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24.6.15

Comida Regional em Maceió: Bodega do Sertão

Hoje é dia de São João, aqui em Curitiba a temperatura não passará dos 14 graus e para suprir o meu desejo por comida regional, só compartilhando com vocês a dica de um lugar bacaninha para comer super bem em Maceió.

O Bodega do Sertão tem 10 anos de tradição na capital alagoana fazendo o mar virar sertão. O ambiente é rústico, agradável, parece que viajamos léguas para o interior sem deixar a orla de Jatiúca, em Maceió. O bule, como carinhosamente meu pai apelidou o restaurante –  e quando você estiver em frente à fachada vai saber o motivo desse apelido –,  serve uma comida nordestina típica, feita com carinho e excelência. Os funcionários são cordiais e focam muito na experiência do turista, perguntando a todo tempo se você já conhece a casa ou é a primeira visita. Caso a resposta seja afirmativa para a última pergunta, eles farão questão de contar (e mostrar) quais são os carros-chefes da Bodega do Sertão, delicadeza que não vejo em outros restaurantes do mesmo segmento (Mangai – João Pessoa/Natal e Parraxaxá, no Recife) que também recebem centenas de turistas diariamente e que nem sempre estão familiarizados com a culinária regional.

Cuscuz Paraíba rico rico

15.6.15

Serra Gaúcha: Comendo bem em Bento Gonçalves

Não tem escapatória, uma viagem pela Serra Gaúcha é um convite à boa mesa e ponto. Tentações que dificilmente serão resistidas, até porque não é momento para isso, vamos combinar. Os traços fortes da imigração italiana estão presentes desde o café da manhã até o jantar, na fartura, no que nos é oferecido e, principalmente, na qualidade dos produtos. Em Bento Gonçalves e seus arredores a expressão “Mangia che te fa bene” é levada ao pé da letra e já que comer bem faz bem mesmo, compartilho com vocês alguns dos lugares que visitamos e aprovamos nesse nosso outono pela Serra Gaúcha:


Mamma Gema Trattoria – Nossa primeira incursão pela cozinha Itália-Brasil foi nesse restaurante que fica bem na entrada do Villa Michelon, hotel onde estávamos hospedados no Vale dos Vinhedos. Como fizemos o check-in bem na hora do almoço, foi propício andar alguns metros e adentrar o casarão. De cara o atendimento cordial e solícito que encontraríamos durante toda a viagem. Escolhemos um vinho Leopoldina Premium Merlot, tinto excelente da Casa Valduga, pedimos uma seleção de frios e, mais adiante, escolhemos um prato à la carte. Achamos por bem não ir logo de cara enfiando os dois pés na jaca e encarando uma sequência (como é conhecido o rodízio no sul do país), que fique claro que essa atitude só se resumiu ao primeiro dia. O prato escolhido foi um Frango ao Molho de Ervas acompanhado por Risoto de Tomate Seco com Rúcula e Seleta de Legumes. Vale dizer que com a entrada, o prato que era para duas pessoas, serviu tranquilamente três. O clima no Mamma Gema era de absoluta tranquilidade, o Sol da tarde dava um toque de Toscana ao cenário, não poderíamos ter começado essa viagem de forma melhor. Tentamos voltar um dia à noite para jantar por lá, mas a partir das 19 horas anexo ao casarão está a Pizza Entre Vinhos, braço mais intimista da trattoria, vale a visita;



11.3.15

Rio de Janeiro: Onde comer em Botafogo

Nas duas últimas vezes que fomos ao Rio de Janeiro acabamos hospedados em Botafogo, bairro da zona sul da cidade que gostamos bastante. Efervescente, boêmio e cultural, Botafogo guarda joias como a Casa de Rui Barbosa, o Museu Villa-Lobos, Casa Daros, Museu do Índio, a linda  Livraria da Travessa e o cinema Estação Botafogo são alguns exemplos. O bairro também conta com estação de metrô, proporcionando fácil acesso ao centro da cidade e às praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, bem como o metrô de superfície que leva o visitante direto ao Jardim Botânico. Hotéis e hostels também aparecem com boa oferta no bairro e preços mais camaradas.


