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20.5.14

#cwbparainiciantes: Restaurante Beija-flor

Com a mudança completa e o acampamento montado em Curitiba, a vida vai voltando ao normal e eu vou retomando o blog e os meus escritos. A dica desse post é de uma descoberta de quando ainda não éramos moradores da cidade, mas estávamos na fase de buscar o apartamento e explorar a capital paranaense. Num belo sábado de sol (mentira, chovia à beça), eu queria almoçar uma reconfortante feijoada. Busca dali, busca de lá, nada me chamou muito a atenção, mas nas profundezas da web a gente sempre encontra algo, né? E foi num ranking sobre feijoadas que nos comentários, alguém se manifestou dizendo que estava faltando a feijoada do Restaurante Beija-flor no rol das melhores feijoadas de Curitiba.

E imaginem a minha surpresa ao descobrir que o Beija-flor estava a poucos passos do Ibis Centro Cívico, onde estávamos hospedados?

Em minutos adentramos no simples recinto, nos sentamos numa das mesas de plástico e logo uma moça gentil  veio nos atender. Pedi pela feijoada e ela, com cara de pesar, disse que já não tinha mais e completou: “Começamos a servir às 11h”. E já era tarde, quase 14h. Logo ela nos passou de cabeça mesmo os outros pratos oferecidos pela casa. Escolhemos um filé para duas pessoas. E para beber, perguntou. Devolvi perguntando se havia original gelada, no que ela respondeu: “qual é o boteco que não tem cerveja gelada, fia?”. Pronto. Ganhou meu coração.




28.4.14

Curitiba para Iniciantes


Vocês leitores sabem que não foi ontem que caímos de amores por Curitiba. Desde a primeira vez que desembarcamos lá em 2011, parecia que sabíamos que era só o começo... Agora que estamos indo pra lá para morar (e viver esse amor intensamente), me peguei buscando algumas informações práticas sobre o lifestyle e a rotina da cidade modelo, mais com a visão do morador e menos com foco turístico.

Senti falta de um blog como o SP para Iniciantes, da querida Ana Reczek, que há quase 5 anos ajuda internautas do mundo todo a desbravar São Paulo como um local.

Por isso, para ajudar aqueles que visitarão Curitiba pela primeira vez, revisitarão  ou estão de mudança programada para a capital mais fria do país, vou compartilhar posts, dicas e minhas descobertas com a tag #cwbparainiciantes aqui no blog, no instagram, no twitter e facebook.

Para ver todos os posts reunidos, é só clicar no banner que ficará na barra aqui do lado direito, que uma seleção de textos redondinhos aparecerá. Todos os links para os devidos posts serão guardados nesta página.


E vocês, leitores, poderão ajudar sempre que quiserem, pois boas dicas nunca são demais! Me escrevam ou comentem e compartilhem o que há de mais legal em Curitiba.

25.9.13

Acropoles - um restaurante grego em São Paulo

Não é a primeira vez que relato aqui a minha predileção pela culinária grega. Não sei se posso culpar as minhas raízes, mas sempre que vou num restaurante grego, a satisfação é garantida. Há anos eu ouvi falar do Acropoles e a promessa de que iríamos lá da próxima vez que fossemos ao centro vinha sendo repetidamente descumprida, até que no último sábado, finalmente (e felizmente), fomos almoçar lá. Depois de visitar Genesis, debaixo de muito calor, descemos na região da Luz, seguimos pela José Paulino, até chegar à rua da Graça. Em frente a uma fachada bem simples, a primeira pessoa que nos recebe é o enérgico Seu Trasso, que logo me perguntou quantos éramos e nos encaminhou para a mesa correta. “Pronto. Agora vá à cozinha escolher o que quer comer. Ou melhor, agora não que está cheio. Espere 5 minutos e vá!”. 

