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28.6.13

som da sexta: Julieta Venegas em Santiago

A coluna som da sexta nasceu junto com o blog, lá em 2010, porque além de viajar, eu amo música. Faz um tempo que deixei ela de lado, mas sempre gostei de compartilhar as novidades musicais que encontro nas minhas viagens por aí, além do que eu escuto por aqui... O cenário ideal é quando a gente pode viajar para ir a um show, aí junta tudo o que eu gosto. Como os preços dos concertos aqui no Brasil são pela hora da morte, nem me animo muito, mas certamente, se pudesse, iria a muitos e muitos dos shows que o país vem recebendo. 

Julieta Venegas, cantora mexicana super conceituada mundo afora, foi uma das últimas a aportar no Brasil com o show da turnê "Los Momentos". Sou fã dela desde as minhas aulas de espanhol, no senac lá de Recife, e sempre quis vê-la ao vivo. Quando soube que ela estaria aqui no Brasil, iludida que sou, fui ver quanto seria o show. O pior lugar não saía por menos de 130 reais. Multiplicado por dois, mais taxa de "conveniência" = uma pequena fortuna. Logo me veio à cabeça a ideia de procurar os demais países no roteiro dela. Pimba! Lá estava na agenda: Santiago - Chile / Teatro Caupolican - 21h 09/06/2013. A gente estaria lá nesse dia! 

Julieta Venegas e sua banda no fim do show em Santiago

10.1.13

Splendour of the Seas - Vida Noturna


A programação noturna a bordo do Splendour of the Seas é tão, senão mais, intensa do que a da manhã. A verdade é que, se você quiser passar 24 horas acordado, vai ter sempre algo para fazer. 

Começando pelo teatro, o 42nd Street – nome que remete imediatamente à famosa rua de Nova York e seus belíssimos espetáculos da Broadway – onde todas as noite são apresentados, em dois turnos, números de excelente qualidade. Na primeira noite tive a oportunidade de ver uma apresentação que brindava a história da música. Tudo regado a muita coreografia, cores e vozes potentes! Já o segundo show, e bota SHOW nisso, foi a apresentação do inglês Gary Williams, e sua banda afinadíssima, cantando de Sinatra a Tom Jobim, passando por Roberto Carlos e Gipsy Kings. Uma mistura que teria potencial para dar errado, mas que graças à boa voz e o carisma do cantor, deu muito certo.

A cortina bafo do 42nd Street

4.11.11

som da sexta: Broadway

As superproduções musicais da Broadway logo são lembradas quando falamos em Nova York. É algo que está no imaginário de todos e, por isso, antes de vir para cá pesquisei quais shows estavam em cartaz para não perder a oportunidade de conhecer de perto essa lado da cidade. Nós ficamos em dúvida entre Chicago e Memphis, mas desde o princípio eu tive mais vontade de ver a segunda opção. 

Os preços dos espetáculos são bem salgados, principalmente se você quer um bom lugar. Por exemplo, um lugar na orchestra, mesmo nível do palco, com uma visão mais que privilegiada, sai por $ 165.00, ouch! Tem também as opções mais baratas, em lugares menos privilegiados. Porém, durante a pesquisa pré-viagem, descobri a TKTS, uma empresa que oferece tickets 1 hora antes de cada espetáculo começar com descontos bem generosos. 

Na quarta-feira, às 7 da noite (os shows começam às 8) nós fomos na TKTS  da Times Square. Logo na frente eles exibem quais musicais estão oferecendo tickets e qual o valor do desconto. Para nossa surpresa Memphis estava com um desconto de 50% nos assentos da orchestra. Melhor que isso, impossível. Compramos os ingressos e fomos ao teatro. Meia hora depois estávamos bem acomodados na sétima fileira do Shubert Theater. O resto é história. Não tenho como descrever o quão incrível, profissional e talentosa é a apresentação de Memphis. Só me resta recomendar e dizer para que você veja com seus próprios olhos. 


