30.3.15

Rio de Janeiro: Santa Teresa, Parque das Ruínas, Lapa e Escadaria Selarón

Nosso agradável passeio com o Jeep Tour pelo Parque Nacional da Tijuca culminou numa passagem rápida pelo boêmio bairro de Santa Teresa e nos brindou com uma surpresa muito agradável. Localizado em Santa Teresa, o Parque das Ruínas, sobre o qual nunca tínhamos ouvido falar, encanta pela simplicidade, eventos culturais muito simpáticos e uma inesperada vista da Baía de Guanabara e da região central da cidade.

Mais amor nas ruas de Santa Teresa, Rio de Janeiro

Do alto de Santa Teresa avistamos a região do centro do Rio

Em meio a pixações: streetart


Uma esquina qualquer de Santa Terê

Mais street art nos muros de Santa Teresa

O nome ruínas vem do que no passado se chamava Palacete Murtinho Nobre, que pertencia à dama da sociedade Laurinda Santos Lobo. Ponto de encontro de artistas e intelectuais nas décadas de 1920-1940. Após um período de abandono, o local foi transformado em parque municipal e renovado com estruturas de metal e vidro para permitir a sua preservação e visitação. No momento da nossa chegada um grupo musical entretia os visitantes com um animado chorinho. O público era diverso, mas em sua maioria famílias, que curtiam a música e o espaço com tranquilidade. Nós aproveitamos um pouco a vista antes de partir pra um outro ponto bem mais conhecido da região central do Rio de Janeiro.



Do Parque das Ruínas avistamos o centro do Rio de Janeiro e os Arcos da Lapa


Do outro lado do Parque das Ruínas: Rio de Janeiro e os seus contrastes

A Escadaria Selarón, que recebe o nome do artista chileno que a idealizou, Jorge Selarón, é um belíssimo mosaico de azulejos, inteiros ou partidos, trazidos de todas as partes do mundo. Além da arte própria de cada azulejo, a composição, feita com cores intensas e tão quentes quanto o Rio em si, encanta a todos. O início da escadaria fica na Rua Joaquim Silva, a poucos metros dos famosos arcos da Lapa, numa porção do centro que, é necessário mencionar, está um pouco degradada. Entretanto, com o volume de turistas por lá, não é preciso temer o passeio. Aliás, é tanta gente que é normal ter competição por um espaço pra fotos.

O trabalho primoroso de Selarón eternizado nas escadarias da Lapa

Rio, eu te amo!



Se você já foi à capital fluminense e ainda não explorou esta parte da cidade, não deixe de ir conhecer e se encantar ainda mais com o Rio de Janeiro!





26.3.15

Puebla - México: Onde ficar

Devido ao seu papel de protagonista na economia mexicana, é inegável que Puebla tem uma grande demanda pelo turismo de negócios. Por isso, a forte presença das grandes cadeias hoteleiras na cidade (Courtyard by Marriot, NH Hotels e Best Western são algumas das que cito de cabeça. São hotéis mais sisudos, focado no bem estar do executivo, sem muito confete, mas com muito conforto e praticidade. Para cobrir a 20a edição da MITM Americas eu fiquei hospedada no Holiday Inn Express Puebla.  O hotel fica numa posição bem estratégica, tanto para quem vai ao Centro Expositor de Puebla, quanto para quem vai ao centro histórico da cidade, coisa de 6 quilômetros de distância, no máximo.


Com um staff bem atencioso, o check-in foi feito com eficiência e em poucos minutos, depois de uma viagem cansativa, eu já estava no amplo quarto. Duas camas de casal, mesa de trabalho, tv de 32” com canais a cabo, facilidades para chá e café, várias águas de cortesia, free wi-fi bem boa e isolamento acústico. Não vi frigobar, mas também não senti falta – talvez por ser um lugar frio não ter água gelada não foi um tema. Do contrário, faria falta, sim. Banheiro limpo e organizado, com amenities simples e sem muita diversidade. O hotel ainda conta com uma academia bem montada e uma piscina, mas compartilho um segredo com vocês, esses são os itens que a gente só conhece quando viaja a passeio mesmo. Numa viagem dessas, a trabalho, a gente só dá uma olhada. Morre de vontade de cair na água, mas só fica na vontade na maioria das vezes.



O café da manhã no México é bem diferente, encontramos frijoles, nachos, salsa,  abobrinha cremosa, além de uns itens, que para nós são mais normais (frutas, pães, ovos, café, leite... essas coisas). Lembrando bem, não vi queijo nem presunto. Foi, no mínimo, curioso tomar café da manhã por lá. Confesso que, sem muita sorte, observei outras mesas para ver como as pessoas estavam compondo seus desjejuns. O meu grande vício durante esses 3 dias foi o suco de goiaba branca. Que delícia. Poderia tomar só isso por muito tempo. 