Em um ambiente simples a Grécia é constantemente lembrada

28.8.13

Onde comer em Campos do Jordão

Nessa segunda visita a Campos do Jordão conheci mais dois lugares novos para incrementar ainda mais tagonde comer” da cidade. Os dois estão muito bem localizados, no centro de Capivari.

O primeiro, o Safári Restaurante e Bar, é um bom lugar para um happy hour animado ou jantar mais descontraído. Com uma decoração que segue a temática proposta pelo nome, a casa proporciona um ambiente aconchegante e especial para aqueles dias gostosos de frio. O menu é bem vasto e contempla especialidades que vão do crepe aos pratos mais sofisticados. Porém, acho que a pedida aqui é o bom e reconfortante fondue. No meu caso, antes de partir para o jantar propriamente dito, ainda pude degustar um bolinho de arroz delicioso de entrada. Agora, sim, a sequência de foundue chegou à mesa. Primeiro, o de queijo, acompanhado por pães, batatinhas noisette  e champignons – para mim, a melhor combinação.


27.8.13

Alemanha de Trem - Todos os Posts

Essa nossa viagem de férias à Alemanha foi bastante especial porque, além de nós termos um carinho sem tamanho pelo país que nos acolheu tão bem em todas as visitas, nós fomos com o intuito de apresentá-lo a duas pessoas igualmente especiais: meus pais. Foram 20 dias de puro deslumbramento com toda infraestrutura que as cidades oferecem, a beleza única de cada lugar, a eficiência do país e a cordialidade do povo. Mais de 1.600 km de norte ao sul do país foram cortados sobre trilhos, o que foi uma novidade para os quatro viajantes - uma viagem totalmente feita em trens. Certamente nós voltamos para casa acompanhados de mais dois fãs da Alemanha que, assim como nós, não vêem a hora de voltar e se encantar novamente. 

Alemanha de trem: Esperando o ICE para Stuttgart em Munique

Portanto, se você está decidido a colocar a Alemanha definitivamente no seu roteiro de férias  e eu espero que você o faça imediatamente – encontrará uma coletânea de mais de 30 textos com as mais diversas dicas para facilitar sua viagem. 

O que por ventura você não encontrar por aqui, não se acanhe, pode me escrever e perguntar. Terei prazer em ajudá-lo a tirar seu sonho do papel. 

No mais, desejo a todos ótimas viagens à Alemanha!

  • Dicas Práticas


Comprando passagens de trem na Alemanha online

Se localizando nas estações e trens da Alemanha

  • Frankfurt
Uma tarde em Frankfurt - Fotoblog

Onde ficar em Frankfurt - Goldman 25 Hours

Dois restaurantes alemães em Frankfurt

  • Colônia
Cadeados do amor em Colônia

Onde ficar em Colônia - Caprice Am Dom

Provando a Flammkuche - a pizza alemã

Catedral de Colônia + Kölner Triangle

  • Hamburgo
Onde ficar em Hamburgo - Hostel Design - Superbude St. Pauli

Miniatur Wunderland

Fish and Chips no Porto de Hamburgo

Um restaurante português em Hamburgo

Noite em St. Pauli

  • Berlim
Festival das Luzes de Berlim

DDR Museu e Black Box

Cenas de um outono em Berlim

Mais um restaurante grego em Berlim

Outros 30 posts da época em que moramos em Berlim

  • Dresden
Onde ficar em Dresden - Ibis Bastei

Onde comer em Dresden - Dresden 1900

Dresden a pé - walking tour

  • Munique
Onde comer em Munique - Augustiner Bräustuben

Free Tour em Munique

Deutsches Museum

Viktualienmarkt - Um mercado em Munique

Pasta e Basta - Comida italiana BBB em Munique

  • Stuttgart

20.8.13

Provando a Flammkuche em Colônia

A oferta de restaurantes em Colônia é grande, se comparada ao tamanho da cidade. Andando pelas margens do Reno, você encontrará todo tipo de cozinha que imaginar. Nós simpatizamos com a cara do Ständige Vertretung e entramos. Logo fomos muito bem atendidos, encaminhados para uma mesa e, quando perguntados sobre a bebida, fomos unanimes: cerveja. Eu achei a cerveja de Colônia uma delícia, os alemães brincam dizendo que ela é praticamente água de tão levinha.

