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17.10.11

Belém: Todos os posts

Mais uma série de posts chega ao fim e o raphanomundo tem orgulho em apresentar, da melhor forma possível, mais um destino incrível. Como eu disse no decorrer dos posts dessa série, Belém do Pará é uma cidade para várias visitas, tem muito o que se ver, aprender, conhecer e comer. Se você vai pela primeira vez, aqui no blog tem o caminho das pedras para que o seu tempo seja super bem aproveitado. 


Espero que vocês gostem de Belém tanto quanto nós gostamos. E se quiser, volta aqui para contar como foi sua experiência na capital paraense, nós vamos adorar saber das suas histórias.


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14.10.11

Belém: comidinhas


As comidinhas de Belém são um caso à parte, meu deus. Acho que dos pontos turísticos deu para ver quase tudo, mas as comidas não deu para provar tudo, não.  Só de lembrar dessa falta de tempo me dá pena. Mas vou deixar de falar do que não deu para comer e vamos ao que interessa, no caso, o que deu!

Na fase do planejamento eu tomei a liberdade de escrever para o diretor de conteúdo do site belemdopara.com.br, Antonio Mokarzel, e ele muito solícito, me passou inúmeras dicas. Vou confessar que a cervejaria Amazon Beer na Estação das Docas me chamou logo a atenção e entrou rapidinho no roteiro. Chopp geladíssimo de fabricação própria (de R$ 4,10 a R$ 5,80), nós provamos os Amazon River, Red, Forest e o perfumado Amazon Bacuri. Todos aprovadíssimos! O petisco não poderia ser melhor: bolinhos de camarão (R$ 28,00 - 8 unidades). Mas daqueles bolinhos honestos, repletos de camarões. Tão honesto que tirei a foto do bolinho aberto para provar a fartura camarônica.




Também foi do Antônio a dica do Spazzio Verdi (R$ 44,90/ kg), também na Estação. Esse palpite foi reforçado pelos nossos cicerones na cidade, parentes do marido. Foi lá que nós almoçamos e provamos de tudo um pouco. Dá água na boca só de lembrar da variedade de pratos que o restaurante oferece. Primeiríssima qualidade. Lá eu comi a farofa mais crocante da minha vida. Sem falar em mais um derrame de camarões. É eu gosto de camarão!


O Boteco das Onze, na Casa das Onze Janelas, foi dica do meu pai. Dica boa, do jeito que eu gosto, um barzinho gostoso às margens da Baía do Guajará. Agitadíssimo à noite, com fila de espera e tudo mais. No entanto, nós chegamos numa hora boa e conseguimos uma mesa ótima e do lado de fora, mas o boteco tem ambientes para todos os gostos. A caipirinha veio no capricho e arrematamos com uma empadinha, não preciso dizer o sabor da empada, né?


Para provar um autêntico tacacá perguntamos ao taxista uma tacacazeira que ele recomendava. Após 10 minutinhos estávamos no disputado Tacacá do Renato (R$ 7,00) munidos de cuias e bebericando um líquido amarelo fumegante coroado com camarões salgados. Excelente!


Uma dica que foi unanimidade da turma toda foi o famosíssimo sorvete  da Cairu (R$ 3,50/bola), nessa devo confessar que nós fomos duas vezes. Sorvete de cupuaçu, castanha do pará e tapioca foram os eleitos do fim de semana. Uma perdição só! 



Belém merece várias visitas, várias mesmo, divididas entre passeios culturais e passeios gastronômicos. Se alguém me disser que foi em Belém só comeu e não conheceu nada eu vou compreender totalmente, porque a comida paraense é irresistível. Mas você só vai saber o que tou falando no dia que provar, vai por mim!

13.10.11

Belém: Parque Emílio Goeldi


Nossa última parada turística em Belém do Pará foi no Parque Zoobotânico Emílio Goeldi, mais uma parada obrigatória para quem vai à capital paraense com crianças e/ou gosta de fotografar. Com 5,2 hectares e inaugurado em 1895, o parque é considerado o mais antigo do Brasil desse gênero. O espaço é impressionante, um pedaço da floresta amazônica totalmente preservado em pleno coração de Belém. O Museu Paraense Emilio Goeldi, que se encontra dentro do parque, é mundialmente reconhecido como uma das mais importantes instituições de investigação científica sobre a Amazônia brasileira. O suíço Émil August Goeldi veio ao Brasil em 1893 e logo assumiu a direção do museu, dois anos depois inaugurou o parque com o intuito de apresentar um pouco da flora e fauna regionais proporcionando lazer e educação para a população.











Trabalho que segue até hoje e muito bem feito. O parque é um disputado ponto de lazer nos fins de semana, vimos famílias completas passeando e entrando em contato direto com os mais de 2.000 tipos de árvores nativas da floresta amazônica e os 600 animais, muitos deles ameaçados de extinção. A cada passo uma nova descoberta. Nesse mês de outubro o Parque Emílio Goeldi completa 145 anos e tem uma programação toda especial para a data. Vale a pena conferir!  
Ah, crianças até 10 anos entram de graça e os demais pagam simbólicos R$ 4,00 se não me engano. 