Claro que Puebla tem uma gama de hotéis mais apropriados para quem vai fazer aquele turismo de férias, gostoso e sem pressa. Quando voltar à cidade certamente me hospedarei no centro para não perder nem um segundo de toda sua beleza.  No entanto o Holiday Inn Express Puebla cumpre muito bem o seu papel para o viajante en passant, de negócios. 







24.3.15

Passaúna: O parque mais bonito de Curitiba que você ainda não visitou

Todos nós temos aqueles dias em que precisamos sair da rotina. Depois de quase um ano após mudar de São Paulo, seria injusto dizer que aqui em Curitiba precisamos fugir da agitação e stress da cidade, já que aqui a proporção desses quesitos é muito menor. Mas tranquilidade às vezes cansa, por incrível que pareça. E a solução pra isso pode, ao invés de agitação, ser um lugar ainda mais tranquilo, mas sem o marasmo. É precisamente por isso que o Parque Passaúna se tornou o nosso lugar preferido por aqui.

Parque Passaúna foi uma descoberta  em Curitiba

23.3.15

Notícias do Turismo #28


Periodicamente você encontra aqui as notícias mais fresquinhas do turismo no Brasil e no mundo.

Air France inova com vídeo de segurança elegante e bem-humorado - A Air France lança, a partir de abril, em todos os seus voos de longa distância um novo vídeo de demonstração de segurança que utiliza uma linguagem totalmente inovadora: sofisticada, descontraída e bem-humorada.O vídeo, que faz parte da nova campanha “France is in the Air”, segue todas as exigências regulatórias e foi criado em parceria com a divisão de segurança da Air France e a Autoridade Francesa de Aviação Civil. Exibido em Francês e em Inglês, o vídeo aborda de forma original temas como o uso do cinto de segurança, o qual, após afivelado, “se torna um elegante acessório que delineia a cintura enquanto garante sua segurança”.  Sobre os avisos para não fumar a bordo da aeronave, o filme mostra o quanto “um voo não fumante é simplesmente chique!”. O uso de máscaras de oxigênio é demonstrado de forma divertida e elegante, sem perder o foco da segurança. Os coletes salva-vidas também ganham ares de glamour, parecendo um acessório fashionista. Até as instruções para o uso de equipamentos eletrônicos são apresentadas de forma bem humorada. Tudo isso ao som da trilha sonora “Warm in the Winter”, do duo americano Glass Candy, hino da nova campanha.

Novo vídeo de segurança da Air France no ar - Foto: Divulgação

Assita! 

20.3.15

Puebla - México: Arredores

A cidade de Puebla, no México, é um excelente ponto de partida para a exploração dos seus arredores. O roteiro pode ser moldado segundo o estilo de viagem de cada um, o que não pode acontecer é deixar uma das três paradas a seguir fora da sua rota:

Tochimilco

O povoado de 4.000 habitantes está a apenas 50 quilômetros de Puebla. Lá você não encontrá grandes atrativos turísticos, na verdade a cidade abriga um antigo convento franciscano, um intrigante aqueduto da era pré-hispânica e uma fonte belíssima. No entanto, Tochimilco está aos pés do imponente vulcão Popocatépetl, um cenário belíssimo e incomum. Ali, o melhor a se fazer é observar os tipos, os costumes e a dinâmica local. Para tal, a feira que fica ao lado da praça principal da cidade é o local ideal. Dá, ainda, para provar um pouco dos sabores do México, algumas comidas de rua, frutas diferentes e um delicioso sorvete artesanal, por módicos $5 pesos (1 real – nada hoje custa 1 real). Tochimilco ainda guarda pequenas joias como a Finca Mariana y Marcos, servindo a autêntica cozinha poblana num ambiente pra lá de agradável. 

Cenas de Tochimilco

16.3.15

Etiqueta ao voar – 10 dicas para não ser um passageiro inconveniente

Voando com uma certa frequência, para vários destinos em voos com as mais variadas durações, acho que posso compartilhar algumas dicas para que ao menos vocês, leitores do raphanomundo, não sejam passageiros inconvenientes e a gente siga fazendo ótimas viagens. A saber:


1 – Fila na sala de embarque - Não precisa fazer fila para embarcar antes do voo ser chamado, a cada dia que passa os embarques estão mais eficientes e organizados (primeiro prioridades, depois  quem está no fundo do avião e, por fim, os passageiros que vão na frente). O avião só vai decolar quando todos estiverem acomodados, portanto, não há necessidade de ficar de pé no portão horas antes para “entrar primeiro”. “Ah, mas eu tenho muita bagagem de mão...”. Você está errado e isso nos leva ao segundo ponto;