Consegui tirar uma foto da cerveja, senhoras e senhores!

22.5.13

Mais um restaurante grego em Berlim


Gostamos tanto da nossa experiência no Ypsilon, que pensamos em repetir a dose quando voltamos nesse outono. Mas como somos curiosos e havia um outro restaurante grego juntinho do nosso hotel, resolvemos arriscar. E não é que mais uma vez acertamos?

O Taverna Trilogie, onde também funciona uma enoteca, é um lugar super aconchegante. Meus pais de cara curtiram muito o ambiente à luz de velas. Para melhorar, fomos super bem atendidos por uma garçonete simpática que não hesitou em nos ajudar com os pedidos.
Para começar, vinho e antepastos gregos. Os pratos principais eram incrivelmente bem servidos e deliciosos. Mais uma vez, os quatro poderiam ter dividido 2 pratos facilmente. Por fim, como já havíamos provado uma vez, ouzo para fechar com chave de ouro!

Deixo vocês com as fotos desse momento gostoso e divertido da nossa viagem...


10.4.13

Peixaria - Bar e Venda


Durante o feriado da Páscoa, dando aquela olhada marota no instagram, vi uma foto publicada pela Lady Rasta que me chamou a atenção. Filtrei a tag do lugar e fui ficando cada vez mais curiosa e fui envolvendo o marido nessa.

Domingo decidimos nos aventurar e sair para almoçar/jantar no Peixaria – Bar e Venda. Só em saber de antemão que lá deve ser o único lugar de São Paulo que vende caranguejo, já me deu um aperto no coração. Antes de sair de casa, porém, resolvemos averiguar o histórico do local. Para nossa surpresa, o Peixaria foi inaugurado em fevereiro. Para ser mais precisa, desde o dia 02/02, dia de Iemanjá, ou seja, brand new...

Chegando lá constatamos o que estava nas fotos. O lugar é charmosinho pacas! Uma típica venda do nordeste. A emoção foi tomando conta a cada descoberta, badoque, pipocas gravatá, diplink, manteiga de garrafa, canecas de ágata, candeeiros e uma infinidades de outros itens compõem a decoração e estão à venda. Coisa linda. A uma hora de espera foi tempo de sobra para fitar todo o ambiente. Vale salientar que existe um funcionário dedicado a esse quebra-cabeça das mesas, que faz questão de nos deixar a par da nossa situação. Aprovei. No entanto, o atendimento é meio conturbado, não sei se pela quantidade de clientes ou pela falta de estrada rodada. Me foi dito que nos dias de semana é bem mais sossegado e, assim, mais eficiente.


22.2.13

São Luís - Onde comer


Como em toda viagem, minha a parte gastronômica é sempre um dos pontos mais altos. Fui a São Luís com a curiosidade aguçada, pois me intrigava bastante a culinária resultante de um misto entre norte e nordeste do país. Posso dizer que fui positivamente surpreendida!

Minha primeira parada na capital maranhense foi logo na Barraca do Chef, lugar simples, pé quase na areia, de frente para um marzão sem fim. A ideia era provar a famosa caranguejada maranhense, mas como estamos na época do defeso dos caranguejos fica terminantemente proibida a captura e venda dos animais para que eles se reproduzam.

