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9.7.14

Você no mundo: Ana Lúcia Póvoa

Aninha é amiga de longa data. Falo amiga, mas temos um grau de parentesco, no entanto acho que o laço da amizade pode ser ainda mais forte nesses casos. Pernambucana arretada, adotou Salvador como sua casa, é dona de um sotaque gostoso e de um abraço melhor ainda. Aninha gosta de sair por aí pelo mundo, em família ou com as amigas, o que importa é por o pé na estrada e apreciar o belo da vida. Hoje ela compartilha aqui no blog dicas da sua última viagem.


"Passo aqui algumas dicas de Miami, Orlando e Nova York.

  • Dicas Miami: 

Se vai passar  2 a 3 dias em Miami: 

dica: Alugue um carro, mais barato e rápido de se locomover.

dica: Vai fazer compras? Vá ao Outlet Sawgrass Mills que fica um pouco distante, mas vale a pena passar o dia. Caso não tenha tempo, vá ao Dolphin Mall, ao Dadeland (fica ao sul de Miami e próximo de Coral Gables). O Aventura Mall é mais para ver de que comprar. (Não tem preços bons nem descontos absurdos como o Sawgrass. Mas isso é tão relativo!)

Passeio de barco em Miami - Foto por Ana Lúcia Póvoa

20.5.14

#cwbparainiciantes: Restaurante Beija-flor

Com a mudança completa e o acampamento montado em Curitiba, a vida vai voltando ao normal e eu vou retomando o blog e os meus escritos. A dica desse post é de uma descoberta de quando ainda não éramos moradores da cidade, mas estávamos na fase de buscar o apartamento e explorar a capital paranaense. Num belo sábado de sol (mentira, chovia à beça), eu queria almoçar uma reconfortante feijoada. Busca dali, busca de lá, nada me chamou muito a atenção, mas nas profundezas da web a gente sempre encontra algo, né? E foi num ranking sobre feijoadas que nos comentários, alguém se manifestou dizendo que estava faltando a feijoada do Restaurante Beija-flor no rol das melhores feijoadas de Curitiba.

E imaginem a minha surpresa ao descobrir que o Beija-flor estava a poucos passos do Ibis Centro Cívico, onde estávamos hospedados?

Em minutos adentramos no simples recinto, nos sentamos numa das mesas de plástico e logo uma moça gentil  veio nos atender. Pedi pela feijoada e ela, com cara de pesar, disse que já não tinha mais e completou: “Começamos a servir às 11h”. E já era tarde, quase 14h. Logo ela nos passou de cabeça mesmo os outros pratos oferecidos pela casa. Escolhemos um filé para duas pessoas. E para beber, perguntou. Devolvi perguntando se havia original gelada, no que ela respondeu: “qual é o boteco que não tem cerveja gelada, fia?”. Pronto. Ganhou meu coração.




3.4.14

Onde (e o que) comer em Paris

Acho que esse post fala mais sobre o que comer do que onde, uma vez que a oferta de bons lugares para uma refeição na capital francesa chega a ser opressora. E esses bons lugares vão desde uma toalha estendida na relva de um parque – e sobre ela itens adquiridos num Monoprix da vida –, até jantar na própria Torre Eiffel. Confesso que o meu estilo de viagem pende mais para a primeira opção. Reuni nesse post algumas dicas bacanas que testei na minha última viagem à cidade luz. Vamos nessa ficar com água na boca?!

Já que falei do Monoprix, deixo aqui aquela dica amiga: Supermercado no exterior não é igual ao supermercado que fica ali na esquina de casa. Aliás, é, mas é mais legal porque no caso de uma viagem, a gente só entra no supermercado para comprar coisas que não compramos no nosso dia-a-dia. Em Paris, esse ato é ainda muito mais gostoso. Portanto, não se oponha a fazer uma feirinha básica com queijos deliciosos, vinhos, pães, frutas e chocolates.

Crêpes quentinhos, doces ou salgados, dão aquela reconfortada boa no estômago entre um passeio e outro. Lembre-se, se a banquinha está perto de um ponto turístico – coisa não muito rara –, mais caro se paga. Paguei entre 5 e 3 euros dessa última vez. Vale a pena observar o ritual de produção da iguaria, quando a massa branca é deitada sobre o disco quente, um rodinho a espalha de modo que fique bem fininha, esperando só receber o recheio à sua escolha. Nutella e banana e queijo e presunto são os mais pedidos. Eu fico com a última opção. Sempre.


