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23.10.14

ibis budget Paraíso - Hospedagem econômica e bem localizada em São Paulo

Em agosto eu fui a São Paulo para participar da 42a ABAV – Expo Internacional do Turismo. Como a feira acontece no Anhembi, para mim era essencial estar perto de um metrô, assim eu atravessaria a cidade rapidamente. Dessa vez eu não precisava de um hotel com uma super infraestrutura uma vez que ficaria o dia todo na rua, portanto, meu objetivo era uma boa noite de sono numa localização estratégica.  O Ibis Budget Paraíso – fazendo parte da bandeira mais econômica da rede hoteleira Accor –, cumpriu muito bem a proposta. O hotel é colado à estação Paraíso do metrô – linhas azul e verde –, pertinho da Avenida Paulista, bem organizado, todo remodelado e tem um décor moderninho.

ibis budget Paraíso - Recepção

6.10.14

Facilidades em Paris

Duas dicas úteis para a sua próxima viagem a Paris!

Não deixe de adquirir o Paris Visite, cartão para ser utilizado nos transportes públicos da cidade (válido para ônibus, metrôs e funicular de Montmartre) e, de quebra,  dá desconto em algumas atrações culturais, pontos turísticos e passeios.  Nós utilizamos essa facilidade todas as vezes que fomos a Paris e não nos arrependemos.

Com o Paris Visite dá para usar o transporte público da capital francesa quantas vezes quiser

16.7.13

Transporte em Santiago

Chegando no aeroporto

Nesse post que fecha a série sobre Santiago, nós achamos por bem reunir algumas dicas práticas de locomoção na capital chilena, facilitando ainda mais sua viagem.

O primeiro contato, logo após o desembarque no aeroporto, não é dos mais agradáveis pois o assédio é fortíssimo. Prestadores de serviços de todos os tipos oferecem seus trabalhos e incomodam bastante. Incômodo do nível: o taxista nos acompanhou até o caixa eletrônico onde sacamos os primeiros pesos chilenos. Terrível. Se você já sabe como irá chegar no seu hotel, o negócio é ser firme, dizer não e seguir andando. Nosso caso era exatamente esse, nós já sabíamos como ir ao hotel. De ônibus. Vários blogs indicam essa forma de chegar no centro então, resolvemos testar o serviço, a jeito mais em conta de chegar no centro da cidade.

Na ida (aeroporto/centro) usamos os serviços da Centropuerto.  A cada 10 minutos os ônibus partem do aeroporto com sentido ao centro de Santiago, com paradas específicas em estações do metrô. A passagem custa 1.300 pesos por pessoa/trecho e é adquirida diretamente com o motorista, se comprar o ticket de volta, sai por $2.500. O ônibus que pegamos era bem antiguinho, sem muita pompa, com um lugarzinho para por a mala atrás do motorista. Não tem sinalização de paradas, ou seja, se você não sabe o trajeto, é melhor dizer ao motorista onde quer descer.


Ônibus da TurBus para o aeroporto na plataforma da estação Universidade de Santiago

24.7.12

Dicas para economizar em São Paulo


Faz tempo que queremos escrever aqui no blog algumas dicas para aquelas pessoas que vem a São Paulo por conta própria e com o orçamento apertado.

Dica #1: Como se locomover

Pra gente, usar o sistema de transporte público é a melhor pedida para percorrer longas distâncias. O taxi pode sair em conta em distâncias curtas, portanto não dá pra esquecer dele!

Foto Instagram @aretakis

14.2.12

Segredos de Minas Restaurante

Num desses sábados acordamos morrendo de vontade de comer uma comida diferente e decidimos  por comida mineira. Só faltava saber em qual restaurante comer. Buscamos alguns e optamos pelo Segredos de Minas, que fica na Bela Cintra. Já que o restaurante está a uma distância bem aceitável do metrô (cerca de 300 metros), escolhemos usar o transporte e assim, poder tomar nossos bons drinks em paz. 






Chegando lá, nada de filas. Já fomos encaminhados para nossa mesa e nos sentamos. O ambiente do restaurante é bem simples, mas organizado. A cerveja que pedimos para começar veio mais que gelada à mesa, veio trincando. O cardápio é super variado e cheio de especialidades, mas como estávamos com vontade de comida mineira, nós escolhemos o Pernil de Panela, acompanhado de tutu, couve, arroz e angu. Tudo estava muito saboroso, bem feito e farto. Três pessoas comem fácil os pratos que são indicados para duas. 