Fachada Boteco Colarinho - Botafogo - Rio de Janeiro

4.3.15

Nonna Giovanna - Massas e Carnes

Há uns meses acordamos num sábado morrendo de vontade de comer um filé à parmegiana, mas nada muito chique, daqueles caseiros mesmo, sabe? Como estávamos com uma recomendação do restaurante Nonna Giovanna, no bairro do São Francisco, guardada na memória, não pensamos duas vezes e seguimos para o centro de Curitiba. Chegamos lá por volta das 13h, pois aqui em Curitiba a maioria dos restaurantes (senão todos) fecha às 15h, nosso normal no fim de semana é almoçar um pouco mais tarde, mas fizemos esse esforço em nome do desejo :D

Bife à parmegiana caseiro e bem servido no centro de Curitiba

21.11.14

#cwbparainiciantes: Lamen House


As noites de primavera aqui em Curitiba têm se mostrado bem fresquinhas (no Recife eu poderia chamar de frias mesmo... mas, né?) daquelas que pedem uma comida confortável para dar uma aquecida no corpo. Desde o inverno estávamos devendo uma visita ao Lamen House, casa especializada, como o próprio nome diz, em Lamens – sopa de macarrão oriental. A grosso modo é um restaurante  japonês só que sem a parte crua, mais focado na comida simples do dia-a-dia da terra do sol nascente.


O restaurante fica no simpático bairro do Água Verde, em uma casa charmosa preservada em meio a muitos prédios. Uma decoração simples, sem firulas, daquelas que gritam para você ir direto ao ponto. Poucas mesas estavam ocupadas nessa quarta à noite, dia de jogo na Arena da Baixada – campo de futebol que está a alguns metros de distância, então o atendimento foi bem eficiente. Os cardápios são ilustrados para facilitar a vida daqueles que, assim como nós, não são tão familiarizados com esse braço da culinária japonesa. 

O bem servido e fumegante Shoyu Lamen

29.10.14

Onde comer em Búzios

Búzios não é um destino barato propriamente dito - como todo bom balneário brasileiro, diga-se. Para quem vem do Rio ou de São Paulo, digamos que é equiparável, mas para quem sai dos demais estados é bom ficar preparado para preços um pouco salgados. A oferta de bares e restaurantes é inegável, são muitos, das mais variadas especialidades. Nós experimentamos alguns e compartilhamos nossas impressões aqui a fim de facilitar o planejamento da sua viagem.

  

21.10.14

Casa Mathilde – Doces Portugueses no coração de São Paulo

Minha timeline do instagram (segue aí @aretakis) já tinha sido invadida algumas vezes pelos dourados e hipnotizantes Pasteis de Belém (ou de nata) da Casa Mathilde. Tanto o pessoal do Caminhando Pelo Centro quanto vários amigos já fizeram a maldade o favor de compartilhar esse achado e eu fiquei só na vontade. De volta a São Paulo em agosto, após testemunhar a vista embasbacante de cima do Edifício Martinelli, ao deixar o prédio me deparei com uma fachada nada familiar para mim. Foi uma surpresa descobrir que ali, aos pés de um ponto turístico paulistano, estava o oásis português! A Casa Mathilde Doçaria Tradicional Portuguesa – inaugurada em junho de 2013 ainda tem pinta de coisa nova no charmoso Largo Antonio Prado, no centro de São Paulo. Os doces são sensacionais e fazem história desde 1850, quando em Sintra, entrava em funcionamento a Casa de Queijadas Mathilde.



2.10.14

Acarajé da Inês

Estava devendo uma visita à Dona Inês desde a época em que morava em São Paulo. Ana Elisa, pessoa por trás da revista digital Viagens e Rotas – e amiga –, sempre me disse: Quer comer o melhor acarajé de São Paulo? Vá ao Acarajé da Inês. Acreditava, mas nunca ia. Com passagens marcadas para voltar à capital paulista a fim de participar da ABAV, mandei mensagem para ela: é agora ou nunca! E lá fomos nós, na hora do almoço da quinta-feira, numa São Paulo quente pra dedéu, para uma agitada Zona Norte.

Nesse dia o restaurante era praticamente nosso, salvo um ou dois clientes. Durante os fins de semana,  ouvi dizer, há fila de espera – senão não seria São Paulo, né? O ambiente é uma graça, colorido, gostoso, despretensioso, bem cara de bar de praia, podendo facilmente trocar as buzinas pelo barulho do mar. O cheiro do dendê é inconfundível e a boca já começa a aguar.