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16.1.11

Amy Winehouse - O show

Foto: Flávio Florido / UOL

Elogiar o talento de Amy Winehouse aqui é chover no molhado. Ela canta muito e isso é fato. Pena que o público presente no Summer Soul Festival era composto, em sua grande maioria, por pessoas que estavam lá para ver o desastre, para ver a cantora cair ou dar algum vexame. A cada gole em sua caneca (ou a cada passada de dedo no nariz) Amy era ovacionada muito mais do que quando executava muito bem uma música. Confesso que o show foi curto, mas isso não faz o show ser ruim. O que torna o show ruim é a tensão do público que pairava no ar à espera de confusão. 
Sinceramente, eu acho que quem tem que mudar não é a artista Amy Winehouse, porque ela sempre deixou claro que era problema. Para mim, e essa é a minha opinião, as pessoas deveriam apreciar mais o espetáculo do que o desastre. 

Vale também elogiar os shows de abertura do Mayer Hawthorne e Janelle Monáe que nos trouxeram performances animadas e cheias de vida e que em shows isolados devem funcionar muito melhor do que ontem.

Ah, e por último agradecer a São Pedro por permitir um sábado lindo de sol e uma noite com um céu estrelado de verão.

Ponto fraco | A produção da Mondo Entetenimento que: 1 - O som poderia ser bem mais potente; 2 - deixou faltar cerveja e água (era comum, duranre as apresentações, ver funcionários passando com caixas e mais caixas fechadas das bebidas para colocar no gelo); 3 - cobrou R$ 10,00 por um "cachorro quente"; 4 - organizou uma "área" para deficientes ou pessoas com problema de locomoção e permitir muito mais do que um único acompanhante por pessoa, o que tornou o local um camarote disputado pela sua localização. Resultado: Não adianta anunciar no telão várias boas atrações que estão por vir, porque se o evento tiver esse mesmo nível de produção certamente ele não será um sucesso.

8.11.10

Amy Winehouse no Brasil?

Será que ela vem mesmo? Segundo o bafafá da imprensa ela vem e vem em Janeiro! Florianópolis (08/01), Rio de Janeiro (11/01), Recife (13/01) e São Paulo (15/01) são as quatro cidades agraciadas com a presença da artista britânica. Ainda tem mais: Os ingressos começam a ser vendidos dia 22/11! Torço para que seja verdade, pois adoro a Amy. Enquanto ela não vem só nos resta esperar:




F1 Rocks em São Paulo

Semana passada, através da Linha Direta do aplicativo do Outros500, ganhei 2 convites para a pista vip do evento até então inédito no Brasil. O F1 Rocks rolou sexta-feira no Jóquei Clube de São Paulo. Fazia muito calor, mas a previsão era de chuva. Tentamos chegar cedo para evitar o trânsito maluco das sextas. O primeiro show, do Marcelo D2, começaria (isso mesmo, começaria) às 19:30. Mas a chuva veio e veio MUITO forte, com direito a raios, trovões e vento. Isso tudo levou ao atraso da programação, pois a chuva invadiu o palco, molhou os instrumentos e danificou os telões. Perfect! 


Foto por André Cherri - Multishow
Com a trégua da chuva e quase duas horas depois, Marcelo subiu ao palco, comemorou seu aniversário e fez um pocket show de meia hora. Foi bom para animar o público que mesmo levando chuva e sem muitas explicações sobre o que estava acontecendo, aguardou pacientemente o início dos shows. 

Foto por André Cherri - Multishow
Em menos de 15 minutos instrumentos foram retirados e repostos. Entrou em cena o N.E.R.D. projeto do rapper e produtor musical Pharrel Williams e suas dançarinas frenéticas. Com um show também de meia hora  eles animaram o público, mas nem tanto. O pessoal estava ali mesmo para ver o Eminem e ponto final. 
Foto por André Cherri - Multishow

Minutos antes do último (e mais esperado) show começar o tempo fechou e a chuva caiu forte. Muito forte. Mas ninguém arredou o pé do lugar e quando Eminem subiu ao palco dizendo que ia fazer o show na chuva mesmo, o público foi ao delírio. Por 1h o rapper levou tanta chuva quanto seus espectadores e fez um super show. O cara não perde o fôlego. Impressionante! Manda muito bem e tem uma super presença de palco. Gostei muito do show dele. Saí antes do final porque achar um táxi de volta pra casa (molhados do jeito que estávamos) seria a tarefa difícil da noite. Mas deu tudo certo!

