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30.7.13

Cunha - Todos os posts

Cunha é daqueles refúgios especiais para passar um feriado ou fim de semana. As opções de diversão são inúmeras, sobretudo, nos meses festivos. Aqui no blog, as dicas para aproveitar o melhor da cidade só aumentam! Portanto, não caia na estrada sem antes ler os posts:

Julho/2013

A Cidade dos fusquinhas 

>> Em julho de 2013 o raphanomundo viajou a convite da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Cunha.


Agosto/2012

Em agosto os ipês floridos tomam conta das estradas

18.9.12

Cunha - Onde comer

No fim de semana que demos uma escapadinha até Cunha, cidade do interior de São Paulo, reservamos nossas manhãs para explorar um pouco a região. A preferência foi por almoçar na rua e jantar na pousada. Depois de conhecer a cervejaria WolkenburG, a fome já apertava e decidimos parar no restaurante Antigo Caminho do Ouro, na rodovia SP 171, mais conhecida como Estrada Cunha/Paraty.

A casinha que abriga o restaurante fica no topo de uma pequena colina, com direito a muito verde, muitas flores e um sol da tarde maravilhoso. Uma paz incrível. O Antigo Caminho do Ouro tem um cardápio simples, mas seus pratos são bem servidos e bem apresentados. Fizemos uma belíssima refeição.

A casinha do Antigo Caminho do Ouro

27.8.12

Fazenda Aracatu - Cunha - SP


No km 56 da rodovia Cunha-Paraty nós encontramos um paraíso para quem gosta de antiguidades. O Espaço Aracatu, da fazenda homônima, é repleto de itens de colecionador e, o que seria uma pausa inocente para um sorvete, virou uma sessão de fotos.


24.8.12

Cervejaria WolkenburG - Cunha - SP


E já que hoje é sexta-feira, não tem jeito melhor de receber o tão esperado fim de semana senão passando a dica de uma cervejaria no interior de São Paulo. Aproveitando a estada em Cunha fomos conhecer a WolkenburG cervejaria do alemão Thomas Rau e sua esposa brasileira, Heike. A subida até o topo da montanha onde fica a residência deles e a cervejaria é linda. O nome WolkenburG não é à toa, significa castelo nas nuvens.


Sinalização no caminho

22.8.12

Pousada Barra do Bié - Cunha - SP


Nesse último final de semana resolvemos aproveitar uma folga e unir o útil ao agradável. Pegamos o carro e rumamos à região do Vale do Paraíba, no leste do Estado de São Paulo. A 235km da capital, a Estância Climática de Cunha é o lugar ideal para quem quer esquecer por completo da vida agitada da cidade.

Nós ficamos hospedados na charmosa pousada Barra do Bié, que fica na “roça”, no trecho Cunha-Paraty da Estrada Real. Depois de percorrer um trecho da histórica estrada, marcado pelos ipês amarelos, curvas suaves e uma paisagem linda, faltavam os cerca de 6 km de estrada de terra, que são um bônus para os amantes da direção e da vida no campo.

Cenas de Cunha - Ipê Amarelo

12.1.12

Bate-Volta em Paraty - parte 2

E aí, vocês ficaram morrendo de vontade de ver a continuação desse passeio incrível? Então vamos a ela!

Lembram quando falei do almoço a bordo? Pois bem, após a primeira parada, os tripulantes passam por todos os passageiros com cardápios e nele constam três opções de refeição para que seja feita uma reserva, assim, as cozinheiras farão a quantidade certa de comida, no tempo exato. As opções foram: Filé de peixe ao molho de camarão, Peito de frango empanado e Strogonoff de frango, todos os pratos acompanham arroz branco, legumes cozidos, salada e custam R$ 25,00. Na escuna funciona um bar/restaurante e são vendidos cerveja R$ 4,50, refrigerante R$ 4,00, água R$ 3,00, sucos R$ 5,00, drinks R$ 10 - 16, cachaça R$ 7,00 e petiscos R$ 20 - 36.

Lagoa Azul, parada do almoço

Almoço a bordo

Outras escunas na Lagoa Azul

O almoço é servido no terceiro ponto, confesso que eles capricharam na escolha dessa parada. Atracamos por volta das 14:30 na Lagoa Azul, uma ilha perfeita, de águas verdes (?) e fizemos uma deliciosa refeição. Pensei que seria desorganizado por ter muita gente na escuna, mas não, é tudo bem organizado e limpo. Ponto positivo para a Estrela da Manhã. Quem optou por não comer algo pode aproveitar pouco mais de 1h de banho de mar. Vidão mesmo!

Barriga forrada, rumamos à simpática praia do Saco da Velha, última parada do passeio. Até pensei que o almoço daria uma desanimada no pessoal, ledo engano, parecia que o passeio havia acabado de começar. Haja pique! Todo mundo desceu e se esbaldou novamente num mar inacreditavelmente cristalino. Sem dúvida alguma nesse passeio eu vi as paisagens mais lindas que tenho ideia. No fim da última parada, já a caminho do cais, o tempo deu uma virada, parecia algo programado. Antes do fim do passeio os tripulantes passam as comandas com os valores finais do consumo a bordo + entradas, o pagamento pode ser feito no cartão de crédito, mas isso só descobrimos após pagar em dinheiro. Ah, na nossa escuna havia uma banda, então, saibam que rola um couvert artístico na conta também. Tudo resolvido, é só esperar a hora da escuna atracar e desembarcar.