23.9.14

L'entrecôte d'Olivier

Post inicialmente publicado em 27/09/2010 - atualizado em 23/09/2014

Aproveitei nosso retorno a São Paulo em agosto para visitar mais uma vez esse restaurante que é um dos meus preferidos na cidade. Nossa primeira vez no L'entrecôte d'Olivier ele ainda se chamava L'entrecôte de ma tante, do cozinheiro francês mais charmoso evah, Olivier Anquier. A proposta do restaurante é inovadora, porém, bastante difundida na França. Eles trabalham com um único prato: o entrecote, que nada mais é do que um corte bovino tipicamente francês, acompanhado de um molho secreto, onde cada família desenvolve o seu. Olivier, que não é bobo nem nada, trouxe sua receita do molho para fazer sucesso em terras brasileiras.

Como entrada, pão quentinho e uma salada de folhas verdes e nozes super bem temperada. Um capricho só. O prato principal, o entrecote no ponto escolhido, acompanha ainda, batatas fritas à vontade - garçons ficam transitando pelo salão a fim de reabastecer os pratos com uma fina, crocante e de-li-ci-o-sa batatinha. Ah, também é possível solicitar um pouco mais do  molho que cobre a carne. Por fim, eles também trazem à mesa uma mostarda dijon divina para acompanhar as batatas. #amoreternoamorverdadeiro



17.9.14

Sagrado Mineiro: Feijoada no centro de São Paulo

Quarta-feira, assim como sábado, em São Paulo, é dia de feijoada. Mas para mim, assim como para o Sagrado Mineiro, todo dia é dia de feijoada! Esse restaurante – a casa da Vila Mariana – sempre foi nosso quebra-galho nos sábados de chuva, ou sol, pós e pré viagens, ou seja, sempre foi uma escolha segura para comer uma comida mineira gostosinha, matar as saudades dos sabores do Brasil.

Para nossa surpresa, passeando pela região da Praça da República no centro, nos deparamos com outro Sagrado Mineiro. Para atestar a qualidade pedimos a feijoada. Tão gostosa quanto a da Vila Mariana. Pronto. Foi a deixa para eleger nossa feijoada no centro de São Paulo.

 

1.9.14

Pomerode - Rota do Enxaimel

Preciso começar o texto já dizendo que temos que voltar a Pomerode para curtir muito mais dessa atmosfera germânica que toma conta da cidade. Mas enquanto não voltamos, compartilho um pouco da nossa parada por lá a caminho de Blumenau. 

Optamos por percorrer de carro mesmo os 16km que compreendem a Rota do Enxaimel. Estilo de construção de origem incerta, porém atribuída aos alemães, o enxaimel (ou fachwerk, em alemão) é o resultado de madeiras encaixadas umas nas outras tendo os seus espaços preenchidos por tijolos ou pedras. Outro traço forte desse estilo arquitetônico europeu é a grande inclinação dos seus telhados.


19.8.14

#cwbparainiciantes: Restaurantes Alemães em Curitiba

Não é novidade pra ninguém que acompanha o blog que somos bem chegados numa comida alemã, né? Vindo morar em Curitiba, então, podemos unir o útil ao agradável, que é sair por aí descobrindo os cantinhos mais germânicos da cidade e compartilhar por aqui nossas experiências.

Para começar, temos dois clássicos curitibanos, mas, à medida que fomos provando (e aprovando) novos lugares, vou atualizando esse post.

(para ir com os amigos)

Uma ótima pedida na região do Largo da Ordem, desde 1979 o Bar do Alemão é um queridinho da cidade. Hoje, por causa da sua boa localização é muito frequentado por turistas. As mesas grandes do imenso salão e a decoração tipicamente rústica nos transportam imediatamente para uma viagem à região da Floresta Negra (Schwarzwald).

Carro-chefe: Carne de onça bem temperada acompanhada de batata frita e batata cozida

13.8.14

Um dia em Joinville

A primeira parada do nosso passeio por Santa Catarina foi Joinville, também conhecida como Cidade dos Príncipes. Esse apelido se dá pelo fato das terras onde hoje encontra-se a cidade serem fruto de um dote do casamento entre a princesa Francisca Carolina (irmã de D. Pedro II) e o príncipe francês, Ferdinand Philipe. Tempos depois parte dessas terras foi vendida para a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, dando início, assim, à colonização alemã. Vale salientar que todo o nosso roteiro foi seguindo os passos germânicos pelo país.
Joinville tem uma geografia curiosa, onde podemos observar uma cidade plana, ladeada por montanhas, manguezais muito próximos e a baía de Babitonga, interessante para quem vem do nordeste, como nós.

