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21.5.15

Maceió de Praia em Praia

Voltei a Maceió depois de muitos anos, não sei bem precisar quando, mas não visitava a cidade há uns 15 anos. Aqui vale compartilhar alguns fatos: já morei em Maceió, nos idos de 1985, meu irmão é alagoano e o estado sempre esteve no roteiro em nossas férias exploratórias pelo NE. Em abril desse ano passei 4 dias com meus pais na capital alagoana, deslumbrada a cada instante com a cor do mar e o calor do sol, pude colorir um pouco essa memória que já se encontrava turva.

Totem "Eu amo Maceió" na Praia de Ponta Verde

Alagoas e Pernambuco têm, juntos, o pedaço mais bonito do litoral do Nordeste, quiçá do Brasil – falo em termos de cor de água. Um mar que não se decide entre o verde e azul (e toda a gama entre esses dois tons), que enche a vista e convida para um banho de mar, uma caminhada na orla, um passeio de bike, barco ou buggy. Jatiúca, Ponta Verde e Pajuçara fazem a tríade de praias urbanas – e por urbanas leia-se mais gente, mais ambulante e uma pitada de poluição, mas a beleza é tamanha que essas coisas ficam em 2º plano. A seguir faço um praia-a-praia dos locais visitados nesses 4 dias no “Paraíso das Águas”.

Jatiúca – Frequentada por surfistas, muitas pessoas dizem que ela não é boa para o banho por conta da poluição, mas não desanime, passeie pelo calçadão e se farte com uma deliciosa tapioca direto das famosas tapioqueiras de Maceió. Aos adeptos da gourmetização por ali no calçadão da Jatiúca também observei uma movimentação de food trucks;

Ponta Verde – Considerada a melhor praia urbana de Maceió, o mar ali é bom para o banho, calmo, morno, excelente para quem viaja com crianças e para quem quer fazer esportes náuticos (SUP – stand-up paddle, snorkel, caiaque). Nessa praia estão duas renomadas barracas, a Kanoa, que não conhecemos, e a Lopana, que como bem disse Álvaro Garnero, “É o que toda barraca de praia quer ser quando crescer”. E é mesmo, nunca estive num quiosque tão organizado, com um serviço tão bacana. A minha bebida durante esses 4 dias em Maceió foi Caipirosca de Seriguela, e a Lopana oferece uma feita com maestria. Além dos petiscos, deliciosos, destaque para o caldinho de camarão – caio no clichê e digo sem medo: o melhor que já provei –, camarão crocante, dos deuses, agulhinha frita e o sururu. A barraca tem a parte pé na areia, uma área aberta no nível do calçadão e outra climatizada. Um DJ coloca um som cool para animar o pessoal e dar aquele clima de férias, à noite tem banda ao vivo e a coisa ferve. É, sem dúvida, um lugar para aportar e passar o dia, ou, no nosso caso, os dias, fomos à Lopana duas vezes. A dica é chegar na hora que abre, às 10h, para garantir um lugar legal perto do mar. A barraca ainda tem serviço de catamarã para as piscinas naturais da Pajuçara;

Um pouco do bom astral da Lopana 

Praia de Ponta Verde com a Praia de Pajuçara ao fundo

Hors Concours: Camarão Crocante da Lopana


Pajuçara – Falando nela, é daqui partem as icônicas jangadas com destino às piscinas naturais. Quem nunca ouviu “Mergulhar no azul piscina, do mar de Pajuçara...”? Maceió e suas praias são a inspiração de muita gente, e essa parte específica da sua orla carrega muita poesia. O vai-e-vem das jangadas, os turistas percorrendo os corredores apertados da tradicional Feirinha de Artesanato da Pajuçara, os coqueiros balançando ao sabor do vento... Aqui a praia não conta com a pompa das barracas da praia vizinha, mas dá para pegar uma cadeira e curtir o mar maravilhoso a sua frente;

Maria-farinha, um bicho da minha infância na praia

Para a alegria das crianças: Peixinhos

A piscina, ops, o mar de Barra de São Miguel - Alagoas

Seguindo agora mais para o litoral sul de Alagoas, a uns 35km de Maceió, está a praia de Barra de São Miguel, onde curtimos um dia na Praêro, uma barraca com uma boa infraestrutura, com ares de Beach Club europeu. Com a maré baixa preferimos ficar com o pé na areia, descendo as escadas e nos acomodando em um dos guarda-sóis pertinho da água. O mar aqui é sensacional, fica bem forte com a maré cheia, mas com muitas piscininhas quando seco, um verdadeiro paraíso. O quiosque também conta com DJ, tem uma área bem grande no nível da rua e é super disputado, chegar antes das 10 da manhã é mandatório para a escolha de um bom lugar. No caminho até Barra de São Miguel passamos pela entrada da Praia do Francês, um hit nos anos 80/90, mas que eu não sei como está agora, acredito que bem explorado.

