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23.9.14

L'entrecôte d'Olivier

Post inicialmente publicado em 27/09/2010 - atualizado em 23/09/2014

Aproveitei nosso retorno a São Paulo em agosto para visitar mais uma vez esse restaurante que é um dos meus preferidos na cidade. Nossa primeira vez no L'entrecôte d'Olivier ele ainda se chamava L'entrecôte de ma tante, do chef francês mais charmoso evah, Olivier Anquier. A proposta do restaurante é inovadora, porém, bastante difundida na França. Eles trabalham com um único prato: o entrecote, que nada mais é do que um corte bovino tipicamente francês, acompanhado de um molho secreto, onde cada família desenvolve o seu. O chef, que não é bobo nem nada, trouxe sua receita do molho para fazer sucesso em terras brasileiras.

Como entrada, pão quentinho e uma salada de folhas verdes e nozes super bem temperada. Um capricho só. O prato principal, o entrecote no ponto escolhido, acompanha ainda, batatas fritas à vontade - garçons ficam transitando pelo salão a fim de reabastecer os pratos com uma fina, crocante e de-li-ci-o-sa batatinha. Ah, também é possível solicitar um pouco mais do  molho que cobre a carne. Por fim, eles também trazem à mesa uma mostarda dijon divina para acompanhar as batatas. #amoreternoamorverdadeiro



11.6.14

Você no mundo: Camilla Rezende

Muitos de vocês já devem saber que mantenho uma deliciosa coluna sobre viagem e gastronomia no @naminhapanela, né? O blog andava meio paradinho pois Cami e Rafa estavam num período de transição – deixaram o Recife e voltaram para o amado Rio de Janeiro –, mas o blog voltou com força total, assim como a Comidinhas do Mundo, meu espaço por lá. O casal está num arroubo de criatividade tão grande que sobrou dica com fotos incríveis até aqui para o blog. Cami e Rafa desembarcaram em Buenos Aires pela primeira vez e compartilharam um olhar bacana do bairro pelo qual se apaixonaram. 

Leiam abaixo as dicas de Cami sobre San Telmo.

Eu tinha uma dessas vontades de conhecer Buenos Aires. Alguns me diziam que eu ia amar, outros que eu ia odiar, mas decidi ter a minha própria opinião. E então num desses feriadões partimos para terras argentinas.

Ao sair do aeroporto aquela sensação de: parece que já estive aqui antes, um friozinho gostoso, um sol delicioso e um taxista de poucas palavras.

E chegando a San Telmo foi amor a primeira vista! Foi nossa primeira experiência em hostel e posso dizer, super indico o Art Factory Hostel  recepção incrível e uma cotação de cambio muuiittooo boa.

E como o nosso estilo de viagem é sair andando, tentando viver um pouco da vida de cada lugar, San Telmo nos reservou surpresas deliciosas.

O bairro tem um estilo próprio que vai muito além da feirinha que acontece aos domingos, que na verdade é uma delícia, mas fica tão cheia de brasileiros que nem parece que você está fora do Brasil. 


30.1.14

Onde comer em Roma

Encontrar um lugar para comer em Roma parece ser tarefa fácil, tamanha a quantidade de bares e restaurantes. Mas as recomendações antes de sentar à mesa são tantas que esse ato prazeroso pode se tornar uma verdadeira missão. Então, o intuito desse post é dar as melhores dicas para você ir a lugares certeiros e, se quiser, tentar arriscar algumas coisas por sua conta e risco.

