>> Texto e fotos por Ana Lúcia Póvoa
Tudo começou com uma viagem a Recife para resolver alguns problemas burocráticos. O que eu não sabia era que era feriado estadual, o Dia da Carta Magna de Pernambuco. Como as passagens já estavam compradas, resolvi manter os planos. Antes de viajar, falei com uma amiga que não via há dois anos, foi quando surgiu o convite inesperado de conhecer o Catimbau. Confesso que nem sabia exatamente o que era, mas fiz uma pesquisa rápida e já gostei da ideia.
Segundo dia: paisagens que parecem outro planeta
Começamos o dia com a trilha do Santuário, um lugar deslumbrante, mágico, com uma paz inexplicável. Almoçamos na Vila Mara, uma pousada/restaurante bem conhecida na região. Recomendo. À tarde, seguimos para a trilha da Pedra Furada. Visual incrível, mas prepare-se para o calor intenso nesse horário. A noite foi de comida típica e boas conversas entre amigos. Cuscuz, ovos, charque, queijo coalho e, claro que não podia faltar, bons vinhos. Aliás, vinhos portugueses, levados pela minha amiga.
Tudo começou com uma viagem a Recife para resolver alguns problemas burocráticos. O que eu não sabia era que era feriado estadual, o Dia da Carta Magna de Pernambuco. Como as passagens já estavam compradas, resolvi manter os planos. Antes de viajar, falei com uma amiga que não via há dois anos, foi quando surgiu o convite inesperado de conhecer o Catimbau. Confesso que nem sabia exatamente o que era, mas fiz uma pesquisa rápida e já gostei da ideia.
Onde fica o Vale do Catimbau
O Vale do Catimbau (também conhecido como Catimbau) fica no município de Buíque, a cerca de 280–300 km de Recife. A região faz parte do Parque Nacional do Catimbau, uma área de proteção ambiental conhecida por suas formações rochosas impressionantes, pinturas rupestres e paisagens únicas do semiárido pernambucano.
O Vale do Catimbau (também conhecido como Catimbau) fica no município de Buíque, a cerca de 280–300 km de Recife. A região faz parte do Parque Nacional do Catimbau, uma área de proteção ambiental conhecida por suas formações rochosas impressionantes, pinturas rupestres e paisagens únicas do semiárido pernambucano.
Parada obrigatória em Gravatá
No caminho, fizemos uma parada estratégica em Gravatá (que, para mim, é praticamente obrigatória). O destino foi o famoso Rei da Coxinha, onde me deliciei com um prato típico: macaxeira com carne de sol, ovo frito e queijo coalho, acompanhado de um bom café coado. De bucho cheio, seguimos viagem!
No caminho, fizemos uma parada estratégica em Gravatá (que, para mim, é praticamente obrigatória). O destino foi o famoso Rei da Coxinha, onde me deliciei com um prato típico: macaxeira com carne de sol, ovo frito e queijo coalho, acompanhado de um bom café coado. De bucho cheio, seguimos viagem!
Primeiro dia: trilha e pôr do sol inesquecível
Chegamos a tempo de fazer a trilha do Mirante do Brejo. O destaque? Um pôr do sol simplesmente maravilhoso. Na volta, ainda passamos na casa do Sr. Paulo, onde fomos recebidos com café, tapioca e muita simpatia. Um daqueles encontros simples que tornam a experiência ainda mais especial.
Chegamos a tempo de fazer a trilha do Mirante do Brejo. O destaque? Um pôr do sol simplesmente maravilhoso. Na volta, ainda passamos na casa do Sr. Paulo, onde fomos recebidos com café, tapioca e muita simpatia. Um daqueles encontros simples que tornam a experiência ainda mais especial.
À noite, fomos até a praça principal, pequena, mas tem o essencial, padaria, mercadinhos, lanchonetes e a associação do guias de Catimbau. E aqui vai uma informação importante: as trilhas no Catimbau só podem ser feitas com guias credenciados, muitos deles nativos da própria região. Uma outra visita imperdível no Catimbau é o Ateliê de Luiz Benício, um artesão local especialista em esculturas em madeira. Um espaço que vale a visita.
Segundo dia: paisagens que parecem outro planeta
Começamos o dia com a trilha do Santuário, um lugar deslumbrante, mágico, com uma paz inexplicável. Almoçamos na Vila Mara, uma pousada/restaurante bem conhecida na região. Recomendo. À tarde, seguimos para a trilha da Pedra Furada. Visual incrível, mas prepare-se para o calor intenso nesse horário. A noite foi de comida típica e boas conversas entre amigos. Cuscuz, ovos, charque, queijo coalho e, claro que não podia faltar, bons vinhos. Aliás, vinhos portugueses, levados pela minha amiga.
Último dia: trilha das Torres
No domingo, ainda conseguimos aproveitar a manhã para fazer a trilha das Torres. Essa foi um pouco mais exigente, com mais subidas, mas a vista compensa o esforço totalmente. Aqui tem uma dica que vale ouro, no caminho para a trilha, você passa pela Toca do Vale, um restaurante muito simples. Você avisa na ida que vai querer almoçar na volta, e sua refeição estará pronta quando você chegar, cansado e com fome. Comida caseira, honesta e gostosa.
No domingo, ainda conseguimos aproveitar a manhã para fazer a trilha das Torres. Essa foi um pouco mais exigente, com mais subidas, mas a vista compensa o esforço totalmente. Aqui tem uma dica que vale ouro, no caminho para a trilha, você passa pela Toca do Vale, um restaurante muito simples. Você avisa na ida que vai querer almoçar na volta, e sua refeição estará pronta quando você chegar, cansado e com fome. Comida caseira, honesta e gostosa.
Dicas importantes para quem quer visitar o Vale do Catimbau:
✔ Leve bastante água
✔ Use protetor solar
✔ Chapéu e óculos escuros são essenciais
✔ Leve um lanche leve (não há comércio nas trilhas)
✔ Sempre vá com guia credenciado
Observei que os guias falam sempre sobre os "encantados", entidades espirituais ligadas à natureza e aos ancestrais, muito presentes nas tradições indígenas e na cultura local, sempre pedindo permissão aos guardiões do vale. Mais do que uma lenda, é uma forma de respeito ao território, e isso torna a experiência ainda mais especial. O Catimbau tem algo difícil de explicar, uma espécie de magia no ar. Não é um destino turístico, é uma verdadeira experiência.
✔ Use protetor solar
✔ Chapéu e óculos escuros são essenciais
✔ Leve um lanche leve (não há comércio nas trilhas)
✔ Sempre vá com guia credenciado
Observei que os guias falam sempre sobre os "encantados", entidades espirituais ligadas à natureza e aos ancestrais, muito presentes nas tradições indígenas e na cultura local, sempre pedindo permissão aos guardiões do vale. Mais do que uma lenda, é uma forma de respeito ao território, e isso torna a experiência ainda mais especial. O Catimbau tem algo difícil de explicar, uma espécie de magia no ar. Não é um destino turístico, é uma verdadeira experiência.
SERVIÇO
✔ Guia Genivaldo do Vale do Catimbau - @catimbau_guia
✔ Pousada e Restaurante Vila Mara - @vilamaradosertao