Praêro Beach Club - Barra de São Miguel - AL

Aproveite as águas calmas do litoral alagoano para fazer Stand-Up Paddle

Com a maré baixa a praia em frente ao Praêro vira uma piscina


Já no litoral norte do estado de Alagoas, o qual não visitamos dessa vez, está a praia de Ipioca, mais deserta, também conhecida pelo seu tom de azul hipnotizante e por guardar mais uma grande barraca de praia alagoana, a Hibiscus.

Vale dedicar cada dia da sua visita a uma  praia alagoana diferente, vai ser o melhor rodízio que você vai conhecer na vida, garanto. Devo dar o devido crédito e reconhecer que esse roteiro todo foi montado pelo meu pai, que, ao contrário de mim, vai bastante a Maceió e conhece a cidade como a palma da sua mão e tem o gene explorador no sangue.

Ainda bem que filha de peixe peixinho é!





9.3.15

Recife: Cais do Sertão

No último ano o Recife ganhou dois espaços culturais que, enfim,  pude conhecer ao ir passar o carnaval na cidade. Apresentarei por aqui estes dois lugares que já viraram parada obrigatória para quem vai à capital pernambucana. O primeiro deles, o Cais do Sertão, apresenta aos seus visitantes a cultura do sertão nordestino fazendo uso da história do seu filho mais ilustre, Luiz Gonzaga.


23.2.15

Cenas do Carnaval de Olinda e Recife (ou Feliz Ano Novo)

Eu sempre achei uma besteira dizer que o ano só começa depois do carnaval. Foi preciso ficar uns bons anos sem visitar o carnaval de Recife e Olinda para entender o real sentido desse rito de passagem. Fiz contagem regressiva para a festa, não via a hora desse dia chegar, me senti até mais pernambucana do que nunca nos últimos dias.

Prefeitura de Olinda, ponto de encontro de milhares de foliões carnaval

16.1.14

Verão no Brasil



Nesse começo de ano vou postar um apanhado de posts que já pintaram aqui no blog a fim de inspirá-los a curtir as férias. Tem para todos os gostos, mas a primeira leva não poderia ser diferente. Vamos aproveitar o verão?

A gente sabe que não é fácil (nem barato) viajar pelo Brasil, mas com as últimas medidas tomadas pelo nosso governo também não está nada barato viajar para o exterior, né? Os blogs vêm ajudando cada vez mais pessoas a desbravar com prazer cada cantinho do nosso país. Por isso, se você tem planos de curtir uns dias de sol e mar em um dos nossos paraísos, aqui vai um empurrãozinho:

NORDESTE
  • Alagoas:

Maragogi - Conhecendo as Piscinas Naturais de Maragogi: http://www.raphanomundo.com/2013/03/piscinas-naturais-maragogi.html

Maragogi - Passeio de Buggy pelo litoral de Alagoas: http://www.raphanomundo.com/2013/04/passeio-buggy-litoral-alagoas.html

Maragogi - Visitando o Santuário do Peixe-Boi: http://www.raphanomundo.com/2013/04/peixe-boi-em-alagoas.html


30.4.13

Um dia na Praia do Forte


Nos despedimos do ótimo passeio de sábado com a programação de domingo já traçada. Eu conhecia a Praia do Forte de longa data – acho que passei as férias de 97 ou 98 por lá. Imaginem a minha surpresa ao me deparar com a organização (e evolução) do centrinho? Naquelas férias as ruas eram de terra, tudo muito simples... Hoje a vila está muito charmosa e limpa. Após percorrer algumas ruas nossa primeira parada foi na Capela de São Francisco de Assis, um dos principais pontos da Praia do Forte. Construída em 1900, a igrejinha com o mar ao fundo  compõem um belo cartão-postal.  