Vale aqui falar da produção do evento que foi impecável e estava muito organizada. Não faltou bebida, comida, banheiro e segurança. A GEO Eventos está de parabéns. Obrigada Multishow e Outros500 pelos convites. Foi uma noite molhada e muito divertida!
*imagens por André Cherri retiradas do blog do Multishow

26.5.10

Lady Gaga - O show

Não sei nem por onde começar um post sobre esse show. Eu estava cheia de boa expectativas sobre ele e todas foram mais que superadas. Meu marido me fez uma surpresa e no dia 19 de março me deu o ingresso. De lá pra cá fiquei ainda meio que sem acreditar que iria nesse show. Enfim, chegou o dia e viajamos para Paris especialmente para o concerto. Marcado para começar às 19:30, chegamos no Palais de Omnisport em Bercy por volta das 18:00. O Sol estava castigante e as filas eram imensas, mas tudo muito organizado e até ágil. Já na fila, vimos incontáveis fãs vestidos como a Gaga: perucas, latas no cabelo, óculos de cigarro, fita amarela do crime scene, um sem fim de homenagens!

Depois de uma meia hora conseguimos entrar no estádio e, para nossa surpresa, nos deparamos com um palco bem baixinho, organizado para a banda de abertura. Compramos uma cerveja e uma água e partimos para procurar o melhor lugar para eu, que não tenho entre meus fortes a altura, ver o show.
Sete e meia em ponto as luzes se apagam e entra em cena uma banda muito louca que levanta a bandeira do "Filthy Glamour": Semi Precious Weapons. A banda é de New York, completamente sem noção e com um visual bem esquisito. Interagindo com o público e dizendo que queriam nos deixar "wet and excited" para o show da Lady fucking Gaga, eles tocaram 4 músicas, estouraram um champagne, distribuiram 2 camisas, 1 cd, 1 colar da linha de joias do vocalista e falaram incontáveis vezes as palavras bitches e fucking, essa última usada quase como vírgula. O som da banda era bom, mas não empolgou o público que só se manifestava ao ouvir as palavras: Lady e Gaga.


Após pouco mais de meia hora de show, a banda se despediu e deixou o palco. Começou a espera para o tão aguardado momento. Após vinte minutos e alguns hits de Michael Jackson, que tocava para aquecer o público, as luzes voltam a se apagar e a partir daí o público enlouqueceu. Com o palco envolto em um pano branco, começa a projeção de um vídeo da cantora com a contagem regressiva para o começo do Monster Ball. Aos primeiros acordes de Dance in the Dark tudo o que conseguimos ver é a sua silhueta que, ao que parece, está no alto de uma escada. Mudando de pose ao longo da introdução da música, as cortinas caem e podemos ver a Gaga, que está realmente em cima de uma escada.



Interagindo com o público em francês, ela não cansa de dizer o quanto gosta de Paris e o quanto se sente bem em tocar lá. Por duas vezes, após vários aplausos, ela se emociona e chora. Acompanhada de dançarinos super preparados e uma de mega estrutura, as pouco mais de duas horas passam voando. Enquanto ela troca de roupa incontáveis vezes, vídeos de extrema qualidade são projetados no palco.
O show não perde o ritmo nem por 1 segundo.
Com hit em cima de hit e gritos de "chantez avec moi, mes petit monsters" ela deixa o público enlouquecido do começo ao fim do show. As músicas que mais empolgam, sem dúvida, são: Telephone, Just Dance, Bad Romance, Paparazzi e Poker Face. Essa última, que em todos os outros shows aparecia na versão acústica no piano, veio em sua versão mais dançante ever!



O show ainda tem duas músicas inéditas: Glitter and Grease e Vanity. Em uma das milhares de trocas de roupas, uma outra projeção aparece no palco, só que dessa vez ela vem junto com o "Manifesto of Little Monsters".




Para resumir, posso dizer que foi um dos melhores shows que já fui. Pude dançar do começo ao fim, mas também tive muito o que observar, pois é um show rico, que conta uma história e é muito bem montado. Não sei como ele funciona em lugares abertos uma vez que existe várias plataformas, lustres e muita parafernalha envolvida.
Só garanto uma coisa, irei quantas vezes eu puder a um show da Lady fucking Gaga.
We did it Paris!

p.s. amor, obrigada (de novo) pelo presente!
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