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4.8.14

#cwbparainiciantes: Los Paleteros

Sei que ainda estamos no meio do inverno, mas aproveitando um veranico que se instalou aqui desde o fim de semana, vale compartilhar essa dica sem ter que esperar pelo verão propriamente dito. Desde quando viemos procurar apartamento em Curitiba percebi uma nova mania na cidade: As paletas mexicanas. Apreciei minha primeira paleta de morango recheada com leite condensado na Los Paleteros do Batel Soho, vendo a tarde cair na Praça da Espanha.

Chegando em casa fui procurar saber mais sobre essa novidade. Pesquisando na internet descobri que a coisa não é tão recente assim, a Los Paleteros começou aqui em Curitiba em 2013 e logo foi se espalhando em parte do país. Rio, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul já contam com franquias dessas delícias.

Quiosque do Shopping Palladium

3.4.14

Onde (e o que) comer em Paris

Acho que esse post fala mais sobre o que comer do que onde, uma vez que a oferta de bons lugares para uma refeição na capital francesa chega a ser opressora. E esses bons lugares vão desde uma toalha estendida na relva de um parque – e sobre ela itens adquiridos num Monoprix da vida –, até jantar na própria Torre Eiffel. Confesso que o meu estilo de viagem pende mais para a primeira opção. Reuni nesse post algumas dicas bacanas que testei na minha última viagem à cidade luz. Vamos nessa ficar com água na boca?!

Já que falei do Monoprix, deixo aqui aquela dica amiga: Supermercado no exterior não é igual ao supermercado que fica ali na esquina de casa. Aliás, é, mas é mais legal porque no caso de uma viagem, a gente só entra no supermercado para comprar coisas que não compramos no nosso dia-a-dia. Em Paris, esse ato é ainda muito mais gostoso. Portanto, não se oponha a fazer uma feirinha básica com queijos deliciosos, vinhos, pães, frutas e chocolates.

Crêpes quentinhos, doces ou salgados, dão aquela reconfortada boa no estômago entre um passeio e outro. Lembre-se, se a banquinha está perto de um ponto turístico – coisa não muito rara –, mais caro se paga. Paguei entre 5 e 3 euros dessa última vez. Vale a pena observar o ritual de produção da iguaria, quando a massa branca é deitada sobre o disco quente, um rodinho a espalha de modo que fique bem fininha, esperando só receber o recheio à sua escolha. Nutella e banana e queijo e presunto são os mais pedidos. Eu fico com a última opção. Sempre.


12.2.14

Passeando por Veneza

A exemplo de Florença, também tivemos 36 horas em Veneza. No entanto, como não nos hospedamos na ilha, e sim em Mestre, o tempo útil foi mais curto, mas não menos proveitoso.

Para chegar até Veneza, partindo de Mestre de trem, desembolsamos cada um, cerca de 1,25 euros. O mesmo trajeto dá para ser feito também de ônibus de linha comum e táxi. A viagem de trem é rápida, não dura mais do que 15 minutos. A estação Venezia Santa Lucia está meio de cara pro gol, ao desembarcar é só escolher o seu destino e ir. Se a caminhada for a pedida, como foi o nosso caso, é fundamental se guiar pelas indicações amarelas pintadas nas paredes das casas. Elas apontam qual caminho pegar para se chegar à Ponte di Rialto e à Piazza San Marco, principalmente. Como chegamos já no final da tarde em Mestre seguimos até Veneza à noite a fim de jantar e apresentar a cidade aos meus pais. Durante a noite o impacto das paisagens não é tão grande quanto durante o dia, mas o romantismo paira no ar.

Cartão-postal 

20.1.14

36 horas em Florença

Como eu disse no texto de introdução dessa viagem, quando fui a Florença pela primeira vez ainda não tinha maturidade suficiente para morrer de amores pela cidade. Portanto, a capital da Toscana em 2007 foi só mais um ponto de parada. No fim do ano passado tive a oportunidade de retornar à cidade e, aí sim, me encantar de vez com tanta história e tanto charme.

