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24.8.15

São Paulo - Consulado da Bahia

Num longínquo feriado em São Paulo, para ser mais precisa, ali perto do réveillon, procurando onde comer nas imediações da até então recém-aberta estação Fradique Coutinho do Metrô, nos deparamos com um prédio que imitava um casario colorido, festivo. Apurando mais a vista vi que, aquele pedaço de Pelourinho era, na verdade, o Consulado da Bahia. Uma miragem, diga-se, de tão pertinho que tá da saída do metrô ali no bairro de Pinheiros



24.6.15

Comida Regional em Maceió: Bodega do Sertão

Hoje é dia de São João, aqui em Curitiba a temperatura não passará dos 14 graus e para suprir o meu desejo por comida regional, só compartilhando com vocês a dica de um lugar bacaninha para comer super bem em Maceió.

O Bodega do Sertão tem 10 anos de tradição na capital alagoana fazendo o mar virar sertão. O ambiente é rústico, agradável, parece que viajamos léguas para o interior sem deixar a orla de Jatiúca, em Maceió. O bule, como carinhosamente meu pai apelidou o restaurante –  e quando você estiver em frente à fachada vai saber o motivo desse apelido –,  serve uma comida nordestina típica, feita com carinho e excelência. Os funcionários são cordiais e focam muito na experiência do turista, perguntando a todo tempo se você já conhece a casa ou é a primeira visita. Caso a resposta seja afirmativa para a última pergunta, eles farão questão de contar (e mostrar) quais são os carros-chefes da Bodega do Sertão, delicadeza que não vejo em outros restaurantes do mesmo segmento (Mangai – João Pessoa/Natal e Parraxaxá, no Recife) que também recebem centenas de turistas diariamente e que nem sempre estão familiarizados com a culinária regional.

Cuscuz Paraíba rico rico

15.6.15

Serra Gaúcha: Comendo bem em Bento Gonçalves

Não tem escapatória, uma viagem pela Serra Gaúcha é um convite à boa mesa e ponto. Tentações que dificilmente serão resistidas, até porque não é momento para isso, vamos combinar. Os traços fortes da imigração italiana estão presentes desde o café da manhã até o jantar, na fartura, no que nos é oferecido e, principalmente, na qualidade dos produtos. Em Bento Gonçalves e seus arredores a expressão “Mangia che te fa bene” é levada ao pé da letra e já que comer bem faz bem mesmo, compartilho com vocês alguns dos lugares que visitamos e aprovamos nesse nosso outono pela Serra Gaúcha:


Mamma Gema Trattoria – Nossa primeira incursão pela cozinha Itália-Brasil foi nesse restaurante que fica bem na entrada do Villa Michelon, hotel onde estávamos hospedados no Vale dos Vinhedos. Como fizemos o check-in bem na hora do almoço, foi propício andar alguns metros e adentrar o casarão. De cara o atendimento cordial e solícito que encontraríamos durante toda a viagem. Escolhemos um vinho Leopoldina Premium Merlot, tinto excelente da Casa Valduga, pedimos uma seleção de frios e, mais adiante, escolhemos um prato à la carte. Achamos por bem não ir logo de cara enfiando os dois pés na jaca e encarando uma sequência (como é conhecido o rodízio no sul do país), que fique claro que essa atitude só se resumiu ao primeiro dia. O prato escolhido foi um Frango ao Molho de Ervas acompanhado por Risoto de Tomate Seco com Rúcula e Seleta de Legumes. Vale dizer que com a entrada, o prato que era para duas pessoas, serviu tranquilamente três. O clima no Mamma Gema era de absoluta tranquilidade, o Sol da tarde dava um toque de Toscana ao cenário, não poderíamos ter começado essa viagem de forma melhor. Tentamos voltar um dia à noite para jantar por lá, mas a partir das 19 horas anexo ao casarão está a Pizza Entre Vinhos, braço mais intimista da trattoria, vale a visita;



