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30.6.14

Visitando o Vaticano

Para quem foi educado sob os preceitos da religião católica, o que é bastante comum aqui no Brasil, a impressão que dá é que quase não se faz distinção entre Roma e a Igreja, isto significa que, ir em Roma e não visitar o Vaticano é quase a mesma coisa de não ter ido.

Para chegar lá, basta seguir a multidão de turistas e fiéis que seguem pela linha A do metrô  até a estação Ottaviano. De lá, é necessário caminhar um pouco na direção da monumental Basílica de São Pedro ou até a entrada para os Museus do Vaticano. Esta não é uma caminhada tranquila, as abordagens de guias e vendedores ambulantes chegam a incomodar, mas sabendo o caminho e de posse dos ingressos, é só se desvencilhar e seguir.

Nós decidimos começar a visita pelos Museus. Por precaução, fizemos a compra online dos ingressos – que é uma recomendação básica, principalmente no verão –, mas nos deparamos com uma entrada vazia e sem filas. Recolhemos nossos ingressos e fizemos a visita aos acervos por conta própria.


29.5.14

Vale a pena voar Iberia?

Retomando os posts da minha viagem de aniversário, trago mais um flight review para compartilhar com vocês.

A Iberia tem uma fama não muito boa entre os brasileiros, mas muito dessa fama vai passando no boca-a-boca e compartilhada mesmo por aqueles que nunca voaram com a cia. Então, quando vimos o preço tentador da passagem em promoção para Roma, ficamos com o pé atrás, mas decidimos arriscar e pagamos pra ver.

Chegado o dia da viagem, deixamos o carro no lugar de sempre – Unipare, estacionamento próximo ao aeroporto de Guarulhos –, e seguimos no transfer até o terminal 1. Como chegamos no check-in no nosso limite do aceitável, já não havia mais filas no balcão, portanto, o procedimento foi rápido e organizado. Malas despachadas, controle de passaporte realizado, logo chegou a hora do embarque. Nosso voo partia de Guarulhos rumo da Madrid às 16h, um horário até simpático ao meu ver, antes da hora do rush dos voos internacionais noturnos, o que proporciona um terminal menos concorrido e, para os adeptos, um freeshop mais tranquilo.

Lindo dia para voar #sqn

3.4.14

Onde (e o que) comer em Paris

Acho que esse post fala mais sobre o que comer do que onde, uma vez que a oferta de bons lugares para uma refeição na capital francesa chega a ser opressora. E esses bons lugares vão desde uma toalha estendida na relva de um parque – e sobre ela itens adquiridos num Monoprix da vida –, até jantar na própria Torre Eiffel. Confesso que o meu estilo de viagem pende mais para a primeira opção. Reuni nesse post algumas dicas bacanas que testei na minha última viagem à cidade luz. Vamos nessa ficar com água na boca?!

Já que falei do Monoprix, deixo aqui aquela dica amiga: Supermercado no exterior não é igual ao supermercado que fica ali na esquina de casa. Aliás, é, mas é mais legal porque no caso de uma viagem, a gente só entra no supermercado para comprar coisas que não compramos no nosso dia-a-dia. Em Paris, esse ato é ainda muito mais gostoso. Portanto, não se oponha a fazer uma feirinha básica com queijos deliciosos, vinhos, pães, frutas e chocolates.

Crêpes quentinhos, doces ou salgados, dão aquela reconfortada boa no estômago entre um passeio e outro. Lembre-se, se a banquinha está perto de um ponto turístico – coisa não muito rara –, mais caro se paga. Paguei entre 5 e 3 euros dessa última vez. Vale a pena observar o ritual de produção da iguaria, quando a massa branca é deitada sobre o disco quente, um rodinho a espalha de modo que fique bem fininha, esperando só receber o recheio à sua escolha. Nutella e banana e queijo e presunto são os mais pedidos. Eu fico com a última opção. Sempre.