Como o tempo de estada na cidade era curto, tivemos que priorizar as visitas a serem feitas. A primeira delas foi o Museu Nacional de Imigração e Colonização – prédio hoje tombado pelo IPHAN –, que foi construído em estilo enxaimel, típica construção alemã do início do século XX. No interior da casa de três pisos, peças da rotina da época: de banheiras, cadeiras e vitrolas até talheres, malas e máquinas de escrever, totalizam cerca de 5.000 itens de um rico acervo que preserva a memória daqueles que ajudaram a Joinville ser o que é hoje. Em frente ao museu está a Rua das Palmeiras, com 52 plantas centenárias que, junto com o prédio do museu, formam o cartão-postal mais conhecido da cidade.

Fachada da casa onde fica o Museu Nacional de Imigração e Colonização

9.7.14

Você no mundo: Ana Lúcia Póvoa

Aninha é amiga de longa data. Falo amiga, mas temos um grau de parentesco, no entanto acho que o laço da amizade pode ser ainda mais forte nesses casos. Pernambucana arretada, adotou Salvador como sua casa, é dona de um sotaque gostoso e de um abraço melhor ainda. Aninha gosta de sair por aí pelo mundo, em família ou com as amigas, o que importa é por o pé na estrada e apreciar o belo da vida. Hoje ela compartilha aqui no blog dicas da sua última viagem.


"Passo aqui algumas dicas de Miami, Orlando e Nova York.

  • Dicas Miami: 

Se vai passar  2 a 3 dias em Miami: 

dica: Alugue um carro, mais barato e rápido de se locomover.

dica: Vai fazer compras? Vá ao Outlet Sawgrass Mills que fica um pouco distante, mas vale a pena passar o dia. Caso não tenha tempo, vá ao Dolphin Mall, ao Dadeland (fica ao sul de Miami e próximo de Coral Gables). O Aventura Mall é mais para ver de que comprar. (Não tem preços bons nem descontos absurdos como o Sawgrass. Mas isso é tão relativo!)

Passeio de barco em Miami - Foto por Ana Lúcia Póvoa

20.5.14

#cwbparainiciantes: Restaurante Beija-flor

Com a mudança completa e o acampamento montado em Curitiba, a vida vai voltando ao normal e eu vou retomando o blog e os meus escritos. A dica desse post é de uma descoberta de quando ainda não éramos moradores da cidade, mas estávamos na fase de buscar o apartamento e explorar a capital paranaense. Num belo sábado de sol (mentira, chovia à beça), eu queria almoçar uma reconfortante feijoada. Busca dali, busca de lá, nada me chamou muito a atenção, mas nas profundezas da web a gente sempre encontra algo, né? E foi num ranking sobre feijoadas que nos comentários, alguém se manifestou dizendo que estava faltando a feijoada do Restaurante Beija-flor no rol das melhores feijoadas de Curitiba.

E imaginem a minha surpresa ao descobrir que o Beija-flor estava a poucos passos do Ibis Centro Cívico, onde estávamos hospedados?

Em minutos adentramos no simples recinto, nos sentamos numa das mesas de plástico e logo uma moça gentil  veio nos atender. Pedi pela feijoada e ela, com cara de pesar, disse que já não tinha mais e completou: “Começamos a servir às 11h”. E já era tarde, quase 14h. Logo ela nos passou de cabeça mesmo os outros pratos oferecidos pela casa. Escolhemos um filé para duas pessoas. E para beber, perguntou. Devolvi perguntando se havia original gelada, no que ela respondeu: “qual é o boteco que não tem cerveja gelada, fia?”. Pronto. Ganhou meu coração.




3.4.14

Onde (e o que) comer em Paris

Acho que esse post fala mais sobre o que comer do que onde, uma vez que a oferta de bons lugares para uma refeição na capital francesa chega a ser opressora. E esses bons lugares vão desde uma toalha estendida na relva de um parque – e sobre ela itens adquiridos num Monoprix da vida –, até jantar na própria Torre Eiffel. Confesso que o meu estilo de viagem pende mais para a primeira opção. Reuni nesse post algumas dicas bacanas que testei na minha última viagem à cidade luz. Vamos nessa ficar com água na boca?!