30.1.14

Onde comer em Roma

Encontrar um lugar para comer em Roma parece ser tarefa fácil, tamanha a quantidade de bares e restaurantes. Mas as recomendações antes de sentar à mesa são tantas que esse ato prazeroso pode se tornar uma verdadeira missão. Então, o intuito desse post é dar as melhores dicas para você ir a lugares certeiros e, se quiser, tentar arriscar algumas coisas por sua conta e risco.

Nossa primeira refeição na cidade eterna, depois de boas horas de voos, deslocamentos e já instalados no hostel, foi  no La Vacca ‘Mbriaca. Essa hosteria fica na Via Urbana, uma rua gracinha do bairro de Monti, onde encontramos diversas opções de bares e restaurantes, só que muitos se encontravam fechados nessa tarde de domingo. Prática comum em Roma, vale ressaltar.  Os preços são bem convidativos, nosso garçom foi extremamente simpático, o ambiente é delicioso e a comida, nem se fala. Lá eu provei o Fettuccine al Ragu di Coda alla Vaccinara (€10.00), que nada mais é do que um Fettuccine ao molho de rabada. Isso mesmo. Em Roma se come muita rabada. A massa estava no ponto perfeito, o perfume era maravilhoso. A mozzarella de búfala com presunto de entrada, estavam especiais. Posso dizer que começamos nossa incursão pela culinária romana com o pé direito.  Partindo do restaurante, em 15 minutos de caminhada, você está no Coliseu. Vale o passeio pós almoço/jantar.


Acho que comemos mozzarella e prosciutto de entrada todo santo dia, às vezes, só isso

11.10.13

Reserva T.T. Burger

Em um passeio despretensioso, em busca do nosso pôr-do-sol no Arpoador, passamos em frente ao Reserva T.T. Burger. Eu testemunhei o burburinho da sua chegada nas redes sociais, vi o post da Constance, no voo de ida li sobre a nova hamburgueria na Revista da Gol, mas não pensei em encontrá-la por acaso. Nem havia me programado para conhecê-la. Pois, como vocês já devem ter percebido, sou bem avessa à filas, principalmente para comer. Mas nós estávamos ali, seis e pouca da noite, na maior tranquilidade, e o melhor, com fome. Foi a deixa para entrar e ver como a coisa funciona.


25.9.13

Acropoles - um restaurante grego em São Paulo

Não é a primeira vez que relato aqui a minha predileção pela culinária grega. Não sei se posso culpar as minhas raízes, mas sempre que vou num restaurante grego, a satisfação é garantida. Há anos eu ouvi falar do Acropoles e a promessa de que iríamos lá da próxima vez que fossemos ao centro vinha sendo repetidamente descumprida, até que no último sábado, finalmente (e felizmente), fomos almoçar lá. Depois de visitar Genesis, debaixo de muito calor, descemos na região da Luz, seguimos pela José Paulino, até chegar à rua da Graça. Em frente a uma fachada bem simples, a primeira pessoa que nos recebe é o enérgico Seu Trasso, que logo me perguntou quantos éramos e nos encaminhou para a mesa correta. “Pronto. Agora vá à cozinha escolher o que quer comer. Ou melhor, agora não que está cheio. Espere 5 minutos e vá!”. 

Em um ambiente simples a Grécia é constantemente lembrada

11.9.13

Onde comer em Balneário Camboriú

Nessa viagem tive a oportunidade de combinar as delícias das cozinhas do Infinity Blue Resort & SPA, com visitas estratégicas aos lugares que mais bombam em Balneário Camboriú.

A primeira parada não é para os fracos de estômago. E não tô falando por causa da cozinha, não é nada exótico. É porque o Porto Cabral é um restaurante flutuante, portanto, comemos ao sabor da ondas. E, para aqueles que não abrem mão da terra firme, pode ser complicado comer por ali. No mais, é uma experiência interessante. A estrela da casa é o King Crab, vindo das profundezas do Alasca direto para as mesas de Balneário Camboriú. De entrada comi umas iscas de peixe deliciosas, acompanhado por um suco de abacaxi mais do que refrescante. O prato principal foi um linguado grelhado com camarões e legumes. Tudo fresco e muito leve.