10.3.14

Paris pelos passos de Amélie Poulain



Se você, assim como eu, é um apaixonado por Paris, é bem provável que já tenha visto O Fabuloso Destino de Amélie Poulain pelo menos uma (no meu caso, inúmeras) vez na vida. O curioso é que o enredo dessa deliciosa comédia romântica à francesa não nos dá de bandeja uma Paris de clichês. Por exemplo, a Torre Eiffel não é a rainha aqui. Por outro lado, o boêmio bairro de Montmartre serve de pano de fundo para o início de um mirabolante romance, cheio de detalhes (com os quais você se identificará em algum momento) e sutilezas. Pormenores que te deixarão com vontade de pegar o primeiro avião com destino à  felicidade, ops, à cidade luz, a fim de esmiuçar cada cantinho percorrido por Amélie, personagem  fantasticamente encarnada pela atriz Audrey Tautou.


Curiosamente, quando fui à Paris pela primeira vez, lá em 2007, eu já havia visto o filme pelo menos umas 348 vezes, até fui à Montmartre, mas nunca pensei em seguir os passos da garçonete do Deux Moulins. Na segunda vez, em 2010, também não me ocorreu ver essas locações de perto. Ano passado, no entanto, foi diferente. Meses antes do embarque eu já havia pesquisado alguns endereços e queria muito colocar de uma vez por todas a Paris de Amélie Poulain no meu roteiro. E, na medida do possível, o fiz.

Num dia gelado, porém ensolarado, de outono pegamos o metrô rumo à estação Blanche, o Café des Deux Moulins fica no número 15 da rua Lepic. Caso queira ser mais fiel ao roteiro, chegue pela estação Abbesses, vai caminhar um pouco mais, mas vai contemplar mais um cenário da película. Para mim, fã confessa do filme, só de avistar o café já dei pulinhos de emoção. Ao entrar, então, não tem como conter o sorriso de satisfação ao percorrer com olhos ansiosos cada parte daquele balcão. Pegamos uma mesa a fim de sentar e prolongar o máximo possível aquele momento. Bem acomodados, começamos a avistar referências ao filme e, aos poucos, com a emoção mais contida, conseguimos distinguir os clientes que vão entrando motivados pelo mesmo sentimento que o meu. Não deixe de ir ao banheiro, existe um pequeno museu do filme no caminho. A parada aqui durou uns 30 minutos, um cappuccino e muitos sorrisos.

Fachada do famoso café onde trabalhava Amélie Poulain

21.2.14

Notícias do Turismo #5


Semanalmente, você encontra aqui as notícias mais fresquinhas do mercado do turismo no Brasil e no mundo.

  • Começou ontem e vai até sábado o Carnaval de Vitória – ES: Com 29 anos de tradição, os desfiles – que desde 2002 passaram a ser realizados sempre uma semana antes da data oficial –, são divididos em 3 grupos: de acesso, grupo B e especial. Hoje o blog aporta no Sambão do Povo para conhecer a festa de perto e dividir com vocês mais um pouco da diversidade do nosso país. Para mais informações: hotsites.vitoria.es.gov.br/carnaval2014 

Carnaval de Vitória - ES - Foto: Divulgação

12.2.14

Passeando por Veneza

A exemplo de Florença, também tivemos 36 horas em Veneza. No entanto, como não nos hospedamos na ilha, e sim em Mestre, o tempo útil foi mais curto, mas não menos proveitoso.

Para chegar até Veneza, partindo de Mestre de trem, desembolsamos cada um, cerca de 1,25 euros. O mesmo trajeto dá para ser feito também de ônibus de linha comum e táxi. A viagem de trem é rápida, não dura mais do que 15 minutos. A estação Venezia Santa Lucia está meio de cara pro gol, ao desembarcar é só escolher o seu destino e ir. Se a caminhada for a pedida, como foi o nosso caso, é fundamental se guiar pelas indicações amarelas pintadas nas paredes das casas. Elas apontam qual caminho pegar para se chegar à Ponte di Rialto e à Piazza San Marco, principalmente. Como chegamos já no final da tarde em Mestre seguimos até Veneza à noite a fim de jantar e apresentar a cidade aos meus pais. Durante a noite o impacto das paisagens não é tão grande quanto durante o dia, mas o romantismo paira no ar.