No entanto, o chef Miguel Moisés não me deixou passar vontade e me serviu uma casquinha de caranguejo (R$ 20,38) no capricho. Para almoçar a sugestão da casa foi o Filé Reviver (criado em homenagem ao projeto de revitalização do Centro Histórico da cidade, que leva o mesmo nome). Um filé de peixe muito bem temperado regado por um molho de camarão suculento, acompanhado de purê e arroz (R$ 49,58). O prato é farto e, se você é como eu e não abre mão de um petisco, dá para dividir tranquilamente o prato principal. Imagino como deve ser gostoso dar um pulinho na Barraca do Chef depois de um bom banho de mar, naquela hora pós praia em que a fome aperta, sabe?

Casquinha de caranguejo 

25.1.13

Pasta e Basta - Italiano em Munique


Em um dia de muita chuva + frio + neve a gente só tem uma coisa na cabeça: comida. E se ela for italiana, melhor.

Aí começou a saga para achar um restaurante italiano em Munique que fosse bom, não muito caro e perto de um  metrô/bonde (porque ninguém merece virar pinguim). Mais uma vez recorremos ao nosso bom e velho PRINZ – podemos dizer que esse guia foi o quinto elemento da viagem, sempre com dicas muito certeiras – e achamos, entre as várias opções, o Pasta e Basta. Com pratos de massa  e pizzas com preços que variam entre €3.95 e €7.45 e a taça de vinho tinto custando €2.80, ficamos até com um pé atrás. 

Bruschetta caprichada

21.1.13

Zum Paulaner - Comida alemã em Stuttgart


Tudo bem, Stuttgart não tem tantos atrativos turísticos quanto as suas vizinhas, mas uma coisa ela não foge à regra das cidades alemãs: a boa mesa. Como em qualquer outra cidade do país, em Stuttgart também encontraremos restaurantes de várias nacionalidades e alguns ótimos tipicamente alemães, como é o caso do Zum Paulaner.

Em um ambiente rústico, muito lindo, são servidas especialidades das culinárias bávara e suábia (schwaben). Durante os dias de temperaturas amenas da primavera ou os ensolaradíssimos de verão, a pedida é escolher uma mesinha na rua mesmo e ser feliz. Foi o que fizemos quando fomos pela primeira vez ao restaurante, em 2010. Já agora, em 2012, em pleno outono – com temperaturas de inverno – o jeito foi achar um refúgio no primeiro andar do casarão e ser feliz do mesmíssimo jeito.


5.12.12

Dresden 1900


Depois de muito bater perna em Dresden a vontade de fazer uma refeição digna de rei bateu forte. Como eu não havia pesquisado previamente um lugar, lançamos mão do PRINZ – site alemão com as dicas mais quentes de cultura/gastronomia das cidades – e buscamos um lugar bem recomendado em Dresden.

Após uma busca rápida chegamos ao Dresden 1900. Por sorte estávamos a poucos metros do lugar.  Chegando lá foi como se tivéssemos entrado num túnel do tempo. Transportados pra uma Dresden longínqua, dos bondinhos menos hi-techs, mas não menos charmosos. Num ambiente agradável e aconchegante, fomos super bem recebidos.


Fachada do Dresden 1900 - juntinho da Frauenkirche

11.7.12

Rota do Acarajé


Há um tempo ouvi falar do Rota do Acarajé, um boteco com cara de boteco mesmo, mesinha na calçada e comida boa. Demorou até a gente se decidir e ir. No domingo feio e frio de inverno resolvemos ver qual era a do boteco. Chegando lá por volta das 15h havia uma fila de espera, pois o ambiente é bem pequeno. Pegamos nossa senha e, enquanto processávamos a ideia de ter caído em mais uma fila de espera, o garçom se antecipou e disse que a gente poderia sentar na mesa para dois que estava na calçada. Aparentemente os clientes estavam fugindo dessa mesa por causa do frio, mas nada que uma senhora caipirinha (R$ 10,00) não resolvesse.



5.7.12

TOP 5 Costa Pacífica - Itinerário


Por último, nesse TOP 5 do Costa Pacífica, falo do itinerário. Fizemos o mesmíssimo trajeto do Costa Serena, mas como dessa vez o grupo era maior e mais animado, resolvemos descer em todos os portos para dar uma esticada nas canelas.