Praia do Saco da Velha

A cor da água é fascinante, não?

Barquinhos no Saco da Velha

Para chegar ao carro fomos caminhando pelas ruas do centro histórico da cidade, o que nos despertou ainda mais vontade de voltar e dedicar um tempo justo para conhecer todas as belezas de Paraty.  O passeio de escuna é coisa de um dia inteiro, mas vale muito a pena. Mesmo. Já quero fazer de novo… e de novo!

Casario do centro histórico de Paraty

Casario do centro histórico de Paraty

Casario do centro histórico de Paraty

Vivendo em harmonia

Igreja


E fica a dica, faça o passeio, se possível, na alta estação. O sol tem que ser o companheiro inseparável daquele mar. Ah, e use bastante filtro solar!

TODAS AS FOTOS DE PARATY NO FLICKR DO RAPHANOMUNDO

11.1.12

Bate-Volta em Paraty - parte 1


Como parte do planejamento para a viagem a Ubatuba, pesquisamos o que que poderia ser feito por lá e soubemos de vários passeios de escuna pelas praias da cidade. O marido ficou de se informar se valeria mesmo  a pena contratar o passeio em Ubatuba e descobriu que, se a nossa vontade era passear de escuna, que fossemos a Paraty - RJ, a 60 km da nossa pousada. Eu fiquei meio com pé atrás, afinal já havíamos andado 250 km, mas topei. Demos umas olhadas nas opções de barcos no próprio site da cidade e já fomos com alguns nomes em mente. Na quinta-feira, o céu aberto e o sol apareceram, tal qual fizeram na quarta. Não tivemos dúvidas, organizamos tudo, tomamos café e pegamos a estrada rumo a Paraty. As únicas informações que tínhamos: 1 - os barcos partem às 11 da manhã e 2 - tem um estacionamento junto ao cais.

A estrada Rio-Santos (BR 101) é muito boa, tem vistas lindas e a viagem passa rapidinho. Chegando em Paraty é só pegar a rua principal e ir sempre em frente que você chegará no centro e logo descobrirá onde fica o cais. Para nós não foi tão fácil porque nosso GPS tava meio maluco e não deu o caminho certo, deixamos o carro num estacionamento um pouco mais afastado (R$ 10,00 o dia), mas organizado também. 

A caminho de Paraty

Mirante

Rio-Santos

Chegando ao cais você vai se deparar com uma grande muvuca e as mesas, do lado direito, onde os funcionários das escunas efetuam as vendas. São muitos barcos, de todos os tipos e tamanhos, com música, sem música. Nos foi recomendado pegar um barco grande e assim o fizemos. Nosso barco, o Estrela da Manhã IV, tinha capacidade para 175 passageiros e 3 tripulantes. Uma escuna grande, de 2 andares e bem veloz. O valor do passeio, por pessoa, ficou por R$ 35,00. São 5 horas de duração (como havia muita gente no nosso barco o passeio se estendeu para 6 horas e meia), com paradas em 4 ilhas/praias, a bordo são servidas frutas da estação e cafezinho após o almoço. 

Muvuca no cais de Paraty

Diversas escunas


Paraty vista da escuna


Ao embarcar você ganha um número que servirá de comanda para o pagamento ao final do passeio. 

Tudo isso posto, vamos ao roteiro. Já acomodados na parte superior da escuna, navegamos pela baía da Paraty rumo à nossa primeira parada, a belíssima Praia Vermelha. Encantadora. 40 minutos de pura beleza. A escuna atraca numa profundidade de 4 metros de águas insanamente claras, onde é possível ver o fundo do mar. 
Para chegar até a beira da praia você pode ir nadando ou esperar o bote, mas sinceramente, você perderá uns bons 10 minutos de esperar o barquinho. Optamos por pular da escuna e cair naquela água maravilhosa. 


Meio do caminho

Praia Vermelha

O bote

Timão @ Praia Vermelha

O tempo passa voando e a vontade é de ficar ali pra sempre, mas vamos à próxima parada, né? Afinal, tínhamos um marzão verde cristalino para explorar. 

Chegamos à Ilha do Algodão, maior ilha da baía de Paraty, considerada um aquário particular. A profundidade da parte onde ficamos atracados era de 8 metros, e aí, o mar verde cristalino deu lugar a um verde mais escuro, mas não menos encantador. Foram mais 40 minutos de mergulhos, peixinhos e uma felicidade extrema de ter a oportunidade de vivenciar esse tipo de momento. 

Ilha do Algodão

O verde escuro da Ilha do Algodão

Barquinho particular

Aquário

Mergulho @ Ilha do Algodão

Deixarei vocês com água na boca e voltarei com a segunda parte dessa delícia de passeio amanhã. Stay tunned!


LEIA A PARTE DOIS
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