Almoço com vista no Porto Cabral

3.9.13

Nova York pela primeira vez

Percebi que nossa viagem a Nova York, em 2011, ainda não tinha um post-índice aqui no blog. Lapsos à parte, chegou a hora de resolver esse problema. Então, compartilho aqui nesse post um roteiro de 9 dias pela Big Apple, que resultou numa das viagens mais legais que já fizemos.

Portanto, para quem vai a Nova York pela primeira vez, lápis e papel na mão!

Fim do dia em cima do Empire State Building

Primeiro, alguns posts isolados, daqueles lugares/assuntos que mereceram um destaque especial:



Por último, o roteiro dia após dia:

  • Dia 1 – Times Square e Restaurante Carmine’s
  • Dia 2 – Neve / Macy’s / Forever 21 / H&M/ BH Photos / Dallas BBQ
  • Dia 3 – Brooklyn Bridge / Chinatown / Little Italy / NYU Bookstore / Bubba Gump Shrimp / Toy’s “R” Us
  • Dia 4 – Museu de História Natural / Central Park / Cafe Metro / Bryant Park / Good Stuff Diner / Village Halloween Parade
  • Dia 5 – Central Park Zoo / Apple Store 5a Avenida / Eataly / KyoChon / Por do Sol no Empire State Building
  • Dia 6 – Rockefeller Center / Saint Patrick’s Cathedral / MoMA / T.G.I. Friday’s / Memphis na Broadway / Tony’s DiNapoli
  • Dia 7 – The Highline / Chelsea Market / Bleecker St. /Magnolia Bakery / Friends' Building / Grand Sichuan
  • Dia 8 – Circle Line Cruise (passeio de barco pela ilha) / Tabata Noodle
  • Dia 9 – Como conto na série de posts, peguei uma gripe super forte e no último dia não consegui fazer muita coisa. Mas reuni todas as minhas forças e fomos conhecer o MET, fechando assim, a viagem com chave de ouro.




28.8.13

Onde comer em Campos do Jordão

Nessa segunda visita a Campos do Jordão conheci mais dois lugares novos para incrementar ainda mais tagonde comer” da cidade. Os dois estão muito bem localizados, no centro de Capivari.

O primeiro, o Safári Restaurante e Bar, é um bom lugar para um happy hour animado ou jantar mais descontraído. Com uma decoração que segue a temática proposta pelo nome, a casa proporciona um ambiente aconchegante e especial para aqueles dias gostosos de frio. O menu é bem vasto e contempla especialidades que vão do crepe aos pratos mais sofisticados. Porém, acho que a pedida aqui é o bom e reconfortante fondue. No meu caso, antes de partir para o jantar propriamente dito, ainda pude degustar um bolinho de arroz delicioso de entrada. Agora, sim, a sequência de foundue chegou à mesa. Primeiro, o de queijo, acompanhado por pães, batatinhas noisette  e champignons – para mim, a melhor combinação.


20.8.13

Provando a Flammkuche em Colônia

A oferta de restaurantes em Colônia é grande, se comparada ao tamanho da cidade. Andando pelas margens do Reno, você encontrará todo tipo de cozinha que imaginar. Nós simpatizamos com a cara do Ständige Vertretung e entramos. Logo fomos muito bem atendidos, encaminhados para uma mesa e, quando perguntados sobre a bebida, fomos unanimes: cerveja. Eu achei a cerveja de Colônia uma delícia, os alemães brincam dizendo que ela é praticamente água de tão levinha.

Consegui tirar uma foto da cerveja, senhoras e senhores!

16.8.13

Um restaurante português em Hamburgo

Assim que chegamos a Hamburgo, deixamos as malas no hostel e fomos explorar a região em busca de um restaurante que aplacasse a fome que nos consumia. A chuva fina que caía sobre a cidade e o frio eram dois grandes dificultadores dessa tarefa.

Ainda bem que St. Pauli, bairro onde nos hospedamos, é super bem servido de restaurantes, bares, mercados e padarias. Subimos e descemos a Schulterblatt Straße até nos depararmos com um restaurante chamado La Sepia. De fora vimos o interior à luz de velas e achamos por bem entrar. E não é que fizemos uma ótima escolha? Apesar do nome, o La Sepia é um restaurante português, comandado por portugueses, onde eu tomei a melhor sopa de peixe que poderia tomar em Hamburgo.