A nossa primeira parada foi no Rio de Janeiro. Não tem como recusar uma voltinha pela capital fluminense, né? Desembarcamos por nossa conta, pegamos um táxi em frente ao porto e já tínhamos endereço certo: Praia de Ipanema! Chegando lá, pegamos umas cadeiras, guarda-sol, cerveja e relaxamos. Depois de um bom banho de mar nós rumamos para o Boteco Belmonte para provar as empadas mais gostosas do pedaço. Isso tudo, claro, acompanhado de um chopp geladíssimo. Depois dessa pausa já estávamos prontos para voltar ao navio, pois ele zarparia às 18h.

Deixando o Rio de Janeiro

3.7.12

TOP 5 Costa Pacífica - Comidinhas

Tanta coisa aconteceu que eu deixei um pouco de lado os posts do Costa Pacífica. Mas claro que eu não esqueci da série e hoje retomo o TOP 5 mais gostoso de listar. Já falei sobre a Costa Cruzeiros, sobre o navio e sua estrutura e a terceira posição que ficou com o entretenimento. Mas, depois de 24h de diversão, como repor as energias? Comendo, claro!

A bordo dos navios Costa nós temos 5 refeições. Bom, não é bem assim, você pode passar 24h comendo, se quiser (e conseguir). Os 5 restaurantes se revezam e não param de oferecer gostosuras, do café da manhã à tradicional pizza italiana da madrugada, passando pelo cafezinho na perfumada cafeteria, tudo é muito bem servido e organizado. Nos primeiros dias de cruzeiro - e nos horários de pico - ou até os passageiros se situarem, você pode enfrentar algumas filas. Mas nada de cara feia, afinal de contas você está de férias!



5.6.12

Montevidéu: Onde comer?


Aqui vão algumas dicas de onde comer em Montevidéu. Todos os lugares que visitamos praticavam um preço amigo e ofereciam uma comida boa. 

Almoço / Jantar / Lanches:

Nem só de carne vive Montevidéu, mas vou te dizer que não é fácil se livrar dela. Além dos belos cortes do Mercado del Puerto que, se eu pudesse comeria todos os dias - não dá para visitar a capital uruguaia e não provar o Chivito (curiosamente perdi minhas fotos desse poderoso sanduíche). Comemos a iguaria calórica duas vezes. O primeiro na De la Ciudad (Av. Brasil, 2552 - aceita cartão de crédito) E o segundo e delicioso foi na Pizzeria Trouville, onde fomos atendidos por um garçom super simpático. (Av. 21 de Setiembre, 3104 - aceita cartão de crédito).

Foto por Matt Rubens

29.2.12

dica de restaurante em Recife: Parraxáxá

Mais um restaurante que é parada obrigatória quando volto a Recife é o Parraxáxá. Foram anos frequentando esse ambiente gostoso, com cara de interior e provando todas as delícias. Lá a gente é atendido por cangaceiros e tudo remete ao clima do sertão. As cascas de ovo em cima da cerca são para afastar o mau-olhado. Precaução nunca é demais, né? E acho que está dando certo, pois o restaurante funciona a todo vapor há 14 anos!


14.2.12

Segredos de Minas Restaurante

Num desses sábados acordamos morrendo de vontade de comer uma comida diferente e decidimos  por comida mineira. Só faltava saber em qual restaurante comer. Buscamos alguns e optamos pelo Segredos de Minas, que fica na Bela Cintra. Já que o restaurante está a uma distância bem aceitável do metrô (cerca de 300 metros), escolhemos usar o transporte e assim, poder tomar nossos bons drinks em paz. 