4.3.15

Nonna Giovanna - Massas e Carnes

Há uns meses acordamos num sábado morrendo de vontade de comer um filé à parmegiana, mas nada muito chique, daqueles caseiros mesmo, sabe? Como estávamos com uma recomendação do restaurante Nonna Giovanna, no bairro do São Francisco, guardada na memória, não pensamos duas vezes e seguimos para o centro de Curitiba. Chegamos lá por volta das 13h, pois aqui em Curitiba a maioria dos restaurantes (senão todos) fecha às 15h, nosso normal no fim de semana é almoçar um pouco mais tarde, mas fizemos esse esforço em nome do desejo :D

Bife à parmegiana caseiro e bem servido no centro de Curitiba

2.10.14

Acarajé da Inês

Estava devendo uma visita à Dona Inês desde a época em que morava em São Paulo. Ana Elisa, pessoa por trás da revista digital Viagens e Rotas – e amiga –, sempre me disse: Quer comer o melhor acarajé de São Paulo? Vá ao Acarajé da Inês. Acreditava, mas nunca ia. Com passagens marcadas para voltar à capital paulista a fim de participar da ABAV, mandei mensagem para ela: é agora ou nunca! E lá fomos nós, na hora do almoço da quinta-feira, numa São Paulo quente pra dedéu, para uma agitada Zona Norte.

Nesse dia o restaurante era praticamente nosso, salvo um ou dois clientes. Durante os fins de semana,  ouvi dizer, há fila de espera – senão não seria São Paulo, né? O ambiente é uma graça, colorido, gostoso, despretensioso, bem cara de bar de praia, podendo facilmente trocar as buzinas pelo barulho do mar. O cheiro do dendê é inconfundível e a boca já começa a aguar.


23.9.14

L'entrecôte d'Olivier

Post inicialmente publicado em 27/09/2010 - atualizado em 23/09/2014

Aproveitei nosso retorno a São Paulo em agosto para visitar mais uma vez esse restaurante que é um dos meus preferidos na cidade. Nossa primeira vez no L'entrecôte d'Olivier ele ainda se chamava L'entrecôte de ma tante, do cozinheiro francês mais charmoso evah, Olivier Anquier. A proposta do restaurante é inovadora, porém, bastante difundida na França. Eles trabalham com um único prato: o entrecote, que nada mais é do que um corte bovino tipicamente francês, acompanhado de um molho secreto, onde cada família desenvolve o seu. Olivier, que não é bobo nem nada, trouxe sua receita do molho para fazer sucesso em terras brasileiras.

Como entrada, pão quentinho e uma salada de folhas verdes e nozes super bem temperada. Um capricho só. O prato principal, o entrecote no ponto escolhido, acompanha ainda, batatas fritas à vontade - garçons ficam transitando pelo salão a fim de reabastecer os pratos com uma fina, crocante e de-li-ci-o-sa batatinha. Ah, também é possível solicitar um pouco mais do  molho que cobre a carne. Por fim, eles também trazem à mesa uma mostarda dijon divina para acompanhar as batatas. #amoreternoamorverdadeiro



20.5.14

#cwbparainiciantes: Restaurante Beija-flor

Com a mudança completa e o acampamento montado em Curitiba, a vida vai voltando ao normal e eu vou retomando o blog e os meus escritos. A dica desse post é de uma descoberta de quando ainda não éramos moradores da cidade, mas estávamos na fase de buscar o apartamento e explorar a capital paranaense. Num belo sábado de sol (mentira, chovia à beça), eu queria almoçar uma reconfortante feijoada. Busca dali, busca de lá, nada me chamou muito a atenção, mas nas profundezas da web a gente sempre encontra algo, né? E foi num ranking sobre feijoadas que nos comentários, alguém se manifestou dizendo que estava faltando a feijoada do Restaurante Beija-flor no rol das melhores feijoadas de Curitiba.