Cartão-postal 

5.2.14

Voando com a Easyjet

Mesmo já tendo viajado várias vezes pela Europa e voado com outras empresas aéreas low-cost – principalmente a Ryanair –, nas últimas férias, pela primeira vez, o custo benefício de voar com a Easyjet foi melhor. E, desde a compra das passagens, a curiosidade só aumentou.

Pra quem está calejado de voar com a Ryanair, qualquer melhoria de aspecto causa uma boa impressão e, já pra começar a conversa, a Easyjet sai muito na frente só por operar os seus voos nos aeroportos principais dos destinos. Pra quem só olha o valor da passagem, essa é a maior casca de banana quando se voa com a Ryanair. Exceto pelas cidades que não possuem um aeroporto menor num raio de 100Km, como nos casos de Madri, Praga ou Porto, é quase certo que você, feliz por ter comprado aquela passagem Paris-Londres baratinha, fique bem decepcionado com os quase 200Km de ônibus que você terá que percorrer pra chegar ao aeroporto e depois ao centro. Mas, que fique claro, nada contra a Ryanair, sempre tivemos boas experiências e voaríamos de novo se fosse conveniente!

Quando montamos o nosso roteiro e incluímos ir até Paris a partir da Itália, a Easyjet foi sem dúvida a melhor opção. Não que voar de Air France ou Alitalia também não fosse possível, mas achamos pagar a diferença de 50€ por pessoa por trecho desnecessária.

A COMPRA no site:



30.1.14

Onde comer em Roma

Encontrar um lugar para comer em Roma parece ser tarefa fácil, tamanha a quantidade de bares e restaurantes. Mas as recomendações antes de sentar à mesa são tantas que esse ato prazeroso pode se tornar uma verdadeira missão. Então, o intuito desse post é dar as melhores dicas para você ir a lugares certeiros e, se quiser, tentar arriscar algumas coisas por sua conta e risco.

Nossa primeira refeição na cidade eterna, depois de boas horas de voos, deslocamentos e já instalados no hostel, foi  no La Vacca ‘Mbriaca. Essa hosteria fica na Via Urbana, uma rua gracinha do bairro de Monti, onde encontramos diversas opções de bares e restaurantes, só que muitos se encontravam fechados nessa tarde de domingo. Prática comum em Roma, vale ressaltar.  Os preços são bem convidativos, nosso garçom foi extremamente simpático, o ambiente é delicioso e a comida, nem se fala. Lá eu provei o Fettuccine al Ragu di Coda alla Vaccinara (€10.00), que nada mais é do que um Fettuccine ao molho de rabada. Isso mesmo. Em Roma se come muita rabada. A massa estava no ponto perfeito, o perfume era maravilhoso. A mozzarella de búfala com presunto de entrada, estavam especiais. Posso dizer que começamos nossa incursão pela culinária romana com o pé direito.  Partindo do restaurante, em 15 minutos de caminhada, você está no Coliseu. Vale o passeio pós almoço/jantar.


Acho que comemos mozzarella e prosciutto de entrada todo santo dia, às vezes, só isso

27.1.14

Onde ficar em Veneza

Na hora de buscar hospedagem em Veneza levei em consideração a proximidade do inverno, período onde ocorrem as chuvas fortes, que junto com a maré alta, resultam na acquaalta, as enchentes que tomam conta de parte da cidade. Não querendo me deparar com uma Veneza alagada, tendo malas para puxar e tudo mais, optei por buscar algo novamente em Mestre. Nossa primeira vez na cidade, aí por uma questão de orçamento apertado, também nos hospedamos lá e achamos razoável.

Agora em 2013 optei pelo muito bem localizado Best Western Hotel Bologna - Venezia Mestre e não me arrependi. Ele fica a poucos passos da estação de trem de Mestre, onde de 5 em 5 minutos partem os trens que vão até Veneza - Santa Lucia, trajeto entre estações que não dura mais do que tranquilos 10 minutos.

O hotel é muito bem conservado, com aspecto de novo. Quartos amplos, modernos e bem decorados, são um oásis depois de um dia de caminhada puxada por Veneza. Frigobar bem abastecido, cama confortabilíssima, mesa de apoio, mesa de trabalho, free wi-fi por todo o hotel (que não funcionava direito no quarto), banheiro muito bem equipado e limpo, chás e cafés de cortesia, anunciavam uma excelente noite.