Sopa de peixe deliciosa e reconfortante

26.7.13

Cunha - Restaurantes

Como dito anteriormente, a gastronomia em Cunha é um capítulo à parte. Composta por ingredientes regionais de primeiríssima qualidade, resultando numa cozinha absolutamente particular, ela agrada a todos e conquista imediatamente quem a prova.

Nesse post eu trago duas novidades e um repeteco da primeira vez. Afinal de contas, Cunha é daqueles lugares onde você vai achando cantinhos especiais e é quase impossível não retornar a eles.


Na sexta à noite, chegando à cidade,  partimos para a primeira novidade. O Celeiro do Gutto – Pouso e Rango – começou como um restaurante e hoje também é uma pousada exclusivíssima. Mas vamos começar do começo. Depois  de 4km pela estrada de terra nos deparamos com a calorosa recepção dos fiéis companheiros do Celeiro: Nando e Pedro Paulo. Depois de latidos, reconhecimento e aceitação, descemos do carro e observamos o céu – não sei se já falei isso, mas o céu de Cunha é um espetáculo. Logo, o responsável por dar nome ao lugar, o Gutto, nos recebe de forma super atenciosa e nos apresenta ao Fabrício, que também coordena parte do Celeiro. Devidamente apresentados, damos uma rápida volta pela propriedade. De cara eu fico completamente apaixonada pela paz, organização e charme do lugar. Infelizmente o nosso propósito ali era só o jantar, mas a vontade imediata era de, pelo menos, 1 mês naquele ambiente especial.

O ambiente aconchegante do Celeiro do Gutto

26.6.13

Onde comer em Santiago

Vou dizer que no nosso mix de restaurantes teve de tudo. De pega turista à dica de Anthony Bourdain, passando por bar e sorveteria... Então, só mais uma coisa: coloca o babador e corre para ler esse post!

O Riggo’s Bar foi nossa primeira parada na capital chilena. Ele fica no comecinho da Pío Nono, rua famosa por seus inúmeros bares e sua cena noturna. Como duas universidades estão nessa rua, já dá para se ter uma ideia da quantidade de jovens que ficam por ali, né? Como o clima tava bom nesse fim de tarde, sentamos numa mesinha na calçada, pedimos uma Escudo litrão geladíssima e, para acompanhar, empanadinhas de queijo. Dupla imbatível! Por fim, provamos o Churrasco a lo Pobre: batata frita, carne e ovo. Quer mais o quê? Então, fica a dica, a lista de bares da Pío Nono é quase infinita, escolha o que mais vai com a sua cara e se joga!

Escudo gelada e Empanadas para abrir os trabalhos na Pío Nono

22.5.13

Mais um restaurante grego em Berlim


Gostamos tanto da nossa experiência no Ypsilon, que pensamos em repetir a dose quando voltamos nesse outono. Mas como somos curiosos e havia um outro restaurante grego juntinho do nosso hotel, resolvemos arriscar. E não é que mais uma vez acertamos?

O Taverna Trilogie, onde também funciona uma enoteca, é um lugar super aconchegante. Meus pais de cara curtiram muito o ambiente à luz de velas. Para melhorar, fomos super bem atendidos por uma garçonete simpática que não hesitou em nos ajudar com os pedidos.
Para começar, vinho e antepastos gregos. Os pratos principais eram incrivelmente bem servidos e deliciosos. Mais uma vez, os quatro poderiam ter dividido 2 pratos facilmente. Por fim, como já havíamos provado uma vez, ouzo para fechar com chave de ouro!

Deixo vocês com as fotos desse momento gostoso e divertido da nossa viagem...


5.3.13

São Luís e Barreirinhas - Todos os posts


A convite da Taguatur Turismo e Eventos embarquei numa viagem linda pelo Maranhão. Conheci São Luís e Barreirinhas, onde ficam os Lençóis Maranhenses, e compartilhei tudo aqui com vocês. 

Agora é hora de arrumar a casa e facilitar a vida de quem quer se inspirar para cair na estrada:

Vídeo apresentação da viagem

Primeiro, São Luís:



Por fim, Barreirinhas:


Com mais tempo eu teria visitado Alcântara, na região de São Luís, e Atins, outro destino de Barreirinhas. Digamos que o que vi é o indispensável. Para aqueles que vão em um feriado, com tempo contado é o roteiro ideal. Se você tem um pouco mais de tempo dá para incluir numa boa mais esses dois destinos e alguns outros. Minha ideia agora é voltar na alta temporada para ver as lagoas cheias e levar pessoas que amo comigo.  