Além da cerveja gelada, o restaurante oferece as famosas cachaças mineiras, caipirinhas, caipiroscas... Achei os preços das bebidas bem salgados se comparados aos preços dos pratos, mas ainda assim, o Segredos de Minas trabalha com preços super camaradas (pagamos R$ 34,00 por pessoa). 

Saímos de lá super satisfeitos e com a intenção de voltar muito em breve. 

Rua Bela Cintra, 919. Consolação - São Paulo
Metrô - Estação Consolação

16.1.12

New York: Facilidades

Vamos retomar os posts da incrível NY antes mesmo que eu me esqueça de detalhes importantes dessa viagem maravilhosa, sabe como é... a idade vem chegando haha... 



Durante a nossa viagem, usamos três facilidades que foram úteis e econômicas nos nossos passeios em NYC.

MetroCard

Antes de tudo, dependendo do lugar e do tempo que você terá na cidade, vale muito a pena usar o MetroCard, que funciona tanto para as linhas de metrô, quanto para os ônibus. O MetroCard pode ser adquirido nas máquinas de autoserviço que aceitam ou dinheiro ou cartões senão os dois (nem sempre todas são encontradas em todas as estações) e também nas bilheterias.

Nós começamos pelo cartão 7-Day Unlimited Pass, que permite usar o sistema de transporte quantas vezes quiser, até a meia noite do sétimo dia após a compra. Este cartão custa US$ 29. Um bilhete de metrô avulso custa US$ 2,25. Nos dois dias restantes usamos o cartão pré pago, que te dá 10% de desconto no valor regular da tarifa. Mesmo que você prefira curtir a ilha andando, ter a opção de usar o transporte para fazer deslocamentos maiores de metrô ou mesmo o ônibus para ganhar algumas quadras, é conveniente.

New York City Pass

Se for a sua primeira vez na cidade e você quiser ticar as atrações turísticas, uma das pedidas pode ser o New York CityPass.
Existem outras opções de passes que incluem o transporte ou englobam dezenas de atrações, mas nós, que nem queríamos seguir uma programação fechada, acabamos cedendo ao CityPass por uma razão simples: oferecia 5 atrações que não queríamos deixar de ir, no total de 6. O valor do CityPass é US$79. O valor integral das atrações compradas individualmente é US$162.

O CityPass inclui entradas para: Empire State Building, The Metropolitan Museum of Art (MET), American Museum of Natural History, MoMA (The Museum of Modern Art), Statue of Liberty & Ellis Island OU Circle Line Cruise e Top of the Rock OU Guggenheim MuseumO CityPass pode ser comprador online ou adquirido diretamente nas bilheterias de qualquer uma das atrações do passe, pelo mesmo preço. Além do desconto nas atrações, nós pulamos as filas do MET, MoMA e Natural History... Mão na roda!

TKTS

E por último, a não ser que você queira ver um único espetáculo da Broadway, num dia específico da sua viagem, vale a pena visitar um dos guichês da tkts para ver os descontos disponíveis para os musicais ou peças na cidade.

Funciona da seguinte forma: Para espetáculos noturnos no próprio dia ou matinês do dia seguinte, é possível encontrar lugares com até 50% do valor regular do espetáculo. Um Display no local mostra que espetáculos estão disponíveis e com qual desconto. Também é possível consultar os descontos online pelo site ou pelo App via iPhone.
Se você escolher previamente dois ou três espetáculos que gostaria de ver, será maior a chance de conseguir um ingresso. Deve-se chegar mais ou menos uma hora antes do início do espetáculo, ir à bilheteria do tkts, escolher os lugares, pagar e se encaminhar ao teatro pra curtir o espetáculo! Nós fomos de Memphis. Além do desconto, sentamos num lugar incrível!

Usando estas três dicas, acabamos nos preocupando menos e ganhando tempo para aproveitar esta cidade incomparável. 