Chegando à estação de trem S.M. Novella já no fim de uma tarde de outono, só nos restou observar o pôr-do-sol da janela do nosso hotel e, com a noite já instalada, enfrentar o frio em busca de algum restaurante para comer em Florença. Nossa primeira parada foi no Il Vinaino, uma osteria simpática não muito longe do hotel. Ela ainda estava fechada, mas um cartaz dizia que às 19h ela voltaria a abrir, resolvemos esperar já que a situação dos outros restaurantes das redondezas era semelhante. Eles não foram pontuais, mas espera valeu a pena. Fomos bem atendidos, provamos um bom Chianti – vinho típico da região toscana –, comemos uma boa e suculenta mozzarella com prosciutto, tudo isso com muito pão e azeite, só para começar. O cardápio do restaurante não era muito extenso, o que facilitou a nossa vida, e continha boas opções de massas, frescas, inclusive. Todos os pratos pedidos estavam muito bons, mas a grande estrela da noite foi o Nhoque fresco ao Molho de Gorgonzola e Aspargos. Se eu fechar os olhos ainda consigo lembrar da sensação que tive ao provar essa maravilha. O ambiente é aconchegante, os pratos de massa não são muito caros (por volta dos 8 – 10 euros), carta de vinho boa e honesta, bom para quem busca um lugar típico e barato pra comer em Florença.

Pôr-do-sol visto da janela do hotel

5.11.13

Águas de Lindóia - Duas paradas estratégicas

O intuito desse post é matar dois coelhos com uma cajadada só (ainda é politicamente correto falar isso?). São inúmeros os privilégios de quem viaja de carro, mas o mais legal, sem dúvida, é fazer as suas próprias paradas. Aprendi com os meus pais a valorizar não só o destino, mas também o percurso. Por isso, nossas viagens de carro eram sempre repletas de muitas paradas e descobertas. Viajar para Águas de Lindóia foi relembrar um pouco desse turismo sem pressa que aprendi a fazer com eles...

Para quem segue para essa região do estado dois pit stops são essenciais. A caminho de Monte Sião encontramos a Queijobom, tradicional parada obrigatória desde 1959, vende os verdadeiros queijos mineiros. Além disso, bolos, bolachas, biscoitos, doces, embutidos, geleias, vinhos e cervejas especiais. Comprei o meia cura cremoso e, sem brincadeira, me faltam adjetivos para descrever um queijo tão maravilhoso! Ah, não deixe de pedir uma provinha no balcão. Os atendentes são bem simpáticos.


16.1.13

Sorveterias Tradicionais do Brasil


Se tem uma coisa que eu gosto nessa vida, além de viajar, é sorvete! E quando tenho a possibilidade de sair por aí atrás de um novo sabor geladinho o negócio fica melhor ainda.

Já tive a oportunidade de provar muita coisa boa. Algumas dessas dicas estão soltas aqui pelo blog, mas nesse verão me deu vontade de reunir tudo em um só lugar. Assim, quando aparecer alguma novidade, eu vou alimentando esse post e a gente vai criando um guia-gelado-sensação-delícia. O que vocês acham?

Já começo com 3 pra ninguém botar defeito.

Direto de Belém do Pará vem a famosa Cairu que, no calor dessa cidade que tanto gosto, uma bola cai bem a qualquer momento. Minha paixão: Sorvete de Castanha do Pará. É de chorar!


27.8.12

Fazenda Aracatu - Cunha - SP


No km 56 da rodovia Cunha-Paraty nós encontramos um paraíso para quem gosta de antiguidades. O Espaço Aracatu, da fazenda homônima, é repleto de itens de colecionador e, o que seria uma pausa inocente para um sorvete, virou uma sessão de fotos.


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