Na manhã seguinte à nossa chegada saímos por uma Montevidéu fria e chuvosa. Mesmo assim a cidade estava convidativa.

Ficamos hospedados (via Airbnb) num apartamento no bairro de Pocitos, a poucos passos da praia. Pegamos o ônibus 116 com direção a cidade velha e fomos assimilando o quão diferente Montevidéu consegue ser. Vale mencionar que andar de ônibus numa cidade estranha não é tarefa para principiantes ou tímidos, mas certamente é a melhor forma de conhecê-la. Lá a passagem custa 190 pesos (menos de R$2) e é possível se prevenir consultando as linhas e os itinerários aqui e no site da companhia de transportes coletivos - CUTCSA.

A linha 116 nos levou de Pocitos direto para a parte velha da cidade. Contrariando a cronologia, decidimos iniciar o nosso relato sobre a capital uruguaia  aqui no blog maltratando a nossa memória com o delicioso aroma de parrilla que emanava do histórico Mercado del Puerto, que provocou nosso apetite naquele sábado preguiçoso.

Se você não tolera carne vermelha ou os adeptos dela, este não é o lugar pra você. Nossas recomendações para aproveitar o que o Mercado del Puerto tem de melhor:
  • Vá com fome;
  • Prove tudo o que não conhece; 
  • Sente no balcão, espremido entre os uruguaios. Aqui você pode ver a sua carne assando e deixar o calor da brasa aquecer o seu rosto. Não se vê nada igual por aí...
Contemplando


Um grande churrasco

Sente no balcão e veja seu pedido sendo preparado

O churrasqueiro

Chorizo y papas fritas

Entrecot y papas fritas - para nós, bife de chorizo

Nós acabamos indo lá mais de uma vez e nos esbaldamos nos balcões da Cabaña Verónica e do La Chacra. O que se gasta varia com o apetite de cada um, mas para comermos fartamente e aplacarmos o calor da brasa com bastante cerveja gelada, investimos contentes cerca de $800. Vale dizer que é possível pagar com pesos ou no cartão de crédito.