Nossa primeira refeição na cidade eterna, depois de boas horas de voos, deslocamentos e já instalados no hostel, foi  no La Vacca ‘Mbriaca. Essa hosteria fica na Via Urbana, uma rua gracinha do bairro de Monti, onde encontramos diversas opções de bares e restaurantes, só que muitos se encontravam fechados nessa tarde de domingo. Prática comum em Roma, vale ressaltar.  Os preços são bem convidativos, nosso garçom foi extremamente simpático, o ambiente é delicioso e a comida, nem se fala. Lá eu provei o Fettuccine al Ragu di Coda alla Vaccinara (€10.00), que nada mais é do que um Fettuccine ao molho de rabada. Isso mesmo. Em Roma se come muita rabada. A massa estava no ponto perfeito, o perfume era maravilhoso. A mozzarella de búfala com presunto de entrada, estavam especiais. Posso dizer que começamos nossa incursão pela culinária romana com o pé direito.  Partindo do restaurante, em 15 minutos de caminhada, você está no Coliseu. Vale o passeio pós almoço/jantar.


Acho que comemos mozzarella e prosciutto de entrada todo santo dia, às vezes, só isso

5.11.13

Águas de Lindóia - Duas paradas estratégicas

O intuito desse post é matar dois coelhos com uma cajadada só (ainda é politicamente correto falar isso?). São inúmeros os privilégios de quem viaja de carro, mas o mais legal, sem dúvida, é fazer as suas próprias paradas. Aprendi com os meus pais a valorizar não só o destino, mas também o percurso. Por isso, nossas viagens de carro eram sempre repletas de muitas paradas e descobertas. Viajar para Águas de Lindóia foi relembrar um pouco desse turismo sem pressa que aprendi a fazer com eles...

Para quem segue para essa região do estado dois pit stops são essenciais. A caminho de Monte Sião encontramos a Queijobom, tradicional parada obrigatória desde 1959, vende os verdadeiros queijos mineiros. Além disso, bolos, bolachas, biscoitos, doces, embutidos, geleias, vinhos e cervejas especiais. Comprei o meia cura cremoso e, sem brincadeira, me faltam adjetivos para descrever um queijo tão maravilhoso! Ah, não deixe de pedir uma provinha no balcão. Os atendentes são bem simpáticos.


25.1.13

Pasta e Basta - Italiano em Munique


Em um dia de muita chuva + frio + neve a gente só tem uma coisa na cabeça: comida. E se ela for italiana, melhor.

Aí começou a saga para achar um restaurante italiano em Munique que fosse bom, não muito caro e perto de um  metrô/bonde (porque ninguém merece virar pinguim). Mais uma vez recorremos ao nosso bom e velho PRINZ – podemos dizer que esse guia foi o quinto elemento da viagem, sempre com dicas muito certeiras – e achamos, entre as várias opções, o Pasta e Basta. Com pratos de massa  e pizzas com preços que variam entre €3.95 e €7.45 e a taça de vinho tinto custando €2.80, ficamos até com um pé atrás. 

Bruschetta caprichada

8.11.10

dica de pizzaria em São Paulo - Camelo



Ontem recebemos a visita do meu tio que veio a trabalho para São Paulo e ele estava morrendo de vontade de comer uma pizza. Logo indiquei a Camelo que, para mim, está entre as melhores pizzarias da cidade. O ambiente é simples, mas a pizza é um absurdo de gostosa. Massa fina, recheio no ponto e temperatura certa reforçam ainda mais a fama que o lugar tem. Para acompanhar fomos de vinho, delicioso, por sinal. Um malbec argentino - Callia Alta. Para o dia e horário escolhidos, domingo às 20h, a pizzaria estava com fila de espera, mas não esperamos nem 20 minutos. Eles não trabalham com reserva. 


Para maior comodidade eles trabalham em 4 endereços (Morumbi, Jardins, Itaim e Higienópolis) e o delivery. O valor da pizza grande fica em torno dos R$ 60,00 e o vinho de ontem R$ 40,00. Sextas e Sábados eles abrem das 18h às 00h e de Quinta a Domingo das 18h às 23:30. 

Quando vier a São Paulo vale a pena saborear uma deliciosa pizza e ter uma noite agradabilíssima! Recomendo.

*imagem: divulgação
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