20.1.14

36 horas em Florença

Como eu disse no texto de introdução dessa viagem, quando fui a Florença pela primeira vez ainda não tinha maturidade suficiente para morrer de amores pela cidade. Portanto, a capital da Toscana em 2007 foi só mais um ponto de parada. No fim do ano passado tive a oportunidade de retornar à cidade e, aí sim, me encantar de vez com tanta história e tanto charme.

Chegando à estação de trem S.M. Novella já no fim de uma tarde de outono, só nos restou observar o pôr-do-sol da janela do nosso hotel e, com a noite já instalada, enfrentar o frio em busca de algum restaurante para comer em Florença. Nossa primeira parada foi no Il Vinaino, uma osteria simpática não muito longe do hotel. Ela ainda estava fechada, mas um cartaz dizia que às 19h ela voltaria a abrir, resolvemos esperar já que a situação dos outros restaurantes das redondezas era semelhante. Eles não foram pontuais, mas espera valeu a pena. Fomos bem atendidos, provamos um bom Chianti – vinho típico da região toscana –, comemos uma boa e suculenta mozzarella com prosciutto, tudo isso com muito pão e azeite, só para começar. O cardápio do restaurante não era muito extenso, o que facilitou a nossa vida, e continha boas opções de massas, frescas, inclusive. Todos os pratos pedidos estavam muito bons, mas a grande estrela da noite foi o Nhoque fresco ao Molho de Gorgonzola e Aspargos. Se eu fechar os olhos ainda consigo lembrar da sensação que tive ao provar essa maravilha. O ambiente é aconchegante, os pratos de massa não são muito caros (por volta dos 8 – 10 euros), carta de vinho boa e honesta, bom para quem busca um lugar típico e barato pra comer em Florença.

Pôr-do-sol visto da janela do hotel

8.1.14

Roteiro pela Europa: Uma viagem de aniversário digna de lua-de-mel

Para nossas últimas férias traçamos um roteiro bem clássico pela Europa, revisitando as cidades que já conhecíamos e colocando Roma, a cidade eterna, definitivamente no nosso mapa.
Partimos de São Paulo num chuvoso sábado à tarde rumo à capital italiana, voando Ibéria, via Madrid. Em Roma, nessa primeira etapa, ficamos duas noites. Deu para sentir a cidade, caminhar bastante e já dar o tom da viagem: queijos, vinhos incríveis esorvetes cada vez mais gostosos. Turistamos à beça, subimos a Escadaria Espanhola, jogamos moedinhas numa tranquila Fontana di Trevi e caminhamos vendo o pôr-do-sol às margens do Tibre. Observar o vai-e-vem das andorinhas enquanto a noite caía levou um bocado do nosso tempo. Pressa pra quê? Ficamos boquiabertos com a dimensão do Coliseu, nosso primeiro ponto turístico visitado na cidade, no dia da chegada, à noite, no frio, mas nada disso tirou a beleza do momento.

Nossa primeira visão do Coliseu: apaixonante

19.12.13

Que venha 2014, o ano da inspiração!

Desde que comecei a escrever no blog, a documentar e compartilhar com vocês algumas passagens inesquecíveis desses quase 4 anos, que todo fim de ano – quando faço o balanço do ano que está acabando –, me pego envergonhada de ousar pedir alguma coisa. Esses anos de blog têm sido maravilhosos e eu só tenho a agradecer a todos que embarcaram comigo num 2013 sensacional!

Conheci pessoas maravilhosas, que estarão sempre ao meu lado ou na minha memória. No entanto, acho que esse foi o ano de topar com pessoas inspiradoras. Primeiro, conheci Amyr Klink - realização de um sonho. Depois, fiquei de frente com criadores e criaturas: Berbela e Estevão da Silva, de Paraisópolis para o mundo. Por fim, vi a obra de Sebastião Salgado de perto. Me sinto sortuda!