Chegando lá, nada de filas. Já fomos encaminhados para nossa mesa e nos sentamos. O ambiente do restaurante é bem simples, mas organizado. A cerveja que pedimos para começar veio mais que gelada à mesa, veio trincando. O cardápio é super variado e cheio de especialidades, mas como estávamos com vontade de comida mineira, nós escolhemos o Pernil de Panela, acompanhado de tutu, couve, arroz e angu. Tudo estava muito saboroso, bem feito e farto. Três pessoas comem fácil os pratos que são indicados para duas. 

Além da cerveja gelada, o restaurante oferece as famosas cachaças mineiras, caipirinhas, caipiroscas... Achei os preços das bebidas bem salgados se comparados aos preços dos pratos, mas ainda assim, o Segredos de Minas trabalha com preços super camaradas (pagamos R$ 34,00 por pessoa). 

Saímos de lá super satisfeitos e com a intenção de voltar muito em breve. 

Rua Bela Cintra, 919. Consolação - São Paulo
Metrô - Estação Consolação

2.2.12

Salvador: Mercado Modelo


Não poderia escolher data melhor para falar de Salvador do que hoje, dia 02 de fevereiro, dia da Rainha do Mar - Iemanjá. Dia em que a Bahia está em festa!

Na nossa viagem de fim de ano, a bordo do Costa Pacífica (logo mais vocês verão uma série de posts bem bacana sobre esse gigante do mar), o roteiro incluía uma parada providencial em Salvador. Todo mundo já conhecia a cidade, menos o marido. Então, resolvemos desembarcar e dar uma volta pelos arredores do porto da capital baiana. Depois de 10 minutos de caminhada chegamos no icônico Mercado Modelo, que é vizinho do não menos conhecido Elevador Lacerda, todos de frente para a baía de Todos os Santos. Nessa parte da cidade já dá para ter uma boa noção dos cartões postais baianos. Na verdade, se você chega de navio e tem poucas horas na cidade, não adianta querer fazer uma maratona e tentar conhecer tudo de uma vez porque não dá, esse é outro tipo de turismo. 




Cientes disso, fomos explorar o Mercado Modelo e conseguir informações sobre o Salvador Bus (post a seguir). Como muitos de vocês devem saber, mercados são meu fraco, né? Então passo horas de box em box vendo os artesanatos, as peculiaridades… No mercado baiano as 260 lojas se dividem entre artesanato, culinária, moda e decoração. Uma banca de acarajé espalha aquele aroma de dendê, o calor gostoso e a brisa morninha - típica das cidades litorâneas do NE - não deixam dúvida: estamos na Bahia.










Nos fundos do mercado, há uma área coberta onde a roda de capoeira reúne observadores curiosos e entusiastas do jogo e da música. Você pode sentar ali mesmo e se refrescar com uma água de coco gelada ou uma cervejinha.
O interior do mercado faz bonito. São dois pisos limpos e organizados. Tem facilidades como banheiro, caixa 24 horas, agência dos correios, informações turísticas e dois restaurantes no piso superior com vista para a baía - o Camafeu de Oxóssi e o Maria de São Pedro.
E claro, se você entrar no clima, dificilmente passará pelo mercado sem levar nada.



Seja de navio, carro ou avião, quando for a Salvador, o Mercado Modelo  é parada obrigatória!

9.8.11

um almoço em Olinda


Morei em Olinda durante muitos anos da minha infância, não sem antes passar por Maceió e Fortaleza – é amigos, viajante desde pequena!

Na minha infância, a cidade alta de Olinda (parte histórica) tinha fama de mal cuidada, violenta, abandonada e de não ser um bom lugar para passeios. Mesmo sendo declarada pela UNESCO Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade desde 1982, tendo um dos carnavais de rua mais famosos do mundo, só num passado recente nós vimos uma revitalização, cuidado e até um carinho com esse lugar tão especial da cidade.

