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14.1.13

Splendour of the Seas - Escala em Búzios


Como eu disse no começo da série, o mini cruzeiro a bordo do Splendour of the Seas tinha como parada Búzios. Uniu o útil ao agradável, né? Além de conhecer um navio novo tive a oportunidade de curtir um pouquinho esse encanto que é Búzios.

Dormi rezando para que a chuva da sexta não se repetisse no sábado e, quando acordei, a surpresa: Sol lindo brilhando lá fora, ainda que com algumas nuvens como companhia. O café da manhã foi cedo, a fim de não perder um segundo desse dia que prometia ser massa. Minhas companheiras de aventura na cidade (e em toda a viagem) foram Guta Cunha, do Vambora, e Nathalia Molina, do Como Viaja.

Em Búzios o navio não atraca, ele fica fundeado, e o desembarque se dá através dos barquinhos, também chamados de tender. Esse desembarque é super rápido, cada barquinho cabe bastante gente e a travessia não dura nem 10 minutos. Num piscar de olhos estávamos no píer.

Já no píer de Búzios

12.1.12

Bate-Volta em Paraty - parte 2

E aí, vocês ficaram morrendo de vontade de ver a continuação desse passeio incrível? Então vamos a ela!

Lembram quando falei do almoço a bordo? Pois bem, após a primeira parada, os tripulantes passam por todos os passageiros com cardápios e nele constam três opções de refeição para que seja feita uma reserva, assim, as cozinheiras farão a quantidade certa de comida, no tempo exato. As opções foram: Filé de peixe ao molho de camarão, Peito de frango empanado e Strogonoff de frango, todos os pratos acompanham arroz branco, legumes cozidos, salada e custam R$ 25,00. Na escuna funciona um bar/restaurante e são vendidos cerveja R$ 4,50, refrigerante R$ 4,00, água R$ 3,00, sucos R$ 5,00, drinks R$ 10 - 16, cachaça R$ 7,00 e petiscos R$ 20 - 36.

Lagoa Azul, parada do almoço

Almoço a bordo

Outras escunas na Lagoa Azul

O almoço é servido no terceiro ponto, confesso que eles capricharam na escolha dessa parada. Atracamos por volta das 14:30 na Lagoa Azul, uma ilha perfeita, de águas verdes (?) e fizemos uma deliciosa refeição. Pensei que seria desorganizado por ter muita gente na escuna, mas não, é tudo bem organizado e limpo. Ponto positivo para a Estrela da Manhã. Quem optou por não comer algo pode aproveitar pouco mais de 1h de banho de mar. Vidão mesmo!

Barriga forrada, rumamos à simpática praia do Saco da Velha, última parada do passeio. Até pensei que o almoço daria uma desanimada no pessoal, ledo engano, parecia que o passeio havia acabado de começar. Haja pique! Todo mundo desceu e se esbaldou novamente num mar inacreditavelmente cristalino. Sem dúvida alguma nesse passeio eu vi as paisagens mais lindas que tenho ideia. No fim da última parada, já a caminho do cais, o tempo deu uma virada, parecia algo programado. Antes do fim do passeio os tripulantes passam as comandas com os valores finais do consumo a bordo + entradas, o pagamento pode ser feito no cartão de crédito, mas isso só descobrimos após pagar em dinheiro. Ah, na nossa escuna havia uma banda, então, saibam que rola um couvert artístico na conta também. Tudo resolvido, é só esperar a hora da escuna atracar e desembarcar.

Praia do Saco da Velha

A cor da água é fascinante, não?

Barquinhos no Saco da Velha

Para chegar ao carro fomos caminhando pelas ruas do centro histórico da cidade, o que nos despertou ainda mais vontade de voltar e dedicar um tempo justo para conhecer todas as belezas de Paraty.  O passeio de escuna é coisa de um dia inteiro, mas vale muito a pena. Mesmo. Já quero fazer de novo… e de novo!

Casario do centro histórico de Paraty

Casario do centro histórico de Paraty

Casario do centro histórico de Paraty

Vivendo em harmonia

Igreja


E fica a dica, faça o passeio, se possível, na alta estação. O sol tem que ser o companheiro inseparável daquele mar. Ah, e use bastante filtro solar!