11.10.11

Belém: Pólo Joalheiro


Mais um lugar que entrou no nosso apertado roteiro foi o Pólo Joalheiro. O prédio de uma antiga detenção desde 2002 até os dias de hoje abriga o Espaço São José Liberto. Nesse complexo turístico cultural encontramos uma Capela, um Centro Cultural com espaço fixo para vendas de artesanato e intervenções artísticas. Também é lá que está o Museu de Gemas do Pará e a Casa do Artesão. Uma das celas ainda hoje é preservada para termos uma ideia de como era o espaço enquanto prisão. Garanto que, fora essa parte, o Pólo Joalheiro em nada se parece com um presídio. Hoje o ambiente exala criatividade, muita arte e tranquilidade. 












A entrada é gratuita e lá dentro tem uma boa variedade de artesanatos à venda com preços camaradas. Essa é uma das coisas que nos chamou muita atenção nessa visita a Belém: o preço praticado pelos artesãos. Tudo bem feito, muito bonito e barato. Nós, como turistas, não nos sentimos explorados em momento algum. A vontade é de sair comprando tudo pela frente, peças lindas de decoração, coisas para casa e joias. Dá gosto de prestigiar o trabalho deles!



6.10.11

Belém: Mangal das Garças


Um dos lugares que mais gostei de visitar em Belém foi o Mangal das Garças. Às margens do Rio Guamá, o parque ecológico foi lançado em 2005 e abriga vários pontos de interesse: O museu amazônico da navegação, o viveiro dos pássaros, o farol de Belém, o borboletário, o orquidário, o viveiro de plantas e o restaurante Manjar das Garças. Como o meu tempo estava corridíssimo, procurei dar atenção ao que não tinha visto antes: viveiro dos pássaros e o borboletário. Não me arrependo nem um pouco da minha escolha. Nem o sol escaldante, nem o calor senegalês que fazia tiraram a beleza que foi visitar esses dois locais. Para entrar no parque é de graça, mas o borboletário é pago, (cerca de R$3,00 por pessoa) mas vale muito a pena pagar. Eu nunca havia entrado em um antes e fiquei maravilhada com o que vi. É mágico! É lindo! Tão lindo que foi difícil decidir quais fotos por aqui. 













As aves podem ser vistas por todo o parque, soltas e bem pertinho da gente. Para criança é uma verdadeira festa. Recomendo muito o passeio para quem gosta de fotografar, quem vai com crianças e aos amantes da natureza. Sairão de lá satisfeitos! Dentro do parque, além do restaurante, existe uma lanchonete e uma loja bem grande de artesanatos e brinquedos, a Armazém do Tempo, com preços bem bons.


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5.10.11

Belém: Feliz Lusitânia


O Complexo de Feliz Lusitânia está situado no centro histórico de Belém, na cidade velha. Ele abriga o Forte do Presépio, a Casa das 11 Janelas, o casario da rua Padre Champagnat, a Catedral da Sé e o Museu de Arte Sacra. Todos os prédios foram restaurados pelo governo e agora o espaço turístico é um lugar bem bonito de se visitar. A vista do forte para o Ver-o-peso é uma coisa linda, dá para ver bem aquela confusão de barcos, carros e gente. Cena não muito comum em outros lugares, mas que em Belém vira um lindo cenário. Deixo vocês com as fotos que falam mais sobre o complexo:

Catedral da Sé

Casa das 11 janelas

Forte do Presépio

Casario

Ver-o-peso visto do Forte do Presépio

Posto-barco

Casa das 11 Janelas e a Fragata da Marinha vistas do Forte do Presépio


Após sua visita ao Ver-o-peso, caminhe mais uns 10 minutinhos, chegue ao Complexo de Feliz Lusitânia, aprecie a vista, faça boas fotos e conheça um pouco mais da história de Belém do Pará. 

29.9.11

Belém: Ver-o-peso


O Mercado do Ver-o-peso é sem dúvida o ponto turístico mais famoso de Belém e eu, que sou bem chegada num mercado, não poderia deixá-lo de fora do roteiro. O Ver-o-peso foi construído em 1625 e fica às margens da Baía do Guajará, local estratégico para a descarga dos barcos pesqueiros. Partindo da Estação das Docas, a princípio você se depara com as barracas de comidas prontas: maniçoba, açaí na tigela com peixe frito, coxinha de carne de caranguejo, tacacá, sucos e mais uma infinidade de delícias. 







Percorrendo mais um pouco, chegamos às barracas de artesanato típicos da região norte. Coisas lindas e totalmente diferentes do que estamos acostumados.  Mais para frente encontramos as bancas de frutas, verduras e alimentos típicos da cidade: Castanha do Pará, camarão e peixe salgados, tucupi à vontade e farinhas de todos os tipos não faltam. O prédio azul, que é o mercado propriamente dito, abriga um vasto número de boxes que vendem pescados in natura.  Os peixes, claro, de água doce e bem característicos da região.  Para quem gosta de camarão, como eu, aquilo lá é o paraíso. Tem em abundância! 















O cheiro nessa parte do mercado é bem forte e no lado de fora, onde a maioria dos barcos está atracada também. Acredito que o calor acentua ainda mais o odor, portanto, se você tem o estômago fraco, aconselho que sua visita por lá seja breve.










No mais, toda a área de fora do Ver-o-peso é um verdadeiro parque de diversões para quem gosta de cozinhar e se jogar nos sabores, cores, texturas e aromas de uma cozinha com tanta personalidade como a paraense. 

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