27.9.11

Como chegar aos aeroportos de Congonhas e Guarulhos (Cumbica) usando o transporte público

Muitas pessoas têm dúvidas sobre como ir até os aeroportos de Guarulhos e Congonhas usando o metrô. As linhas de metrô ainda não chegam aos aeroportos paulistanos, mas te levam a pontos estratégicos de forma rápida e sem trânsito! Aqui nós reunimos algumas informações úteis:

Imagem: banco de imagens

28.9.10

Buenos Aires - Transportes

Para se locomover em Buenos Aires o turista não encontra dificuldades. A malha do metrô é boa e composta por 5 linhas. Onde não dá pra chegar sobre trilhos tem ônibus. E se ele gosta de um pouco mais de conforto, os táxis na cidade porteña aparecem em abundância. A seguir darei dicas de como usar esses 3 tipos de transporte:

TÁXI

Para ir do aeroporto Ezeiza ao centro de Buenos Aires tínhamos a informação de que poderíamos pegar um táxi pré-pago, chamado remis, por $110,00 (+- R$ 55,00). Ao passar pelo portão de desembarque nós chegamos em uma área com vários guichês para trocar dinheiro (a cotação no aeroporto é altíssima - não recomendo), obter informações turísticas e, o que nos interessava, conseguir um táxi seguro que nos levasse ao centro. É só chegar no balcão, dizer o destino, pagar (o pagamento pode ser feito com cartão de crédito) e pronto. Você é imediatamente apresentado ao motorista que fará o percurso. Também existe a possibilidade de ir em ônibus especiais, por $55,00, mas eles deixam em um ponto fixo no centro e de lá teria mais uma outra condução para o hotel. Para quem viaja sozinho é a opção mais em conta, mas não é o meu caso. 

Em Buenos Aires a oferta de táxi, como eu disse antes, não está no gibi. Porém, antes de ir, li vários relatos de turistas que recebiam como troco dos taxistas notas falsas. Um absurdo. Muitos viajantes andam com notas altas e tentam trocar o dinheiro pagando suas corridas. Para não termos esse tipo de surpresa desagradável, nos preparamos. Procuramos pagar o táxi com o dinheiro certo ou com o mínimo de troco a receber. Deixamos para trocar o dinheiro em lanchonetes, restaurantes, lojas e etc. Como a circulação de notas falsas é alta na cidade, vendedores, garçons e caixas, ao receberem o pagamento, fazem questão de colocar o dinheiro contra a luz para constatar a veracidade da nota. Então, não fique chateado se isso acontecer. É normal!


METRÔ

O Subte, como é chamado o metrô em Buenos Aires, não tem uma malha muito grande, mas como todo metrô, quebra um super galho. Ela é composta por 5 linhas que são identificadas por letras: A - Celeste / B - Vermelha / C - Azul / D - Verde / E - Violeta. A linha "A", que fica muito perto do hotel onde nos hospedamos, tem uns trens MUITO antigos (fotos no flickr). É uma coisa linda, parece que estamos num filme. Pesquisando, descobri que essa linha foi construída em 1913 e é a linha subterrânea mais antiga da América Latina. O metrô lá é bastante lotado, principalmente nas horas de pico. Se brincar não cabe uma mosca. As estações são bem sucateadas, mas guardam azulejos antigos e murais com obras de arte, então, para mim, tudo faz parte de um lindo cenário. O valor da viagem é de $1,10 menos de R$ 1,00.


ÔNIBUS

Diferente do metrô, quando andamos de ônibus temos a oportunidade de ver e sentir a cidade. Sempre procuramos nos misturar com os locais para, assim, termos uma leve ideia de como seria viver o nosso dia a dia no lugar que estamos visitando. Sempre achei mais fácil andar de ônibus fora do Brasil e em Buenos Aires não foi diferente. As linhas são identificadas por números e nos pontos, ainda que timidamente, placas sinalizam quais delas passam por ali e mostram os itinerários. As pessoas fazem filas e entram em ordem no coletivo, ninguém passa na frente de ninguém. Lá eles não têm cobrador (ou trocador) você diz o destino e a quantidade de pessoas ao motorista e ele calcula o valor da passagem na hora (geralmente $1,25 - mais uma vez, menos de R$ 1,00). O total que você tem que pagar aparece no visor da máquina que só aceita moedas (guarde todas as moedas se quiser tomar um ônibus, pois lá elas são artigo de luxo) após inserir as moedas e atingir o valor um comprovante de pagamento é impresso, e se for o caso, o troco é devolvido. Simples e eficiente!