Capela de São Francisco de Assis

18.4.13

Um dia em Salvador


Depois de finalizados os trabalhos no II Salão Baiano de Turismo, onde o blog foi convidado – junto com nomes de peso da blogosfera viajante (Viaje na Viagem, Matraqueando, Dondeando por aíSundaycooks e Jeguiando) – para debater sobre o trabalho dos blogs de viagem na promoção de destinos, restou o fim de semana para matar a saudade rapidamente da encantadora Salvador.

Uma querida amiga, que me abrigou em sua casa num longínquo carnaval de 2001, mais uma vez me salvou e fez desse fim de semana uma belíssima surpresa.
No sábado o passeio começou deixando a Praça Cairu, na cidade baixa, subindo para cidade alta no icônico Elevador Lacerda (R$ 0,15 a viagem), primeiro elevador urbano do mundo.

Foto clássica - Elevador Lacerda, Mercado Modelo e Forte de São Marcelo

8.4.13

Salinas do Maragogi - Todos os posts






Tá pra surgir coisa mais legal do que viajar. Ainda mais quando a viagem é para um paraíso desses! Em Maragogi a gente mescla a grandeza da natureza com o conforto de um resort mais do que querido. É isso que eu posso dizer do Salinas do Maragogi, que de tão bom, parece que a gente está na nossa casa, só que num cenário 1.000 vezes melhor!

Portanto, não perca tempo! Viaja aqui nos posts, se programa e corre para Alagoas. Garanto que vai ser difícil voltar pra casa :)



Passeio de lancha em Maragogi


O passeio de lancha oferecido pelo Salinas do Maragogi é algo bem mais exclusivo. Parando para pensar direitinho...  Bota exclusivo nisso. Nós fomos para à C’roa de São Bento, lugar onde a exploração em massa, como é o caso das Galés, ainda não é permitido. Esse banco de areia no meio do mar é deslumbrante. Não tem nem como descrever tanto, acho que nem as fotos falam por si dessa vez. Complicado foi o momento em que me peguei pensando em como fotografar, filmar, aproveitar e viver aquilo ali. Dessa vez eu optei por tirar algumas fotos e correr para curtir aquele paraíso só meu. Bem, meu, da minha companheira de viagem, Estefania, e do marinheiro. :)

Chegando à C'roa de São Bento

5.4.13

Santuário do Peixe-boi em Alagoas


Um dos passeios mais incríveis que fiz nessa viagem a Alagoas foi a visita ao Santuário do Peixe-Boi do Projeto Aribama. Quando soube da possibilidade dessa visita cheguei a pensar que seria algo bem semelhante ao que já tinha visto em Itamaracá, por exemplo, mas não. É completamente diferente. E muito, muito encantador.

O caminho até lá não é fácil. Aproveitei meu passeio de buggy pelo litoral sul, atravessei a balsa e cheguei até Porto de Pedras. Da balsa até a sede do projeto tem mais um chãozinho. Chegando lá nós pagamos a entrada (R$ 40,00 por pessoa) e recebemos uma breve explicação sobre o passeio. Nessa hora eles fazem questão de frizar que faremos um passeio de observação, portanto, mesmo o Rio Tatuamunha sendo morada de 13 peixes-boi, é possível que eles não sejam avistados. Entenda: O passeio é feito no rio, os peixes-boi estão soltos, eles podem estar por lá ou no mar (inclusive as fêmeas preferem o mar e constantemente são vistas em Maragogi). Ou seja, já vai avisado, sem decepção.

O buggy esperando a travessia da balsa

3.4.13

Salinas do Maragogi - All Inclusive


Todo mundo já deve estar careca de saber o significado dessas duas palavrinhas mágicas. Aos que não estão, explico: Em tradução livre quer dizer “tudo incluso”. E lá no Salinas do Maragogi é assim mesmo, todas as bebidas e refeições estão inclusas no valor da diária. Café da manhã, lanches, petiscos, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite serão os momentos onde dá pra fazer uma boquinha. Ou seja, o tempo inteiro.

Área do resort que abriga também o Restaurante Galés

1.4.13

Passeio de buggy pelo litoral de Alagoas


Eu não fazia ideia de quanto tempo eu não subia num buggy. Essa viagem para Alagoas me deu a oportunidade de fazer isso duas vezes, e de relembrar como é bom passear com os cabelos ao vento tomando aquele sol.