Já que falei do Monoprix, deixo aqui aquela dica amiga: Supermercado no exterior não é igual ao supermercado que fica ali na esquina de casa. Aliás, é, mas é mais legal porque no caso de uma viagem, a gente só entra no supermercado para comprar coisas que não compramos no nosso dia-a-dia. Em Paris, esse ato é ainda muito mais gostoso. Portanto, não se oponha a fazer uma feirinha básica com queijos deliciosos, vinhos, pães, frutas e chocolates.

Crêpes quentinhos, doces ou salgados, dão aquela reconfortada boa no estômago entre um passeio e outro. Lembre-se, se a banquinha está perto de um ponto turístico – coisa não muito rara –, mais caro se paga. Paguei entre 5 e 3 euros dessa última vez. Vale a pena observar o ritual de produção da iguaria, quando a massa branca é deitada sobre o disco quente, um rodinho a espalha de modo que fique bem fininha, esperando só receber o recheio à sua escolha. Nutella e banana e queijo e presunto são os mais pedidos. Eu fico com a última opção. Sempre.


30.1.14

Onde comer em Roma

Encontrar um lugar para comer em Roma parece ser tarefa fácil, tamanha a quantidade de bares e restaurantes. Mas as recomendações antes de sentar à mesa são tantas que esse ato prazeroso pode se tornar uma verdadeira missão. Então, o intuito desse post é dar as melhores dicas para você ir a lugares certeiros e, se quiser, tentar arriscar algumas coisas por sua conta e risco.

Nossa primeira refeição na cidade eterna, depois de boas horas de voos, deslocamentos e já instalados no hostel, foi  no La Vacca ‘Mbriaca. Essa hosteria fica na Via Urbana, uma rua gracinha do bairro de Monti, onde encontramos diversas opções de bares e restaurantes, só que muitos se encontravam fechados nessa tarde de domingo. Prática comum em Roma, vale ressaltar.  Os preços são bem convidativos, nosso garçom foi extremamente simpático, o ambiente é delicioso e a comida, nem se fala. Lá eu provei o Fettuccine al Ragu di Coda alla Vaccinara (€10.00), que nada mais é do que um Fettuccine ao molho de rabada. Isso mesmo. Em Roma se come muita rabada. A massa estava no ponto perfeito, o perfume era maravilhoso. A mozzarella de búfala com presunto de entrada, estavam especiais. Posso dizer que começamos nossa incursão pela culinária romana com o pé direito.  Partindo do restaurante, em 15 minutos de caminhada, você está no Coliseu. Vale o passeio pós almoço/jantar.


Acho que comemos mozzarella e prosciutto de entrada todo santo dia, às vezes, só isso

11.10.13

Reserva T.T. Burger

Em um passeio despretensioso, em busca do nosso pôr-do-sol no Arpoador, passamos em frente ao Reserva T.T. Burger. Eu testemunhei o burburinho da sua chegada nas redes sociais, vi o post da Constance, no voo de ida li sobre a nova hamburgueria na Revista da Gol, mas não pensei em encontrá-la por acaso. Nem havia me programado para conhecê-la. Pois, como vocês já devem ter percebido, sou bem avessa à filas, principalmente para comer. Mas nós estávamos ali, seis e pouca da noite, na maior tranquilidade, e o melhor, com fome. Foi a deixa para entrar e ver como a coisa funciona.


25.9.13

Acropoles - um restaurante grego em São Paulo

Não é a primeira vez que relato aqui a minha predileção pela culinária grega. Não sei se posso culpar as minhas raízes, mas sempre que vou num restaurante grego, a satisfação é garantida. Há anos eu ouvi falar do Acropoles e a promessa de que iríamos lá da próxima vez que fossemos ao centro vinha sendo repetidamente descumprida, até que no último sábado, finalmente (e felizmente), fomos almoçar lá. Depois de visitar Genesis, debaixo de muito calor, descemos na região da Luz, seguimos pela José Paulino, até chegar à rua da Graça. Em frente a uma fachada bem simples, a primeira pessoa que nos recebe é o enérgico Seu Trasso, que logo me perguntou quantos éramos e nos encaminhou para a mesa correta. “Pronto. Agora vá à cozinha escolher o que quer comer. Ou melhor, agora não que está cheio. Espere 5 minutos e vá!”. 

Em um ambiente simples a Grécia é constantemente lembrada

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