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17.4.14

Festival de Gastronomia da Montanha de Campos do Jordão

Semana passada fiz um bate-volta rapidinho para conferir de perto um pouquinho do 2º Festival de Gastronomia da Montanha –Campos do Jordão e Região.  O evento, que tem duração de 46 dias – começou em março e segue até maio –, tem por objetivo consolidar a cidade de Campos do Jordão como um dos mais importantes circuitos gastronômicos do país, além difundir e valorizar os elementos da terra.

Palestras, workshops, apresentações, aulas e muita troca, acontecem nas dependências do renomado Centro Universitário Senac da cidade. É possível aprender e compartilhar experiências com produtores locais, chefs renomados  e profissionais do segmento, tudo isso de forma gratuita.




Visitando o Núcleo do Conhecimento, pude participar da palestra, seguida por degustação, sobre as cervejas artesanais da Baden Baden, fábrica que hoje tem um bom porte de produção, mas que não perdeu os traços de suas características artesanais essenciais. Na ocasião, duas cervejas com particularidades muito distintas, nos foram apresentadas: a Witbier, clara, com aroma frutado, que harmoniza bem com carnes brancas e frutos do mar; e a Chocolate, escura, mais densa, muito perfumada, e que, segundo a palestrante, degustadora oficial da cervejaria, vai bem com uma torta de chocolate. Combinação, no mínimo, inusitada.







Para os estudantes, pessoas da comunidade e interessados em geral, presentes na plateia do 2º Festival de Gastronomia da Montanha, além de aprenderem na teoria sobre os insumos locais, tais como: arroz preto, pinhão, truta, cachaça, chocolate, entre outros, durante os 46 dias de evento é possível ver os chefs – profissionais e aprendizes –, executarem as mais diversas receitas com esses ingredientes. Ou seja, uma experiência completa e uma oportunidade ímpar a para quem prestigia o evento.

Em tempo 1: durante os feriados de Páscoa e 1º de maio, os passeios de trem  pela ferrovia que corta a cidade terão paradas especiais para degustação de produtos típicos da região.

Em tempo 2: Entre os dias 17 de abril e 04 de maio acontece na cidade a 8a Temporada Gastronômica do Pinhão, onde será possível encontrar em diversos bares e restaurantes de Campos do Jordão, pratos especiais criados com esse ícone da cozinha da montanha, o pinhão.

Aproveite e programe-se para uns dias em Campos do Jordão. Cidade encantadora nas 4 estações do ano: http://www.raphanomundo.com/2013/09/turismo-em-campos-do-jordao.html





>> O Raphanomundo viajou a convite do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau

25.2.14

Carnaval de Vitória - ES

Quem me acompanha no instagram (segue aí @aretakis) já sabe desde sexta que estava cobrindo o Carnaval de Vitória – ES para o Viajar é Simples, a convite da Prefeitura de Vitória e da Secretaria de Estado de Turismo do Espírito Santo. E se você, assim como eu, não fazia ideia de que Vitória tem um baita carnaval, bem-vindo ao clube.


11.9.13

Onde comer em Balneário Camboriú

Nessa viagem tive a oportunidade de combinar as delícias das cozinhas do Infinity Blue Resort & SPA, com visitas estratégicas aos lugares que mais bombam em Balneário Camboriú.

A primeira parada não é para os fracos de estômago. E não tô falando por causa da cozinha, não é nada exótico. É porque o Porto Cabral é um restaurante flutuante, portanto, comemos ao sabor da ondas. E, para aqueles que não abrem mão da terra firme, pode ser complicado comer por ali. No mais, é uma experiência interessante. A estrela da casa é o King Crab, vindo das profundezas do Alasca direto para as mesas de Balneário Camboriú. De entrada comi umas iscas de peixe deliciosas, acompanhado por um suco de abacaxi mais do que refrescante. O prato principal foi um linguado grelhado com camarões e legumes. Tudo fresco e muito leve.