Em frente ao Salinas do Maragogi

25.3.13

Salinas do Maragogi - Estrutura e Lazer


Uma  das  coisas que  me mais me chamou atenção foi a quantidade e variedade das atividades oferecidas no Salinas  do  Maragogi. Além  das tradicionais interações (competições,  jogos  recreativos e brincadeiras) organizadas  ao  longo  do  dia  por  uma afinada equipe de lazer, muito da natureza   é  aproveitado.  Aula  de  alongamento  à  beira-mar,  caminhada ecológica,  tiro  ao  alvo,  arco  e flecha e caiaque pelo Rio Maragogi são algumas  das  atividades realizadas ao ar livre. Se você quer aproveitar de forma  ainda  mais  completa  o seu passeio às piscinas naturais é possível fazer  uma aula de mergulho*, com professores experientes, no dia anterior. Banana  boat,  disc  boat,  wakeboard,  esqui  aquático e windsurf tornam a experiência no mar ainda mais divertida. 

22.3.13

Maragogi - Piscinas Naturais (Galés)


No Salinas do Maragogi o dia começa cedo, principalmente para aqueles, que como eu, farão o tão aguardado passeio às Galés. Por causa da maré o meu passeio estava marcado para sair às 9h da manhã. Depois de um bom café da manhã - post na sequência, fui ao quiosque da náutica buscar minha máscara e o snorkel (itens inclusos no valor do passeio R$ 75,00 por pessoa). Logo todos os outros hóspedes que fariam o passeio foram chegando e o grupo foi formado. Não mais do que 54 pessoas podem ir no catamarã e só 10 deles podem atracar nas Galés.

Fiz esse mesmo trajeto há uns bons anos, época em que tudo ainda era muito amador e inexplorado. Para se ter uma ideia, da primeira vez que fui às piscinas naturais, cheguei até lá em um barco de pescador, daqueles bem simples. Hoje, descobri que essa parte mais que especial do mar pertence a uma área de proteção ambiental (APA), portanto, existe uma fiscalização e um certo controle da sua exploração, daí o número limitado de pessoas e embarcações.

Grupo reunido, o bom dia – junto com algumas instruções – é dado na beira do mar. Como nessa parte da praia ele é muito raso temos que andar alguns metros até chegar onde podemos subir tranquilamente na embarcação. Durante todo o trajeto até as piscinas mais algumas informações são dadas, tais como: não passar protetor solar imediatamente antes de entrar na água, não jogar lixo no mar,  como contratar o mergulho conduzido, fotografias subaquáticas, etc. Tudo explicado de forma muito bem humorada e, em menos de 30 minutos de uma travessia tranquila, chegamos ao paraíso.


20.3.13

Salinas Resorts


Como vocês já devem ter observado através das redes sociais aqui do blog, semana passada foi mais que especial. A convite do Grupo Salinas, maior grupo de hotéis e resorts do estado de Alagoas, passei 7 dias conhecendo os resorts Salinas do Maragogi e o Salinas de Maceió.

Minha primeira parada foi em Maragogi, praia do litoral norte alagoano, carinhosamente apelidada de Caribe Brasileiro (nos posts seguintes vocês verão o porquê). Igualmente distante para quem chega pelo Recife ou por Maceió, após mais ou menos uma hora e quarenta minutos de viagem, chegamos àquele que foi eleito pelo Traveler’s Choice 2013, prêmio do TripAdvisor, um dos melhores hotéis do Brasil.

O Salinas do Maragogi – All Inclusive Resort – ocupa uma área de 66 mil metros quadrados num pedaço privilegiado do litoral, seu terreno ainda tem a sorte de ser cortado pelo Rio Maragogi, o que confere ao local uma integração ainda maior com a natureza e um charme todo especial. A boa impressão começou logo na recepção, repleta de pessoas muito simpáticas. E aqui já cabe dizer que essa simpatia vai acompanhar o hóspede durante toda a sua estada. Sou daquelas que acha que um belo sorriso no rosto transforma e, no Salinas do Maragogi, a cordialidade foi constante.

Vista do quarto 573 - instagram @aretakis

5.3.13

São Luís e Barreirinhas - Todos os posts


A convite da Taguatur Turismo e Eventos embarquei numa viagem linda pelo Maranhão. Conheci São Luís e Barreirinhas, onde ficam os Lençóis Maranhenses, e compartilhei tudo aqui com vocês. 