Foi de uma emoção sem tamanho, que ainda me deixa de olhos marejados, conhecer São Luís e os Lençóis Maranhenses. A convite da Taguatur Turismo, visitei os lugares mais especiais dessas cidades cativantes. Como eu disse, repito: O Maranhão é para ir de novo, de novo, de novo...

O Rio Preguiças beija as dunas em Barreirinhas

17.12.13

The Blue Hostel - nossa primeira parada em Roma

Quando compramos as passagens para essa nossa última viagem, coisa de uns 6 meses atrás, ansiosa que sou, corri para ver as opções de hospedagem em Roma. De cara, achei o The Blue Hostel no descolado bairro de Monti, super bem recomendado no booking e no tripadvisor –  ao meu ver, duas ferramentas muito importantes para checar referências e outras experiências.

Lógico que a busca não parou por aí e revirei a ~rede mundial de computadores~ atrás de uma opção que fosse melhor. O dia da viagem se aproximava e resolvemos fechar no Blue Hostel as nossas duas primeiras noites na cidade eterna. Faltava ainda fechar mais 3 noites na semana seguinte, quando voltaríamos à cidade.

A princípio, 90 euros a noite/casal, sem café da manhã, mas muito bem localizado e, principalmente, limpo, estava de bom tamanho para tudo o que tinha visto nas minhas pesquisas. Mas, a poucos dias da viagem, pesquisando novamente o mesmo hostel, achei disponibilidade para os mesmos dias a 70 euros. Não tivemos dúvidas, refizemos a reserva pela nova tarifa e ainda fechamos os outros 3 dias. Faltando um dia para zarpar (eu sei, eu sei... é quase um TOC) achei de ler as recomendações dos usuários que já haviam se hospedado no Blue Hostel e, para minha surpresa, ali eles diziam que o único defeito era não ter elevador e os quartos estarem localizados nos 3º e 4º andares. Uma vez que meus pais estavam indo com a gente, essa informação – que não consta no booking –, me deixou meio desconfortável. Como já havíamos trocado alguns e-mails com Ercole – o responsável por tocar o hostel –, sobre como chegar, etc, enviamos outro e-mail confirmando a informação e pedindo, se possível, por quartos em andares mais baixos. De forma gentil ele confirmou que não havia elevador e nos sentíssemos à vontade para ver se as escadas eram um obstáculo.

Depois de 10 horas de viagem até Madrid, mais um vôo de duas horas e quarenta minutos até Fiumicino, 40 minutos de ônibus até Termini e uma caminhada de 10 minutos até o hostel, subir 3 lances de escada não é lá tão agradável. Mas tentamos não nos impressionar com essa primeira impressão. De qualquer forma, Ricardo, que estava lá para nos receber, gentilmente subiu com duas malas e nós, com as outras duas. Chegando aos quartos, belíssimas instalações numa típica construção romana. Teto com aquelas vigas de madeira aparente, quartos limpos e banheiros reformados. Uma pequena tv de LCD, um também pequeno frigobar, chá, café e wi-fi de cortesia, cama confortável e aquecedor/ar condicionado. Um camere digno de hotel boutique, eu diria.

Um dos confortáveis quartos do The Blue Hostel

13.12.13

Mercado de Natal em Paris

Os Mercados de Natal da Europa começaram na Alemanha (weihnachtsmarkt), por volta do século XIV e, pouco a pouco foram conquistando e se espalhando pela Europa Central. Documentos apontam que após seu início, no país germânico, foi na região da Alsácia (França) que eles ganharam popularidade. Já difundido pelo continente, o costume de se visitar os mercados de natal nessa época do ano é algo muito aguardado e comemorado. Curiosamente, mesmo depois de tantas idas ao país, nunca consegui estar por lá na época correta. Sorte minha que esse costume também invadiu Paris e esse ano eu pude ver de perto um pouco da magia do 5º ano do Paris Village de Noël na Champs-Elyssées.

Decoração impecável que marca o começo do Paris Village de Noël

10.12.13

Instapost de férias

Como vocês devem ter percebido, o blog estava bem paradinho nos últimos dias. Saí sem nem me despedir, porém a causa foi nobre, posso assegurar. Estava de férias, 15 lindos dias pela Itália com o plus de passar meu aniversário em Paris. Um sonho.