E imaginem a minha surpresa ao descobrir que o Beija-flor estava a poucos passos do Ibis Centro Cívico, onde estávamos hospedados?

Em minutos adentramos no simples recinto, nos sentamos numa das mesas de plástico e logo uma moça gentil  veio nos atender. Pedi pela feijoada e ela, com cara de pesar, disse que já não tinha mais e completou: “Começamos a servir às 11h”. E já era tarde, quase 14h. Logo ela nos passou de cabeça mesmo os outros pratos oferecidos pela casa. Escolhemos um filé para duas pessoas. E para beber, perguntou. Devolvi perguntando se havia original gelada, no que ela respondeu: “qual é o boteco que não tem cerveja gelada, fia?”. Pronto. Ganhou meu coração.




28.4.14

Curitiba para Iniciantes


Vocês leitores sabem que não foi ontem que nos encantamos por Curitiba. Desde a primeira vez que desembarcamos lá em 2011, parecia que sabíamos que era só o começo... Agora que estamos indo pra lá para morar, me peguei buscando algumas informações práticas sobre o lifestyle e a rotina da cidade modelo, mais com a visão do morador e menos com foco turístico.

Senti falta de um blog como o SP para Iniciantes, da querida Ana Reczek, que há quase 5 anos ajuda internautas do mundo todo a desbravar São Paulo como um local.

Por isso, para ajudar aqueles que visitarão Curitiba pela primeira vez, revisitarão  ou estão de mudança programada para a capital mais fria do país, vou compartilhar posts, dicas e minhas descobertas com a tag #cwbparainiciantes aqui no blog, no instagram, no twitter e facebook.

Para ver todos os posts reunidos, é só clicar no banner que ficará na barra aqui do lado direito, que uma seleção de textos redondinhos aparecerá. Todos os links para os devidos posts serão guardados nesta página.


E vocês, leitores, poderão ajudar sempre que quiserem, pois boas dicas nunca são demais! Me escrevam ou comentem e compartilhem o que há de mais legal em Curitiba.

25.9.13

Acropoles - um restaurante grego em São Paulo

Não é a primeira vez que relato aqui a minha predileção pela culinária grega. Não sei se posso culpar as minhas raízes, mas sempre que vou num restaurante grego, a satisfação é garantida. Há anos eu ouvi falar do Acropoles e a promessa de que iríamos lá da próxima vez que fossemos ao centro vinha sendo repetidamente descumprida, até que no último sábado, finalmente (e felizmente), fomos almoçar lá. Depois de visitar Genesis, debaixo de muito calor, descemos na região da Luz, seguimos pela José Paulino, até chegar à rua da Graça. Em frente a uma fachada bem simples, a primeira pessoa que nos recebe é o enérgico Seu Trasso, que logo me perguntou quantos éramos e nos encaminhou para a mesa correta. “Pronto. Agora vá à cozinha escolher o que quer comer. Ou melhor, agora não que está cheio. Espere 5 minutos e vá!”. 

Em um ambiente simples a Grécia é constantemente lembrada

28.8.13

Onde comer em Campos do Jordão

Nessa segunda visita a Campos do Jordão conheci mais dois lugares novos para incrementar ainda mais tagonde comer” da cidade. Os dois estão muito bem localizados, no centro de Capivari.

O primeiro, o Safári Restaurante e Bar, é um bom lugar para um happy hour animado ou jantar mais descontraído. Com uma decoração que segue a temática proposta pelo nome, a casa proporciona um ambiente aconchegante e especial para aqueles dias gostosos de frio. O menu é bem vasto e contempla especialidades que vão do crepe aos pratos mais sofisticados. Porém, acho que a pedida aqui é o bom e reconfortante fondue. No meu caso, antes de partir para o jantar propriamente dito, ainda pude degustar um bolinho de arroz delicioso de entrada. Agora, sim, a sequência de foundue chegou à mesa. Primeiro, o de queijo, acompanhado por pães, batatinhas noisette  e champignons – para mim, a melhor combinação.