Almoço com vista no Porto Cabral

5.9.13

Um dia em Balneário Camboriú

A viagem a Balneário Camboriú incluía – além de curtir uns dias gostosos no Infinity Blue Resort & SPA –, um roteiro bem bacana para conhecer um pouco mais da cidade. Então, se sua agenda está apertada, ou você quer algo rápido mesmo, esse roteiro é para você:

O dia começa na Barra Sul, onde subimos a bordo do Barco Pirata para um breve passeio pela Baía da Praia Central, contemplando a Ilha das Cabras. Estávamos vivenciando um típico dia de inverno, com chuva fina e frio e essas não são as melhores condições para um passeio desse tipo. No entanto, para a nossa surpresa, essas foram as condições perfeitas para uma visita muito especial.  Entre um clique e outro, vimos uma baleia nadar tranquilamente em frente ao barco. A emoção desse momento fez o passeio passar num piscar de olhos.

Barco Pirata atracado

29.8.13

Encontro de Blogueiros no Infinity Blue Resort & SPA

Quinta passada eu embarquei rumo a Santa Catarina a fim de participar do 1º Encontro de Blogueiros de Balneário Camboriú. A convite do Infinity  Blue Resort & SPA, em parceria com a Avianca Brasil e apoio da GTA Assistance, passei 3 dias desbravando essa parte especial do litoral brasileiro, até então desconhecida por mim.

A hospedagem foi no belíssimo Infinity Blue Resort, que atendia pelo nome de Recanto das águas, mas há 2 anos – totalmente reformulado –, atende sob novo codinome. Agraciado por um recorte privilegiado do litoral, o hotel conta com uma praia praticamente privativa. E, por causa do relevo acidentado do terreno (por conta desse relevo que carrinhos elétricos estão à disposição para facilitar a nossa vida), boa parte dos seus quartos contam com vista para o mar.

Vista do quarto 404 - prédio luxo


28.8.13

Onde comer em Campos do Jordão

Nessa segunda visita a Campos do Jordão conheci mais dois lugares novos para incrementar ainda mais tagonde comer” da cidade. Os dois estão muito bem localizados, no centro de Capivari.

O primeiro, o Safári Restaurante e Bar, é um bom lugar para um happy hour animado ou jantar mais descontraído. Com uma decoração que segue a temática proposta pelo nome, a casa proporciona um ambiente aconchegante e especial para aqueles dias gostosos de frio. O menu é bem vasto e contempla especialidades que vão do crepe aos pratos mais sofisticados. Porém, acho que a pedida aqui é o bom e reconfortante fondue. No meu caso, antes de partir para o jantar propriamente dito, ainda pude degustar um bolinho de arroz delicioso de entrada. Agora, sim, a sequência de foundue chegou à mesa. Primeiro, o de queijo, acompanhado por pães, batatinhas noisette  e champignons – para mim, a melhor combinação.


23.8.13

Pousada Campos de Provence

A segunda noite em Campos do Jordão foi na charmosíssima Campos de Provence. Só pelo nome, antes de chegar lá, a gente já imagina como deve ser. Mas ao vivo é muito melhor. Ao abrir a porta do meu quarto, senti que o cheiro da lavanda toma conta do ambiente. Parece que fui transportada para os lindos campos da Provence... A vontade é de não deixar mais a suíte.
Tudo é muito aconchegante por lá, quartos menores, mas não menos confortáveis, equipados com TV, DVD, frigobar, mesa de apoio, calefação geral, inclusive no piso, o que dá uma sensação ainda maior de conforto na fria Campos do Jordão.

Menorzinha, e mais perto do centro, a Campos de Provence é ideal para um bom fim de semana

21.8.13

Amantikir - Jardins que falam

Uma das novidades dessa última ida a Campos do Jordão é um passeio que deve estar no roteiro de todos que pretendem visitar a cidade.
O Amantikir* é um imenso jardim no meio da Serra da Mantiqueira, construído sobre 3 pilares: Educação, Diversidade e Sustentabilidade. O intuito deles é que você saia de lá melhor do que entrou. E certamente sairá. Depois desse contato direto com a natureza é muito difícil não ser tocado por tudo aquilo.