Agora é hora de arrumar a casa e facilitar a vida de quem quer se inspirar para cair na estrada:

Vídeo apresentação da viagem

Primeiro, São Luís:



Por fim, Barreirinhas:


Com mais tempo eu teria visitado Alcântara, na região de São Luís, e Atins, outro destino de Barreirinhas. Digamos que o que vi é o indispensável. Para aqueles que vão em um feriado, com tempo contado é o roteiro ideal. Se você tem um pouco mais de tempo dá para incluir numa boa mais esses dois destinos e alguns outros. Minha ideia agora é voltar na alta temporada para ver as lagoas cheias e levar pessoas que amo comigo.  

Porque destino que marca é assim, a gente quer voltar sempre!

4.3.13

Barreirinhas - Lençóis Maranhenses


Meu segundo dia em Barreirinhas foi dia de acordar cedo e, depois de um café da manhã reforçado, um 4x4 devidamente credenciado me esperava na porta da pousada para, assim, dar início ao momento mais esperado da viagem: conhecer o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Areia, céu e nuvem...

27.2.13

Barreirinhas - Onde ficar

Minha chegada na Encantes do Nordeste foi bem corrida, pois lá no píer a voadeira já me esperava para o passeio pelo Rio Preguiças (a pousada conta com píer próprio, então, o barco do seu passeio te pega lá mesmo, sem a necessidade de você se dirigir ao centro. Uma ótima vantagem!). Então, deixei as malas no quarto e saí correndo. Na volta do passeio pude me familiarizar e ver que lugar aconchegante era aquele.

Sala de convivência da Encantes do Nordeste em meio ao verde

25.2.13

Barreirinhas - Passeio de voadeira pelo Rio Preguiças


Depois de me surpreender com São Luís, é chegada a hora de acordar cedo e cair na estrada rumo a Barreirinhas. Cidade situada a mais ou menos 270km da capital maranhense, e uma das portas de entrada para um dos maiores tesouros do nosso país: O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

A estrada até a cidadezinha é longa, mas muito boa. Cheia daquelas retas intermináveis, o que aumentava ainda mais minha expectativa. Depois de umas 4 horas de viagem (é, nós paramos no meio do caminho para esticar as canelas e tomar uma água), enfim,  chegamos a Barreirinhas. Foi só o tempo de deixar a mala na pousada, carregar a mochila com o essencial e cair em campo, ou melhor, no rio.


Letícia, a voadeira, meu meio de transporte do dia

22.2.13

São Luís - Onde comer


Como em toda viagem, minha a parte gastronômica é sempre um dos pontos mais altos. Fui a São Luís com a curiosidade aguçada, pois me intrigava bastante a culinária resultante de um misto entre norte e nordeste do país. Posso dizer que fui positivamente surpreendida!

Minha primeira parada na capital maranhense foi logo na Barraca do Chef, lugar simples, pé quase na areia, de frente para um marzão sem fim. A ideia era provar a famosa caranguejada maranhense, mas como estamos na época do defeso dos caranguejos fica terminantemente proibida a captura e venda dos animais para que eles se reproduzam.

No entanto, o chef Miguel Moisés não me deixou passar vontade e me serviu uma casquinha de caranguejo (R$ 20,38) no capricho. Para almoçar a sugestão da casa foi o Filé Reviver (criado em homenagem ao projeto de revitalização do Centro Histórico da cidade, que leva o mesmo nome). Um filé de peixe muito bem temperado regado por um molho de camarão suculento, acompanhado de purê e arroz (R$ 49,58). O prato é farto e, se você é como eu e não abre mão de um petisco, dá para dividir tranquilamente o prato principal. Imagino como deve ser gostoso dar um pulinho na Barraca do Chef depois de um bom banho de mar, naquela hora pós praia em que a fome aperta, sabe?

Casquinha de caranguejo 

20.2.13

São Luís - Onde ficar

São Luís me pareceu ter boas opções de hospedagem, tanto no Centro Histórico quanto nos bairros de praia. Eu fiquei no Hotel Luzeiros, na Ponta do Farol, com uma vista privilegiadíssima para o mar.
À primeira vista o Luzeiros pode até parecer um hotelão voltado para os executivos que visitam a cidade a trabalho, mas a big piscina de frente para o mar faz qualquer primeira impressão sisuda cair por terra. A água de coco bem gelada de boas-vindas ainda no balcão da recepção é o toque final. Férias!


Vendo o Sol nascer na varanda do meu quarto - foto instagram @aretakis

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