27.8.13

Alemanha de Trem - Todos os Posts

Essa nossa viagem de férias à Alemanha foi bastante especial porque, além de nós termos um carinho sem tamanho pelo país que nos acolheu tão bem em todas as visitas, nós fomos com o intuito de apresentá-lo a duas pessoas igualmente especiais: meus pais. Foram 20 dias de puro deslumbramento com toda infraestrutura que as cidades oferecem, a beleza única de cada lugar, a eficiência do país e a cordialidade do povo. Mais de 1.600 km de norte ao sul do país foram cortados sobre trilhos, o que foi uma novidade para os quatro viajantes - uma viagem totalmente feita em trens. Certamente nós voltamos para casa acompanhados de mais dois fãs da Alemanha que, assim como nós, não vêem a hora de voltar e se encantar novamente. 

Alemanha de trem: Esperando o ICE para Stuttgart em Munique

Portanto, se você está decidido a colocar a Alemanha definitivamente no seu roteiro de férias  e eu espero que você o faça imediatamente – encontrará uma coletânea de mais de 30 textos com as mais diversas dicas para facilitar sua viagem. 

O que por ventura você não encontrar por aqui, não se acanhe, pode me escrever e perguntar. Terei prazer em ajudá-lo a tirar seu sonho do papel. 

No mais, desejo a todos ótimas viagens à Alemanha!

  • Dicas Práticas


Comprando passagens de trem na Alemanha online

Se localizando nas estações e trens da Alemanha

  • Frankfurt
Uma tarde em Frankfurt - Fotoblog

Onde ficar em Frankfurt - Goldman 25 Hours

Dois restaurantes alemães em Frankfurt

  • Colônia
Cadeados do amor em Colônia

Onde ficar em Colônia - Caprice Am Dom

Provando a Flammkuche - a pizza alemã

Catedral de Colônia + Kölner Triangle

  • Hamburgo
Onde ficar em Hamburgo - Hostel Design - Superbude St. Pauli

Miniatur Wunderland

Fish and Chips no Porto de Hamburgo

Um restaurante português em Hamburgo

Noite em St. Pauli

  • Berlim
Festival das Luzes de Berlim

DDR Museu e Black Box

Cenas de um outono em Berlim

Mais um restaurante grego em Berlim

Outros 30 posts da época em que moramos em Berlim

  • Dresden
Onde ficar em Dresden - Ibis Bastei

Onde comer em Dresden - Dresden 1900

Dresden a pé - walking tour

  • Munique
Onde comer em Munique - Augustiner Bräustuben

Free Tour em Munique

Deutsches Museum

Viktualienmarkt - Um mercado em Munique

Pasta e Basta - Comida italiana BBB em Munique

  • Stuttgart

20.8.13

Provando a Flammkuche em Colônia

A oferta de restaurantes em Colônia é grande, se comparada ao tamanho da cidade. Andando pelas margens do Reno, você encontrará todo tipo de cozinha que imaginar. Nós simpatizamos com a cara do Ständige Vertretung e entramos. Logo fomos muito bem atendidos, encaminhados para uma mesa e, quando perguntados sobre a bebida, fomos unanimes: cerveja. Eu achei a cerveja de Colônia uma delícia, os alemães brincam dizendo que ela é praticamente água de tão levinha.

Consegui tirar uma foto da cerveja, senhoras e senhores!

22.5.13

Mais um restaurante grego em Berlim


Gostamos tanto da nossa experiência no Ypsilon, que pensamos em repetir a dose quando voltamos nesse outono. Mas como somos curiosos e havia um outro restaurante grego juntinho do nosso hotel, resolvemos arriscar. E não é que mais uma vez acertamos?