Para voltar ao Ezeiza nos arriscamos e tomamos um ônibus. Depois de uma breve pesquisa vimos que a linha 8, que leva ao aeroporto, passava num ponto bem próximo ao hotel. Às 10h fizemos o check-out e fomos para o ponto, nosso vôo era às 14:30, tínhamos tempo de sobra. Dez minutos de espera e já estávamos no tranquilo ônibus rumo ao Ezeiza. Pagamos, por pessoa, $ 2,00 (R$ 1,00) e duas horas depois, chegamos ao destino. Demorou, fato, mas foi experiência, né? Então, serviu! Bom saber que existe uma outra opção, baratíssima por sinal, de se chegar ao distante aeroporto.


Bom, é isso. Espero que essas dicas sejam úteis e qualquer dúvida é só perguntar: tem e-mail, comentários e twitter (segue aí @aretakis).

11.6.10

Praga

Eu já posso começar esse post dizendo que nós nos arrependemos amargamente de só separar um dia para Praga. Que cidade é essa? Acredito que seja cidade para uma vida. Bom, depois do desabafo vamos ao que interessa.
Praga é linda (vou repetir isso quantas vezes for preciso), o povo tem um estilo próprio que complementa a beleza do lugar. Mesmo sendo turística os turistas daqui não tem aquela afetação dos grandes centros. Bem diferente de Londres e Paris, o público que vem a Praga é mais maduro e menos ansioso. O transporte público é composto por ônibus, metrô e tram (minha mais nova obssessão - me peguei uma pessoa que ama os trams e tira fotos alucinadamente de todos eles). Eles são uma espécie de bonde e ajudam a dar um clima todo especial à cidade. O transporte de lá é bem organizado e eficiente. Você consegue pegar um ônibus dentro do aeroporto e descer dentro do metrô.


A cidade é tão maravilhosa que, mesmo com um ticket que dá direito a pegar todos os transportes quantas vezes quiser durante 24h, fizemos o passeio pela cidade inteira a pé! Tinha chovido bastante pela manhã, mas quando saímos do hotel a chuva já havia parado e o dia ficou nublado e frio, do jeito que eu gosto. Saímos andando sem rumo, entrado de rua em rua, ora nos deparando com monumentos, ora elegendo nossos próprios monumentos. Como essa praça, que não consta em mapa algum e é simplesmente uma obra de arte!
A riqueza nos detalhes, a perfeição do movimento das estátuas, confesso que ficamos encantados com essa praça. Nunca vi mais bonita e se vi, não me lembro mais.







Seguindo nosso caminho (e intuição), nós chegamos a Ponte Carlos, em tcheco Karlův most , que é a ponte mais antiga de Praga e a segunda ponte mais antiga da República Tcheca. Dessa ponte temos a visão do outro lado da cidade, juntamente com o seu castelo.


Já do outro lado da ponte, nós encontramos o, acredito eu, mais famoso ponto turístico de Praga. O Orloj é um relógio astronômico medieval que fica na parede da prefeitura da cidade, na praça da Cidade Velha. É surreal esse relógio de tão lindo! E aí sim, nesse lugar tem muita gente tirando foto e foi onde eu encontrei minha primeira noiva.

Ainda na Praça da Cidade Velha, nos deparamos com a catedral em estilo gótico Týn que também, como já falado em outros posts, passava por reformas. Muitos prédios e monumentos de toda a Europa (eu acho), passa por reformas quando vai chegando o verão.

Depois de mais de 5h de caminhada já havíamos visto bastante coisa. Pegamos um bonde sem um destino certo. Descemos na Praça da Paz (Námĕstí Míru) onde tem a igreja neo gótica de Saint Ludmila. A praça é linda, sem comentários. No entanto, restava rolando o EkoFestival e era uma vibe totalmente diferente do restante da cidade. Várias banquinhas de produtos ecologicamente corretos ocupavam diversos locais da praça. Ainda tinha uma banquinha do Green Peace e no meio de tudo, um palco. Show da banda Fibidus para 3 crianças, 2 idosos e um casal de turistas, no caso, nós! Foi muito engraçado participar do micro festival.


Nosso dia já estava acabando e no dia seguinte pegaríamos o trem logo cedo para Budapeste. Rumamos de volta ao hotel. Ficamos numa estação super perto do Národní Muzeum (Museu Nacional) de Praga e seu belíssimo prédio neo renascentista que fica no fim da Praça Venceslau, principal praça da cidade. Esse museu é o grande símbolo da cultura Tcheca.