TODAS AS FOTOS DE PARATY NO FLICKR DO RAPHANOMUNDO

11.1.12

Bate-Volta em Paraty - parte 1


Como parte do planejamento para a viagem a Ubatuba, pesquisamos o que que poderia ser feito por lá e soubemos de vários passeios de escuna pelas praias da cidade. O marido ficou de se informar se valeria mesmo  a pena contratar o passeio em Ubatuba e descobriu que, se a nossa vontade era passear de escuna, que fossemos a Paraty - RJ, a 60 km da nossa pousada. Eu fiquei meio com pé atrás, afinal já havíamos andado 250 km, mas topei. Demos umas olhadas nas opções de barcos no próprio site da cidade e já fomos com alguns nomes em mente. Na quinta-feira, o céu aberto e o sol apareceram, tal qual fizeram na quarta. Não tivemos dúvidas, organizamos tudo, tomamos café e pegamos a estrada rumo a Paraty. As únicas informações que tínhamos: 1 - os barcos partem às 11 da manhã e 2 - tem um estacionamento junto ao cais.

A estrada Rio-Santos (BR 101) é muito boa, tem vistas lindas e a viagem passa rapidinho. Chegando em Paraty é só pegar a rua principal e ir sempre em frente que você chegará no centro e logo descobrirá onde fica o cais. Para nós não foi tão fácil porque nosso GPS tava meio maluco e não deu o caminho certo, deixamos o carro num estacionamento um pouco mais afastado (R$ 10,00 o dia), mas organizado também. 

A caminho de Paraty

Mirante

Rio-Santos

Chegando ao cais você vai se deparar com uma grande muvuca e as mesas, do lado direito, onde os funcionários das escunas efetuam as vendas. São muitos barcos, de todos os tipos e tamanhos, com música, sem música. Nos foi recomendado pegar um barco grande e assim o fizemos. Nosso barco, o Estrela da Manhã IV, tinha capacidade para 175 passageiros e 3 tripulantes. Uma escuna grande, de 2 andares e bem veloz. O valor do passeio, por pessoa, ficou por R$ 35,00. São 5 horas de duração (como havia muita gente no nosso barco o passeio se estendeu para 6 horas e meia), com paradas em 4 ilhas/praias, a bordo são servidas frutas da estação e cafezinho após o almoço. 

Muvuca no cais de Paraty

Diversas escunas


Paraty vista da escuna


Ao embarcar você ganha um número que servirá de comanda para o pagamento ao final do passeio. 

Tudo isso posto, vamos ao roteiro. Já acomodados na parte superior da escuna, navegamos pela baía da Paraty rumo à nossa primeira parada, a belíssima Praia Vermelha. Encantadora. 40 minutos de pura beleza. A escuna atraca numa profundidade de 4 metros de águas insanamente claras, onde é possível ver o fundo do mar. 
Para chegar até a beira da praia você pode ir nadando ou esperar o bote, mas sinceramente, você perderá uns bons 10 minutos de esperar o barquinho. Optamos por pular da escuna e cair naquela água maravilhosa. 


Meio do caminho

Praia Vermelha

O bote

Timão @ Praia Vermelha

O tempo passa voando e a vontade é de ficar ali pra sempre, mas vamos à próxima parada, né? Afinal, tínhamos um marzão verde cristalino para explorar. 

Chegamos à Ilha do Algodão, maior ilha da baía de Paraty, considerada um aquário particular. A profundidade da parte onde ficamos atracados era de 8 metros, e aí, o mar verde cristalino deu lugar a um verde mais escuro, mas não menos encantador. Foram mais 40 minutos de mergulhos, peixinhos e uma felicidade extrema de ter a oportunidade de vivenciar esse tipo de momento. 

Ilha do Algodão

O verde escuro da Ilha do Algodão

Barquinho particular

Aquário

Mergulho @ Ilha do Algodão

Deixarei vocês com água na boca e voltarei com a segunda parte dessa delícia de passeio amanhã. Stay tunned!


LEIA A PARTE DOIS
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