O Taverna Trilogie, onde também funciona uma enoteca, é um lugar super aconchegante. Meus pais de cara curtiram muito o ambiente à luz de velas. Para melhorar, fomos super bem atendidos por uma garçonete simpática que não hesitou em nos ajudar com os pedidos.
Para começar, vinho e antepastos gregos. Os pratos principais eram incrivelmente bem servidos e deliciosos. Mais uma vez, os quatro poderiam ter dividido 2 pratos facilmente. Por fim, como já havíamos provado uma vez, ouzo para fechar com chave de ouro!

Deixo vocês com as fotos desse momento gostoso e divertido da nossa viagem...


10.4.13

Peixaria - Bar e Venda


Durante o feriado da Páscoa, dando aquela olhada marota no instagram, vi uma foto publicada pela Lady Rasta que me chamou a atenção. Filtrei a tag do lugar e fui ficando cada vez mais curiosa e fui envolvendo o marido nessa.

Domingo decidimos nos aventurar e sair para almoçar/jantar no Peixaria – Bar e Venda. Só em saber de antemão que lá deve ser o único lugar de São Paulo que vende caranguejo, já me deu um aperto no coração. Antes de sair de casa, porém, resolvemos averiguar o histórico do local. Para nossa surpresa, o Peixaria foi inaugurado em fevereiro. Para ser mais precisa, desde o dia 02/02, dia de Iemanjá, ou seja, brand new...

Chegando lá constatamos o que estava nas fotos. O lugar é charmosinho pacas! Uma típica venda do nordeste. A emoção foi tomando conta a cada descoberta, badoque, pipocas gravatá, diplink, manteiga de garrafa, canecas de ágata, candeeiros e uma infinidades de outros itens compõem a decoração e estão à venda. Coisa linda. A uma hora de espera foi tempo de sobra para fitar todo o ambiente. Vale salientar que existe um funcionário dedicado a esse quebra-cabeça das mesas, que faz questão de nos deixar a par da nossa situação. Aprovei. No entanto, o atendimento é meio conturbado, não sei se pela quantidade de clientes ou pela falta de estrada rodada. Me foi dito que nos dias de semana é bem mais sossegado e, assim, mais eficiente.


22.2.13

São Luís - Onde comer


Como em toda viagem, minha a parte gastronômica é sempre um dos pontos mais altos. Fui a São Luís com a curiosidade aguçada, pois me intrigava bastante a culinária resultante de um misto entre norte e nordeste do país. Posso dizer que fui positivamente surpreendida!

Minha primeira parada na capital maranhense foi logo na Barraca do Chef, lugar simples, pé quase na areia, de frente para um marzão sem fim. A ideia era provar a famosa caranguejada maranhense, mas como estamos na época do defeso dos caranguejos fica terminantemente proibida a captura e venda dos animais para que eles se reproduzam.

No entanto, o chef Miguel Moisés não me deixou passar vontade e me serviu uma casquinha de caranguejo (R$ 20,38) no capricho. Para almoçar a sugestão da casa foi o Filé Reviver (criado em homenagem ao projeto de revitalização do Centro Histórico da cidade, que leva o mesmo nome). Um filé de peixe muito bem temperado regado por um molho de camarão suculento, acompanhado de purê e arroz (R$ 49,58). O prato é farto e, se você é como eu e não abre mão de um petisco, dá para dividir tranquilamente o prato principal. Imagino como deve ser gostoso dar um pulinho na Barraca do Chef depois de um bom banho de mar, naquela hora pós praia em que a fome aperta, sabe?

Casquinha de caranguejo 

25.1.13

Pasta e Basta - Italiano em Munique


Em um dia de muita chuva + frio + neve a gente só tem uma coisa na cabeça: comida. E se ela for italiana, melhor.