Ainda falta falar do que comemos em Praga, das publicidades e de mais o que vier na minha cabeça. Os posts não vão ser como os das outras viagens, pois a copa está começando e acredito que vá acontecer muita coisa legal aqui em Stuttgart, então, me darei o direito de interromper a postagem da última viagem para colocar o que eu achar interessante nesse tempo onde o mundo respira futebol e aqui na Alemanha o pessoal não está brincando em serviço.

p.s. Esse post vai para Anna Terra, menina de sorriso largo, danada, inteligente que só ela, redatora de mão cheia que gosta das coisas simples que enchem a vista e aquecem o coração. Praga é pra você, Terrinha. Feliz Aniversário!

31.5.10

paris - última parte

Tentamos deixar o último dia o mais light possível para não chegarmos em casa muito cansados. Ledo engano. Não tem como ser light em Paris! Não dá pra perder um minuto sequer e, talvez por ser o nosso último dia, a vontade de andar era enorme.
Assim que deixamos o hotel fomos na Galeria Lafayette, que é o paraíso do consumo. Todas as grandes marcas num só lugar vendendo todos os itens possíveis e imagináveis. Entramos (sem saber) logo pelo piso dos sapatos, juro que dá vontade de morrer. São MUITOS sapatos, sandálias, sapatilhas, botas, ankle boots, rasteiras...etc. Passamos bem mais de 1h por lá.
Além de tudo, o prédio que abriga a loja é lindo e muito rico em detalhes. É realmente um ponto turístico.


Depois de esperar a Becky Bloom que existe em mim adormecer, pegamos o metrô para a Châtelet a fim de caminhar até a Notre Dame, pois quando estivemos lá da primeira vez fizemos um caminho diferente. Dessa vez, saímos da estação com direção à rue de Rivoli, passamos pela Tour Saint Jacques e chegamos ao Hôtel de Ville, prédio que abriga a prefeitura da cidade de Paris. Caminhamos pelo Quai de Gesvres, onde tem um monte de banquinhas vendendo livros, postais e propagandas super antigas, atravessamos a Pont Notre Dame e chegamos à Catedral.




Antes de sair do hotel eu já havia me informado que perto da Notre Dame existia a possibilidade de pegar o Bateau Mouche para fazer o passeio no Rio Sena. E foi o que fizemos. Compramos o nosso bilhete para o passeio que dura 1h e passa por 24 pontes. Vale muito a pena! Como o dia estava novamente ensolarado, sentir essa brisa do rio foi refrescante. Ao longo do passeio a guia conta uma breve história das pontes e prédios em 3 línguas. Quando estamos prestes a passar pela Pont Marie a guia diz que se, ao passar por baixo da ponte, fecharmos os olhos e fizermos um desejo, ele vai se realizar. Como era a segunda vez que fazia esse passeio, não custava nada reforçar o primeiro pedido, né? Vai que acontece! hehehe...



Essa uma hora, em especial, passa voando! Após o passeio, fomos em direção ao Boulevard Saint-Michel procurar um lugar para almoçar e dar uma olhada no mapa para ver nosso próximo roteiro. Os arredores dessa parte da cidade são cheios de bares, restaurantes e lojas. Com o passar das horas, a quantidade de gente nas ruas ia aumentando e todos os lugares eram disputadíssimos. Após almoçar, demos uma volta pelo Boulevard Saint-German e partimos rumo ao Centre Pompidou. Esse centro é um dos marcos da pós-modernidade da cidade. Dentro dele podemos encontrar museu, teatro, biblioteca e intervenções culturais. As pessoas vão pra lá e ficam no pátio, onde artistas de rua mostram o seu trabalho. Ainda no seu pátio podemos encontrar várias lojas de souvenirs e cafés.
Foi um fim de tarde inesquecível.



Dessa vez, olhei Paris com olhos de velha conhecida e, ainda assim, achei melhor do que com olhos de primeira vez. Acredito que em Paris, nem a milésima vez a gente esquece.

28.5.10

paris - parte 2

No segundo dia acordamos quebrados, porém prontos para passear bastante. Fomos direto para Montparnasse, que por ser um domingo, estava absolutamente tranquilo e agradável. Cafés e restaurantes abertos com suas pequenas mesas nas calçadas, esperavam seus fregueses que contemplariam mais um belo dia na cidade.