Porque destino que marca é assim, a gente quer voltar sempre!

1.3.13

Barreirinhas - Onde comer


Em Barreirinhas tive a oportunidade de almoçar/jantar em alguns lugares legais. Além do almoço em Caburé, durante o inesquecível passeio de voadeira pelo Rio Preguiças, pude jantar no Bambaê, restaurante que também faz parte da Encantes do Nordeste, pousada da minha estada na cidade.
O restaurante fica às margens do rio e é super aconchegante. Na baixa temporada ele abre para almoço, às 11h, dá uma pausa e reabre para o jantar, às 18h. Na alta, ele funciona non stop, a partir das 11 da manhã. O cardápio é bem variado, mas o forte é peixe. E põe forte nisso! Comi um Filé de Robalo assado (R$ 50,00 p/ 2 pessoas), que meu deus do céu, foi o melhor peixe da viagem! Juro. Acompanhado de purê de batatas e arroz, mas sem brincadeira, nem precisava. Amei e até hoje fico com água na boca só de lembrar...

Filé de Robalo no capricho

22.2.13

São Luís - Onde comer


Como em toda viagem, minha a parte gastronômica é sempre um dos pontos mais altos. Fui a São Luís com a curiosidade aguçada, pois me intrigava bastante a culinária resultante de um misto entre norte e nordeste do país. Posso dizer que fui positivamente surpreendida!

Minha primeira parada na capital maranhense foi logo na Barraca do Chef, lugar simples, pé quase na areia, de frente para um marzão sem fim. A ideia era provar a famosa caranguejada maranhense, mas como estamos na época do defeso dos caranguejos fica terminantemente proibida a captura e venda dos animais para que eles se reproduzam.

No entanto, o chef Miguel Moisés não me deixou passar vontade e me serviu uma casquinha de caranguejo (R$ 20,38) no capricho. Para almoçar a sugestão da casa foi o Filé Reviver (criado em homenagem ao projeto de revitalização do Centro Histórico da cidade, que leva o mesmo nome). Um filé de peixe muito bem temperado regado por um molho de camarão suculento, acompanhado de purê e arroz (R$ 49,58). O prato é farto e, se você é como eu e não abre mão de um petisco, dá para dividir tranquilamente o prato principal. Imagino como deve ser gostoso dar um pulinho na Barraca do Chef depois de um bom banho de mar, naquela hora pós praia em que a fome aperta, sabe?

Casquinha de caranguejo 

4.2.13

Dois restaurantes alemães em Frankfurt


Viajando com dois parceiros ilustres que nunca tinham ido na Alemanha, fazia muito sentido apresentá-los à cultura do país através da gastronomia logo de cara.

Na nossa primeira parada em Frankfurt, resolvemos comer algo tipicamente alemão. Naturalmente, cada região do país apresenta diferenças no quesito típico. Em Frankfurt, o molho verde (Grüne Soße) e a cidra (Apfelwein) vinham liderando.



Confiando muito no PRINZ (sempre ele), revista online alemã que mapeia tudo que está rolando nas principais cidades do país e lista muitos restaurantes que merecem uma visita, encontramos duas indicações certeiras de comida alemã em Frankfurt. Praticamente vizinhos, o Zum Gemalten Haus e o Apfelwein Wagner reúnem as principais especialidades da região e do país, em ambientes descontraídos e lotados na Schweizer Straße.



Nossa idéia inicial era comer no Apfelwein Wagner, mas foi impossível conseguir uma mesa. Famílias inteiras, grupos imensos de amigos conversando e bebendo muito. Também não havia um mecanismo oficial para conseguir uma mesa, era pura sorte. Desistimos e fomos na concorrência, o Zum Gemalten Haus e, apesar de estar igualmente cheio, conseguimos uma mesa depois de alguma espera.


A partir daí, a família tomou uma rodada de sidra (fria) e preenchemos a mesa com algumas sugestões da casa. Lingüiças variadas, o tradicional Schnitzel, provamos Leberkäse pela primeira vez, porco cozido com SauerkrautBratkartoffeln e o famoso Grüne Soße e o seu sabor amüsant. Um banquete!


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