Impressionante a paleta de cores do Amantikir

19.8.13

Pousada Campos dos Holandeses

Nossa primeira parada já em Campos do Jordão, foi na pousada Campos dos Holandeses, onde passei uma noite. A pousada fica mais afastada do centro da cidade, cercada por muito verde. Uma delícia para quem está em busca daquela paz e silêncio que só o interior pode proporcionar.
Depois de um rápido check-in, o destino é o salão onde é servido o café da manhã, para mim, o lugar mais gostoso (e bonito) da pousada. Só em ter aquele fogãozão a lenha no meio do caminho, já levou meu coração. Como todo o ambiente é cercado por janelas de vidro, para todos os lados que se olhe, só encontramos natureza pela frente.

Parte do bonito prédio da Pousada Campos dos Holandeses

15.8.13

Brunch na Casa Tavares

Acabei de chegar de uma viagem rapidinha, porém deliciosa, a Campos do Jordão. A convite das pousadas Campos dos Holandeses e Campos de Provence, curtimos dois dias na cidade e agora vou começar a dividir com vocês as novidades que trouxe de lá. No entanto, antes de mais nada, quero mostrar aqui onde foi o nosso pontapé inicial antes de pegar a estrada.

O dia começando cheio de delicadeza

7.8.13

Um fim de semana no Mavsa Resort

Fim de semana passado fomos mais uma vez ao interior do estado afim de conhecer mais um destino bom para uma escapada de fim de semana.
A cidade da vez foi Cesario Lange a, mais ou menos, duas horas de viagem aqui de São Paulo. Na cidade, o nosso objetivo era conhecer o Mavsa Resort Convention & Spa, hotel que em em 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 recebeu os prêmios “Qualidade Brasil” e “Chico Mendes” pela integração sustentável ao meio ambiente.
O acesso até o hotel é super fácil, ele está praticamente dentro da cidade. No check-in tudo rápido e muito cordial. Em poucos minutos já estávamos com os cartões do quarto e as pulseiras que identificam o hóspede no sistema all inclusive. Da recepção nós fomos encaminhados para um carrinho elétrico (aqueles de golf) que nos deixou praticamente no nosso quarto. 


  • Quarto 

A nossa suíte, 342, que fica no primeiro andar do bloco Première, tem 50m2, duas camas queen size, tv de LCD com canais a cabo, pia dupla, amenities personalizadas Mavsa, ducha maravilhosa – separada do banheiro –, frigobar (as bebidas dele também estão no all inclusive, com direito a uma reposição diária), mesa de trabalho, duas poltronas e uma varanda ampla com vista para a área de lazer que, só ao acordar, no sábado pela manhã, descobrimos ser uma vista maravilhosa para piscinas e lagos. Sem contar com as andorinhas que fazem uma farra boa por ali. Ar puro e natureza, quero mais o quê?

Vista do quarto no sábado pela manhã

29.7.13

Cunha - Cerâmica / Queima do Raku / Arte espanhola

Para quem visita Cunha, no interior do estado de São Paulo, conhecer alguns ateliês de cerâmica é um passeio obrigatório. Considerada um pólo brasileiro, a arte ceramista da cidade encanta pela diversidade e beleza.
Conversar com os ceramistas, saber como é o passo-a-passo por trás de cada peça e perceber a singularidade  de cada trabalho é mandatório para sair de Cunha sabendo um pouquinho mais do riscado. No entanto, quando existe a oportunidade de ver uma técnica ser executada ao vivo, essa experiência atinge um outro nível de envolvimento. E, automaticamente, o grau de admiração por esse trabalho aumenta.