Aí começou a saga para achar um restaurante italiano em Munique que fosse bom, não muito caro e perto de um  metrô/bonde (porque ninguém merece virar pinguim). Mais uma vez recorremos ao nosso bom e velho PRINZ – podemos dizer que esse guia foi o quinto elemento da viagem, sempre com dicas muito certeiras – e achamos, entre as várias opções, o Pasta e Basta. Com pratos de massa  e pizzas com preços que variam entre €3.95 e €7.45 e a taça de vinho tinto custando €2.80, ficamos até com um pé atrás. 

Bruschetta caprichada

21.1.13

Zum Paulaner - Comida alemã em Stuttgart


Tudo bem, Stuttgart não tem tantos atrativos turísticos quanto as suas vizinhas, mas uma coisa ela não foge à regra das cidades alemãs: a boa mesa. Como em qualquer outra cidade do país, em Stuttgart também encontraremos restaurantes de várias nacionalidades e alguns ótimos tipicamente alemães, como é o caso do Zum Paulaner.

Em um ambiente rústico, muito lindo, são servidas especialidades das culinárias bávara e suábia (schwaben). Durante os dias de temperaturas amenas da primavera ou os ensolaradíssimos de verão, a pedida é escolher uma mesinha na rua mesmo e ser feliz. Foi o que fizemos quando fomos pela primeira vez ao restaurante, em 2010. Já agora, em 2012, em pleno outono – com temperaturas de inverno – o jeito foi achar um refúgio no primeiro andar do casarão e ser feliz do mesmíssimo jeito.


5.12.12

Dresden 1900


Depois de muito bater perna em Dresden a vontade de fazer uma refeição digna de rei bateu forte. Como eu não havia pesquisado previamente um lugar, lançamos mão do PRINZ – site alemão com as dicas mais quentes de cultura/gastronomia das cidades – e buscamos um lugar bem recomendado em Dresden.

Após uma busca rápida chegamos ao Dresden 1900. Por sorte estávamos a poucos metros do lugar.  Chegando lá foi como se tivéssemos entrado num túnel do tempo. Transportados pra uma Dresden longínqua, dos bondinhos menos hi-techs, mas não menos charmosos. Num ambiente agradável e aconchegante, fomos super bem recebidos.


Fachada do Dresden 1900 - juntinho da Frauenkirche

11.7.12

Rota do Acarajé


Há um tempo ouvi falar do Rota do Acarajé, um boteco com cara de boteco mesmo, mesinha na calçada e comida boa. Demorou até a gente se decidir e ir. No domingo feio e frio de inverno resolvemos ver qual era a do boteco. Chegando lá por volta das 15h havia uma fila de espera, pois o ambiente é bem pequeno. Pegamos nossa senha e, enquanto processávamos a ideia de ter caído em mais uma fila de espera, o garçom se antecipou e disse que a gente poderia sentar na mesa para dois que estava na calçada. Aparentemente os clientes estavam fugindo dessa mesa por causa do frio, mas nada que uma senhora caipirinha (R$ 10,00) não resolvesse.



5.7.12

TOP 5 Costa Pacífica - Itinerário


Por último, nesse TOP 5 do Costa Pacífica, falo do itinerário. Fizemos o mesmíssimo trajeto do Costa Serena, mas como dessa vez o grupo era maior e mais animado, resolvemos descer em todos os portos para dar uma esticada nas canelas.

A nossa primeira parada foi no Rio de Janeiro. Não tem como recusar uma voltinha pela capital fluminense, né? Desembarcamos por nossa conta, pegamos um táxi em frente ao porto e já tínhamos endereço certo: Praia de Ipanema! Chegando lá, pegamos umas cadeiras, guarda-sol, cerveja e relaxamos. Depois de um bom banho de mar nós rumamos para o Boteco Belmonte para provar as empadas mais gostosas do pedaço. Isso tudo, claro, acompanhado de um chopp geladíssimo. Depois dessa pausa já estávamos prontos para voltar ao navio, pois ele zarparia às 18h.

Deixando o Rio de Janeiro

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