesinhas na calçada e ambiente agradável

Currywurst mit Pommes Frites  (8.90 €)

Berliner Bulette an Bratkartoffeln mit Champignons, Paprikastreifen und einer Salatdekoration (8.30 €)




2 Schweinemedaillons auf Bratkartoffeln mit Paprikastreifen, Champignons, dazu gebratene Speckbohnen und Salatdekoration  (12.50 €)

Bratkartoffeln mit geschnetzelten Schweinefleisch, 3 Eiern untergeschlagen und in der Pfanne gebraten, dazu eine Gewürzgurke und kleine Salatdekoration (9.90 €)

Nós gostamos tanto que fomos duas vezes. O preço é muito bom, a qualidade excelente e as porções são imensas. Se você não estiver com tanta fome vai ter trabalho para dar conta do prato. Portanto, o raphanomundo quebra um mito: os restaurantes próximos aos pontos turísticos nem sempre são pega turistas e/ou deixam a desejar na qualidade. Vá com fé ao Alt-Berliner Wirtshaus e prove do melhor da culinária berlinense e alemã!

onde: Wilhelmstrasse, 77
U2 - Mohrenstraße
BUS 100 / 200 
quando: aberto diariamente as 11h às 22h
aceita cartões de crédito e tem menu em inglês

30.6.11

Pernambuco - Rota 232

Minha vida inteira eu tive casa de campo em Gravatá, cidade do agreste pernambucano, a 80 km do Recife e que, por sua altitude – 447m acima do nível do mar – mantém uma temperatura média anual de 19°C. Ou seja, para nós pernambucanos, um “frio de rachar”, né? Essa época do ano sempre era uma festa, porque além do São João, festa fortíssima da região, chegavam as férias. E as férias de inverno sempre eram em Gravatá.

No entanto, como gostávamos MUITO de lá, um fim de semana sequer era motivo para acordar cedo (muito cedo), fazer uma muda de roupa, colocar tudo no carro e partir rumo àquela cidade. A gente já tinha um roteirinho em mente. Sem tomar café da manhã, nossa primeira parada na BR 232  (ainda sem a duplicação) era no Rei da Coxinha, que ainda vendia suas delícias em um pequeno trailer na Serra das Russas. Depois, mais algumas paradas para garantir uma boa carne de sol no almoço, um queijo de coalho, manteiga de garrafa, frutas e tudo o que era preciso para uma ótima refeição. À noite, junto com o friozinho, chegava a hora de apreciar uma fondue e um bom vinho – para as crianças, como era o meu caso e o do meu irmão, uma sangria –  Nessa brincadeira, o fim de semana passava voando e chegava a hora de voltar, mas não sem antes fazer uma pausa para comer uma cartola divina. Agora sim, era hora de pegar o caminho de volta pensando em fazer tudo de novo no próximo fim de semana.



Engraçado que esse roteirinho e essa nossa rotina pareciam ser só nossos, mas a Secretaria de Turismo de Pernambuco teve a brilhante ideia de reunir essas preciosas informações gerando um Guia Gastronômico que abrange 52 estabelecimentos ao longo dos 553 km (sim, Gravatá é só o começo da brincadeira, são muitos km de gostosuras) da BR 232.  No dia 16 desse mês o Projeto Rota 232 foi lançado em Recife com o intuito de interiorizar o turismo no estado. A ideia é que o turista, além do seu destino, curta também o caminho e descubra as particularidades de cada lugar. (Família Aretakis lançando tendência, hein?) 



Os guias estão sendo distribuídos nos postos permanentes de informação da Empetur:  Aeroporto do Recife, Aeroporto de Petrolina, TIP, Praça de Boa Viagem, Casa da Cultura, Praça do Carmo-Olinda e Shopping Paço Alfândega.

Mas se você não quer esperar para pegar o seu guia em um dos pontos acima citados e quer curtir as delícias da Rota 232 nesse fim de semana mesmo é só entrar no site do projeto e montar seu roteiro. Ou fazer o download do aplicativo para tê-lo sempre à mão. 

Mas depois volta aqui pra contar como foi o passeio, tá? 

Fotos por Igo Bione
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