E foi essa a sensação que tivemos ao participar da Queima do Raku no Gaia Arte Cerâmica. O Raku, técnica de cerâmica japonesa, consiste em queimar as peças – já moldadas e em ponto de biscoito –, num forno que atinge cerca de 1.000 graus. Mali e Wagner, ceramistas responsáveis pelo ateliê, abrem as portas da sua oficina em noites específicas do ano, para receber ali turistas, ceramistas e interessados em aprender um pouco sobre a técnica. Em meio a um bate papo descontraído, Mali nos conta a história do Raku, sobre como ele surgiu na queima das peças para a cerimônia do chá, no Japão. Enquanto a conversa se desenrola, Wagner é o responsável pelo operacional da coisa. Acomoda as peças no forno, o fecha,  acende os maçaricos e dá início ao processo. O ponto alto do ritual é, sem dúvida, quando o forno atinge a temperatura correta e, com as luzes do ambiente apagadas, ele é aberto e podemos ver todas as peças incandescentes, lindas, quase vivas, em brasa. Após nosso encantamento, o processo segue, as peças são transferidas para um local com jornal e serragem e abafadas. Por fim, elas são resfriadas, limpas e postas à venda.

As peças do Gaia Arte Cerâmica prontas para a queima

26.7.13

Cunha - Restaurantes

Como dito anteriormente, a gastronomia em Cunha é um capítulo à parte. Composta por ingredientes regionais de primeiríssima qualidade, resultando numa cozinha absolutamente particular, ela agrada a todos e conquista imediatamente quem a prova.

Nesse post eu trago duas novidades e um repeteco da primeira vez. Afinal de contas, Cunha é daqueles lugares onde você vai achando cantinhos especiais e é quase impossível não retornar a eles.


Na sexta à noite, chegando à cidade,  partimos para a primeira novidade. O Celeiro do Gutto – Pouso e Rango – começou como um restaurante e hoje também é uma pousada exclusivíssima. Mas vamos começar do começo. Depois  de 4km pela estrada de terra nos deparamos com a calorosa recepção dos fiéis companheiros do Celeiro: Nando e Pedro Paulo. Depois de latidos, reconhecimento e aceitação, descemos do carro e observamos o céu – não sei se já falei isso, mas o céu de Cunha é um espetáculo. Logo, o responsável por dar nome ao lugar, o Gutto, nos recebe de forma super atenciosa e nos apresenta ao Fabrício, que também coordena parte do Celeiro. Devidamente apresentados, damos uma rápida volta pela propriedade. De cara eu fico completamente apaixonada pela paz, organização e charme do lugar. Infelizmente o nosso propósito ali era só o jantar, mas a vontade imediata era de, pelo menos, 1 mês naquele ambiente especial.

O ambiente aconchegante do Celeiro do Gutto

24.7.13

Cunha - Pousada Sotaque Mineiro

Aqui vamos nós com mais uma dica de hospedagem em Cunha. A pousada Sotaque Mineiro está localizada no trecho cunha-paraty da estrada,  na roça – região que está fora da cidade.

Saindo da SP 171, no km 58,8, mais 2km de estrada de terra depois, chegamos à simpática porteira que dá entrada à propriedade. A pousada está dividida entre 5 chalés (apenas um sem lareira), 4 suítes, recepção, salão de café da manhã, bar + sala de jogos e piscina. Lá tudo é muito informal, até parece que estamos sendo recebidos na casa de um parente. Simplicidade é a ordem aqui. O Sr. Dalvo e Dona Maria, donos e muito cordiais, fazem questão de nos deixar bem à vontade.

Sotaque Mineiro: portas abertas para o descanso

22.7.13

Cunha - Parque Estadual da Serra do Mar

Como disse no primeiro texto, um dos nossos pilares dessa segunda visita a Cunha foi a natureza. Só em estar no destino em si, já nos sentimos conectados a ela. Mas nós ainda fomos mais a fundo, seguimos para o Parque Estadual da Serra do Mar - núcleo Cunha a fim de conhecer a estrutura e o que é oferecido ao visitante. Até chegar ao parque percorremos 20km em estrada de terra – relativamente boa, só os últimos quilômetros estão mais castigados. Pelo meio do caminho, pequenas residências, escola, fazendas, vendas, cachoeira e muito verde.