Quem me acompanha no instagram (@aretakis) pode ver um pouquinho do que foi a viagem. Para aqueles que só me acompanham por aqui mesmo, republico algumas fotos de Roma, Florença, Veneza e Paris.

Coliseu à noite, nossa primeira parada em Roma

27.8.13

Dresden a pé

Não poderia terminar a série "Alemanha de trem" sem registrar este passeio. Dresden foi, sem dúvida, a grande surpresa da viagem. E foi assim, com essa sensação de ter sido pego desprevenido, que minha família e eu nos vimos completamente arrebatados pela beleza e o charme da cidade. Chegamos à cidade do meio para o fim da nossa viagem, depois de passar por Frankfurt, Colônia, Hamburgo e Berlin. É fácil notar que todas as cidades alemãs são bem diferentes entre si, especialmente se você sai, por exemplo, do sul para o norte, ou do oeste para o leste, a diferença é visível e, quase sempre audível, já que muitos dialetos coexistem pelo país. Mas ainda assim, nenhuma outra cidade alemã que eu tinha conhecido me preparou para Dresden.


Com apenas um dia completo programado na cidade, ficou fácil desapegar do roteiro turístico sugerido nos mapas e simplesmente caminhar sem destino.

A majestosa Frauenkirche

26.8.13

A Catedral de Colônia

Depois de percorrer o nosso primeiro trecho de trem no curto trajeto Frankfurt-Colônia, encontramos a charmosa cidade debaixo de uma fina chuva. Após deixar as malas no hotel, seguimos à beira do Reno até o símbolo de Colônia, que é também um dos ícones do país e um dos patrimônios da humanidade.

Catedral de Colônia vai se mostrando aos poucos por trás dos prédios e é um daqueles monumentos que nos intimidam pela sua grandeza e beleza. De estilo gótico, sua construção foi concluída em 1880, tendo iniciado 632 anos antes, incluindo um hiato de quase 4 séculos nas obras. As suas torres, norte e sul, têm cerca de 157 metros de altura e são ricamente detalhadas e chamam para um demorado exercício de contemplação.

A Catedral de Colônia vista do alto do Kölner Triangle

22.8.13

Ibis Stuttgart – Marienplatz

Em Stuttgart, apesar de ter morado lá por 3 meses, escolhemos uma outra parte da cidade para nos hospedar. E é na bela região da Marienplatz que fica o Ibis Stuttgart Centrum, hotel da rede Accor, que atendeu muito bem nossas necessidades. Além de perto de uma estação de u-bahn, o hotel estava em ótimo estado de conservação, novo, eu diria. Bem ao lado, nós encontramos um REWE –supermercado bacaninha –, uma Backzeit, padaria self-service com pães deliciosos e alguns salgados para serem consumidos ali mesmo, no pequeno salão e, ainda, um Burger King.


20.8.13

Provando a Flammkuche em Colônia

A oferta de restaurantes em Colônia é grande, se comparada ao tamanho da cidade. Andando pelas margens do Reno, você encontrará todo tipo de cozinha que imaginar. Nós simpatizamos com a cara do Ständige Vertretung e entramos. Logo fomos muito bem atendidos, encaminhados para uma mesa e, quando perguntados sobre a bebida, fomos unanimes: cerveja. Eu achei a cerveja de Colônia uma delícia, os alemães brincam dizendo que ela é praticamente água de tão levinha.

Consegui tirar uma foto da cerveja, senhoras e senhores!

Conhecendo St. Pauli - Hamburgo

Sexy shops, cassinos, pub, baladas e muito rock and roll é a receita que resulta em St. Pauli, bairro boêmio de Hamburgo. Como em toda cidade portuária, os bairros que ficam nas cercanias dos portos têm forte predisposição a virar “inferninhos”. St. Pauli não fugiu à regra e hoje é conhecido como o Red Light District da cidade. A Reeperbahn Straße (onde tudo acontece) é facilmente identificável pela quantidade absurda de neons – e mocinhas nas janelas desfilando seus atributos.

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