2 – Excesso de bagagem de mão / bagagem fora das dimensões – As cias aéreas geralmente permitem bagagens de mão de 5kg ou 10kg dentro dos padrões (comprimento + largura + altura = 115cm ou menor). Se você “não gosta de despachar” procure viajar dentro dos limites corretos. Do contrário vai atrapalhar o embarque, vai tirar espaço de outro passageiro e se tornar um inconveniente. Ah, e não saia mexendo nas bagagens já acomodadas para tentar um espacinho para a sua;

Verifique a franquia de bagagem de mão da cia aérea para não levar mais do que o permitido - Ilustração: Raphaell Aretakis

11.3.15

Rio de Janeiro: Onde comer em Botafogo

Nas duas últimas vezes que fomos ao Rio de Janeiro acabamos hospedados em Botafogo, bairro da zona sul da cidade que gostamos bastante. Efervescente, boêmio e cultural, Botafogo guarda joias como a Casa de Rui Barbosa, o Museu Villa-Lobos, Casa Daros, Museu do Índio, a linda  Livraria da Travessa e o cinema Estação Botafogo são alguns exemplos. O bairro também conta com estação de metrô, proporcionando fácil acesso ao centro da cidade e às praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, bem como o metrô de superfície que leva o visitante direto ao Jardim Botânico. Hotéis e hostels também aparecem com boa oferta no bairro e preços mais camaradas.


Fachada Boteco Colarinho - Botafogo - Rio de Janeiro

9.3.15

Recife: Cais do Sertão

No último ano o Recife ganhou dois espaços culturais que, enfim,  pude conhecer ao ir passar o carnaval na cidade. Apresentarei por aqui estes dois lugares que já viraram parada obrigatória para quem vai à capital pernambucana. O primeiro deles, o Cais do Sertão, apresenta aos seus visitantes a cultura do sertão nordestino fazendo uso da história do seu filho mais ilustre, Luiz Gonzaga.


6.3.15

Pelas ruas de Roma


Demoramos muito para ir a Roma. Desde a nossa primeira viagem pela Europa em 2007, Roma soava mítica e indispensável. Ela passou muito perto de fazer parte do nosso primeiro roteiro – chegamos a ir de trem até Florença, mas depois decidimos ir para o lado oposto, até o sul da França.Várias outras viagens pela Europa se seguiram e em todas, sem exceção, quisemos ir até lá. Lembro que olhávamos os preços e sempre havia um porém. Passagens ou hotéis caros demais ou mesmo as opiniões condenando aqueles que tentavam “ganhar” a cidade em 2 ou 3 dias. Hoje, vendo as memórias que guardamos de Roma após mais de um ano de viagem, além da sensação de recompensa, as lembranças de andar pelas ruas da cidade são as que mais marcaram.

Como nosso voo a partir do Brasil tinha como destino Roma, decidimos começar e terminar nosso período de férias por lá, 2 dias no início, 3 dias no final. É normal usarmos o dia da chegada ou da volta apenas de passagem, mas com Roma, a sensação de retornar para uma cidade que já tínhamos visto e em tão pouco tempo, superou a hipótese de ficarmos os 5 dias direto por lá.

Na primeira parte da viagem, escolhemos o Blue Hostel para aportar, que, como ponto de partida, tinha uma localização bem amigável na Via Carlo Alberto, na borda do bairro Monti, a 5 minutos de caminhada da estação Termini e a poucos passos da estação de metrô Vittorio Emanuele (Linha A).

Foi a partir dali que Roma começou a ganhar cara pra nós. Na nossa primeira caminhada pela cidade, partindo da Basilica di Santa Maria Maggiore, descemos pela Via Urbana com direção ao Coliseu. A Via Urbana é repleta de restaurantes e converge para ruas cada vez menos largas e movimentadas, deixando-as muito mais charmosas. Foi por ali que fizemos a nossa primeira refeição tipicamente romana, no La Vacca ‘Mbriaca e, depois percebemos que a região próxima da estação Cavour (linha B), delimitada pela Via Cavour, via dei Serpenti e a Via Panisperna, é endereço de vários restaurantes bem cotados na cidade, como o La Carbonara, que provaríamos mais tarde.

Coliseu: Paixão à primeira vista

4.3.15

Nonna Giovanna - Massas e Carnes

Há uns meses acordamos num sábado morrendo de vontade de comer um filé à parmegiana, mas nada muito chique, daqueles caseiros mesmo, sabe? Como estávamos com uma recomendação do restaurante Nonna Giovanna, no bairro do São Francisco, guardada na memória, não pensamos duas vezes e seguimos para o centro de Curitiba. Chegamos lá por volta das 13h, pois aqui em Curitiba a maioria dos restaurantes (senão todos) fecha às 15h, nosso normal no fim de semana é almoçar um pouco mais tarde, mas fizemos esse esforço em nome do desejo :D

Bife à parmegiana caseiro e bem servido no centro de Curitiba

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