A caminho do Parque Estadual já nos deparamos com essa linda cachoeira

18.7.13

Cunha - Encontro de Congadas

Prestes a fazer um ano da nossa primeira visita a Cunha, cidade do Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, recebemos o convite da Secretaria de Turismo para retornar à cidade a fim de conhecer os muitos outros atrativos que ficaram pendentes na nossa lista.  De cara, desde essa primeira vez, já nos encantamos com a simplicidade e a tranquilidade de Cunha, então, foi muito fácil fazer as malas e pegar a estrada mais uma vez. A integração com a natureza, o artesanato e a cultura foram os três pilares da nossa última visita – sem falar na gastronomia maravilhosa, um capítulo à parte.

Ao longo dos próximos dias vocês acompanharão cada detalhe dessa viagem, através de relatos deliciosos, sobre esse pedacinho do interior do estado que conquistou de vez nossos corações.

Os dias da nossa viagem parecem que foram cuidadosamente programados para presenciarmos 2 grandes eventos na cidade: O Festival de Inverno “Acordes na Serra” e o início da Festa do Divino Espírito Santo. No sábado, prestigiamos o Encontro de Congadas, um dos eventos que deu início às festividades.

Igreja do Rosário e São Benedito, construída em 1793, aberta ao público somente em dias de festa

8.4.13

Salinas do Maragogi - Todos os posts






Tá pra surgir coisa mais legal do que viajar. Ainda mais quando a viagem é para um paraíso desses! Em Maragogi a gente mescla a grandeza da natureza com o conforto de um resort mais do que querido. É isso que eu posso dizer do Salinas do Maragogi, que de tão bom, parece que a gente está na nossa casa, só que num cenário 1.000 vezes melhor!

Portanto, não perca tempo! Viaja aqui nos posts, se programa e corre para Alagoas. Garanto que vai ser difícil voltar pra casa :)



Passeio de lancha em Maragogi


O passeio de lancha oferecido pelo Salinas do Maragogi é algo bem mais exclusivo. Parando para pensar direitinho...  Bota exclusivo nisso. Nós fomos para à C’roa de São Bento, lugar onde a exploração em massa, como é o caso das Galés, ainda não é permitido. Esse banco de areia no meio do mar é deslumbrante. Não tem nem como descrever tanto, acho que nem as fotos falam por si dessa vez. Complicado foi o momento em que me peguei pensando em como fotografar, filmar, aproveitar e viver aquilo ali. Dessa vez eu optei por tirar algumas fotos e correr para curtir aquele paraíso só meu. Bem, meu, da minha companheira de viagem, Estefania, e do marinheiro. :)

Chegando à C'roa de São Bento

5.4.13

Santuário do Peixe-boi em Alagoas


Um dos passeios mais incríveis que fiz nessa viagem a Alagoas foi a visita ao Santuário do Peixe-Boi do Projeto Aribama. Quando soube da possibilidade dessa visita cheguei a pensar que seria algo bem semelhante ao que já tinha visto em Itamaracá, por exemplo, mas não. É completamente diferente. E muito, muito encantador.

O caminho até lá não é fácil. Aproveitei meu passeio de buggy pelo litoral sul, atravessei a balsa e cheguei até Porto de Pedras. Da balsa até a sede do projeto tem mais um chãozinho. Chegando lá nós pagamos a entrada (R$ 40,00 por pessoa) e recebemos uma breve explicação sobre o passeio. Nessa hora eles fazem questão de frizar que faremos um passeio de observação, portanto, mesmo o Rio Tatuamunha sendo morada de 13 peixes-boi, é possível que eles não sejam avistados. Entenda: O passeio é feito no rio, os peixes-boi estão soltos, eles podem estar por lá ou no mar (inclusive as fêmeas preferem o mar e constantemente são vistas em Maragogi). Ou seja, já vai avisado, sem decepção.

O buggy esperando a travessia da balsa

3.4.13

Salinas do Maragogi - All Inclusive


Todo mundo já deve estar careca de saber o significado dessas duas palavrinhas mágicas. Aos que não estão, explico: Em tradução livre quer dizer “tudo incluso”. E lá no Salinas do Maragogi é assim mesmo, todas as bebidas e refeições estão inclusas no valor da diária. Café da manhã, lanches, petiscos, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite serão os momentos onde dá pra fazer uma boquinha. Ou seja, o tempo inteiro.

Área do resort que abriga também o Restaurante Galés

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