Um pouco mais quente que no dia anterior, descemos na Champs-Elysées Clemanceau, pode pudemos apreciar o evento Nature Capitale. Passeamos pela linda e lotada avenida Champs-Elysées, entramos em algumas lojas como Sephora, Adidas, Virgin Megastore e Fnac. Paris está bem mais cheia do que em 2007. Nunca vi tanta gente na minha vida. A linha 1 do metrô, que leva de La Défense até a Château de Vicennes se assemelhava muito com a linha azul do metrô de São Paulo na hora do rush, salvo pela diferença que em Sampa, fica proibida a entrada de animais.




Após o passeio na Avenida mais charmosa da cidade, fomos para a estação Charles de Gaulle - Étoile com direção à Palais Royal - Musée du Louvre, onde fica a já conhecida pirâmide de entrada do museu do Louvre. Dessa vez não entramos no museu, que a julgar pela quantidade de gente, deveria estar insuportavelmente lotado. Ficamos um pouco lá na frente, mas o calor só aumentava. Corremos para o parque mais próximo (ideia nem um pouco exclusiva) e tentamos achar um lugarzinho à sombra.




Eu já disse aqui que sou totalmente a favor do sol se, somente se, houver uma praia onde eu possa ficar a vontade, tomar um banho e uma cerveja bem gelada? Pronto! Paris não tem praia, logo, não existe a necessidade de tanto sol e calor. O passeio se torna incômodo, uma vez que caminhamos muito e, de fato, essa é uma cidade que te convida para uma boa caminhada, mas ficar toda suada e sair cor-de-rosa em todas as fotos, não dá, né?

26.5.10

paris - parte 1

Como já havíamos estado na cidade por 7 dias em 2007, não chegamos com tanta sede ao pote (no quesito pontos turísticos). O objetivo principal dessa viagem, em especial do primeiro dia, era ver o show da Lady Gaga.
Assim que chegamos à cidade, na primeira estação de metrô compramos o bilhete Paris Visite que dá direito a pegar metrô, ônibus e RER quantas vezes quiser. A nossa opção, que foi das zonas 1-3 por 3 dias, saiu por € 20.00 por pessoa. Com esse bilhete ainda ganhamos 25% de desconto no passeio da Bateaux Parisiens e mais 10% de desconto nas compras acima de €40.00 nas Galeries Lafayette.
O check-in no hotel era só ao meio-dia, então, deixamos as malas por lá, tomamos um café e rumamos para a Torre Eiffel, que para mim, é o símbolo mais bonito da cidade. Chega a ser emocionante estar perto dela novamente mas, para a nossa surpresa, ela, assim como parte das estações de metrô e outros monumentos, também passa por reformas. Para completar, ainda instalavam um half gigante para um evento de skate que vai acontecer dentro de alguns dias.

O dia estava lindo, um céu azul e sem nenhuma nuvem para atrapalhar. Às 10h já fazia 24º e a gente nem sabia o que viria pela frente: por baixo, mais uns 5º e a sensação de estar passeando pelas ruas do Recife era quase real de tanto calor que nós sentimos. Atravessamos a Pont d'Iéna e caminhamos às margens do Sena na Av. New York em direção à estação Passy do metrô. Pela tarde, fizemos o check-in no hotel e fomos descansar e nos organizar para o show (que já teve o seu post devidamente publicado) que aconteceria às 19:30 no Palais Omnisport em Bercy.


19.4.10

liberdade



Ontem, aqui em São Paulo, fez um dia lindo de outono, o céu sem nenhuma nuvem, azul, azul e o clima bem agradável. Decidimos ir na Liberdade passear e almoçar. Pra quem não conhece, São Paulo abriga a maior colônia japonesa fora do Japão e esse bairro fica no centro da cidade, sendo o maior reduto da comunidade japonesa.
É muito lindo, assim que você chega, vê as lanternas tipicamente orientais, várias lojas vendendo os mais diversos artigos e a feirinha temática reforçando essa identidade. Ainda tem barraquinhas de comidas típicas, restaurantes e bancas de orquídeas.
Pra completar, por lá você minha loja preferida: a Ikesaki. Ela é IMENSA e tem tudo o que você pensar em cosméticos, do caro ao barato, de sabonete a móveis para salão de beleza. Essa loja está sempre cheia, não importando o dia da semana. Sempre que o tempo está bom, vale a pena dar uma volta por lá.
Depois de almoço e comprinhas, ainda tinha a tarde toda pela frente e isso nos rendeu uma ida ao cinema e mais comprinhas no shopping, mas esse capítulo compras + shopping fica para um (ou vários) próximo post.

Boa semana a todos!
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