Após muitos anos sem visitar a terra dos bonecos gigantes e da folia, sábado fomos almoçar no famoso restaurante Oficina do Sabor, considerado por diversas vezes um dos melhores restaurantes do Brasil, ele funciona na cidade alta há 19 anos. Já havíamos ido outras vezes, mas há um tempo considerável. Retornamos para ver se as delícias continuavam as mesmas e para almoçar apreciando uma das melhores vistas da cidade.


vista do mar do alto de Olinda

Igreja do Amparo

perdida nas ladeiras de Olinda


Para chegar até a rua do Amparo, 335 – onde fica o restaurante –  já é preciso passar por boa parte das ladeiras e do antigo casario característico da cidade. É de encher a vista! No sábado fazia um sol ameno e os turistas estavam por toda parte. Ateliês, restaurantes e pousadas abertos e funcionando a todo vapor. Lamentei por não ter levado a minha câmera e só estar com a point&shoot mesmo. Com a luz incrível dava para ter feito belíssimas fotos.


Recife ao fundo - vista do terraço da Oficina do Sabor

Pôr-do-Sol visto do terraço do restaurante


detalhes do restaurante

Chegando lá, esperamos 15 minutos pela mesa e a única mesa vaga que nos apareceu foi uma na área climatizada. Ou seja, sem a bela vista para a cidade do Recife. A dica aqui é a seguinte: se não estiver com  muita fome ou sem tempo, espere mais um pouco e diga que quer comer no terraço. Vai valer a pena a espera. O serviço estava bem relapso. Após sentarmos à mesa, esperamos 10 minutos contados no relógio até que um garçom aparecesse para anotar o pedido das bebidas. E ele só veio até nós porque fizemos sinal.  Chato. Todas as vezes que um garçom se aproximou da nossa mesa foi mediante sinal. Falta de cuidado notável com os clientes.
Para começar pedimos caipirosca de limão (R$ 9,00), caipifruta de kiwi (R$ 9,00) e uma bohemia longneck (R$ 4,00). Para acompanhar os aperitivos escolhemos uma porção de bolinhos de bacalhau (R$ 20,00). Tudo no ponto, vale ressaltar.

detalhes do restaurante


detalhes do restaurante

placa da entrada



Para refeição  principal fomos de Camarão ao Leite de Coco na Moranga – para duas pessoas (R$ 84,00). E o prato individual de Camarão no Chitão (R$ 51,00) –  camarão e arroz cozido no leite de coco com suco de manga, curry e finalizado com queijo de coalho. Acho que não estava tão saboroso quanto da última vez e a porção do primeiro prato era muito mal servida. O que vai de encontro ao que prega a culinária nordestina, sempre muito abundante e rica. Principalmente com frutos do mar, coisa fácil de se achar por aqui. Considero que essa refeição foi mediana. Como sobremesa escolhemos o Papelote de Frutas da Estação acompanhado de sorvete de creme (R$ 14,00) e um queijo coalho com mel de engenho (R$ 9,00). Ambas muito gostosas.

caipifruta de kiwi

caipirosca e bolinhos de bacalhau

camarão no chitão

camarão na moranga

papelote de frutas e sorvete de creme

Em resumo, não é à toa que um restaurante se mantém há 19 anos, né? Não chamo nem de pega turista pois existem outras opções pelos arredores. Tem seus méritos mesmo, mas para mim – e essa é a minha opinião – o que eu comi lá das vezes passadas  foi muito melhor do que dessa vez. E o serviço também, sábado deixou muito a desejar. Mas, se você quer muito conhecer Olinda e sua encantadora cidade alta e já tiver colocado a Oficina do Sabor no seu roteiro, tudo bem. Vá pela vista, pelo clima e pelo conjunto da obra, e se você provar algo mais gostoso por aí  não diga que eu não avisei! 

Oficina do Sabor
12h/16h e 18h/0h (sex. até 1h; sáb. sem intervalo até 1h; dom. só almoço até 17h; fecha seg.)
quanto? em média R$ 80,00 por pessoa

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