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13.8.14

Um dia em Joinville

A primeira parada do nosso passeio por Santa Catarina foi Joinville, também conhecida como Cidade dos Príncipes. Esse apelido se dá pelo fato das terras onde hoje encontra-se a cidade serem fruto de um dote do casamento entre a princesa Francisca Carolina (irmã de D. Pedro II) e o príncipe francês, Ferdinand Philipe. Tempos depois parte dessas terras foi vendida para a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, dando início, assim, à colonização alemã. Vale salientar que todo o nosso roteiro foi seguindo os passos germânicos pelo país.
Joinville tem uma geografia curiosa, onde podemos observar uma cidade plana, ladeada por montanhas, manguezais muito próximos e a baía de Babitonga, interessante para quem vem do nordeste, como nós.

Como o tempo de estada na cidade era curto, tivemos que priorizar as visitas a serem feitas. A primeira delas foi o Museu Nacional de Imigração e Colonização – prédio hoje tombado pelo IPHAN –, que foi construído em estilo enxaimel, típica construção alemã do início do século XX. No interior da casa de três pisos, peças da rotina da época: de banheiras, cadeiras e vitrolas até talheres, malas e máquinas de escrever, totalizam cerca de 5.000 itens de um rico acervo que preserva a memória daqueles que ajudaram a Joinville ser o que é hoje. Em frente ao museu está a Rua das Palmeiras, com 52 plantas centenárias que, junto com o prédio do museu, formam o cartão-postal mais conhecido da cidade.

Fachada da casa onde fica o Museu Nacional de Imigração e Colonização

20.1.14

36 horas em Florença

Como eu disse no texto de introdução dessa viagem, quando fui a Florença pela primeira vez ainda não tinha maturidade suficiente para morrer de amores pela cidade. Portanto, a capital da Toscana em 2007 foi só mais um ponto de parada. No fim do ano passado tive a oportunidade de retornar à cidade e, aí sim, me encantar de vez com tanta história e tanto charme.

Chegando à estação de trem S.M. Novella já no fim de uma tarde de outono, só nos restou observar o pôr-do-sol da janela do nosso hotel e, com a noite já instalada, enfrentar o frio em busca de algum restaurante para comer em Florença. Nossa primeira parada foi no Il Vinaino, uma osteria simpática não muito longe do hotel. Ela ainda estava fechada, mas um cartaz dizia que às 19h ela voltaria a abrir, resolvemos esperar já que a situação dos outros restaurantes das redondezas era semelhante. Eles não foram pontuais, mas espera valeu a pena. Fomos bem atendidos, provamos um bom Chianti – vinho típico da região toscana –, comemos uma boa e suculenta mozzarella com prosciutto, tudo isso com muito pão e azeite, só para começar. O cardápio do restaurante não era muito extenso, o que facilitou a nossa vida, e continha boas opções de massas, frescas, inclusive. Todos os pratos pedidos estavam muito bons, mas a grande estrela da noite foi o Nhoque fresco ao Molho de Gorgonzola e Aspargos. Se eu fechar os olhos ainda consigo lembrar da sensação que tive ao provar essa maravilha. O ambiente é aconchegante, os pratos de massa não são muito caros (por volta dos 8 – 10 euros), carta de vinho boa e honesta, bom para quem busca um lugar típico e barato pra comer em Florença.

Pôr-do-sol visto da janela do hotel

28.1.13

DDR Museum e Black Box



>> DDR Museum

É sabido que Berlim tem uma história muito forte. E para os que gostam de saber tudo em detalhes, muitos memoriais e museus estão abertos à visitação por lá. Desta última vez, visitamos mais um deles, o DDR-Museum.



18.1.13

Deutsches Museum em Munique


Você desiste de negar que a sua família é nerd quando, ao invés de ficar tomando cerveja ou fazendo compras, prefere passar o dia dentro do Deutsches Museum, ou Museu Alemão, em Munique. As pessoas podem até não realizar, mas em termos de ciência e tecnologia, a Alemanha manda muito bem. E muitos cientistas, inventores e inventos são alemães. Talvez esta seja uma razão para o Deutsches Museum ser um dos mais, senão o mais importante museu do seu tipo no mundo.

O grandioso prédio que abriga o museu em Munique fica numa ilha no rio Isar – Museumsinsel –, ainda na região central da cidade. Não é difícil encontrá-lo, tanto pelo seu tamanho quanto pelo fluxo de pessoas que vão ao seu encontro. O acervo do museu, que completará 110 anos de existência em 2013, contém milhares de objetos, de muito pequenos a gigantescos, espalhados pelos seus 8 níveis (do subsolo ao 6° andar) e, de acordo com o nosso mapa, inacreditáveis 55 ramos diferentes, que abrangem quase tudo que você possa imaginar.

Vários tipos de canoas e outras embarcações em tamanho real

5.9.12

Museu Casa do Pontal


Um dos grandes presentes dessa minha ida ao Rio de Janeiro foi, sem dúvida, a visita ao Museu Casa do Pontal. Nunca havia escutado falar desse museu, nem sobre o que ele era. Chegando lá, para minha surpresa, me deparei com um espaço totalmente voltado para a divulgação da arte popular brasileira. Para deixar a história ainda mais fantástica, o museu foi idealizado por um pintor francês, Jacques Van de Beuque, que em 1946 fugiu de um campo de trabalho forçado na Alemanha e veio para o Brasil. Em 1951, Jacques foi a Recife, lá se encontrou com Mestre Vitalino e conheceu a sua arte. A partir daí iniciou a sua coleção que hoje conta com 8.000 peças de 200 artistas brasileiros.

Foto de Mestre Vitalino em frente à sua casa, no Alto do Moura - espaço que visitei em junho desse ano

25.11.11

Sorteio #NY

A exemplo da viagem a Berlim, nessa de Nova York eu também não  esqueci de vocês leitores e trouxe mais uma lembrancinha super legal para sortear aqui no blog.  Dessa vez, a compra foi feita na incrível loja do MET – The Metropolitan Museum of Art – e o livro, que não é bem um livro, é uma coleção linda de 30 postais em preto e branco chamada New York Landmarks – A book of 30 postcards. Nele você encontrará fotos belíssimas de pontos clássicos como: Brooklyn Bridge, Central Park, Times Square, Plaza Hotel, Empire State Building, Statue of Liberty, entre outros. Os postais são totalmente destacáveis e você poderá enviá-los para quem quiser, confesso que, como boa colecionadora de postais, eu teria pena de sair me desfazendo dos que estão nesse livro.



Mas, chega de blá blá blá e vamos à mecânica da promoção:
  • Seguir o perfil @aretakis no twitter;
  • Publicar a seguinte frase com o link: Sou leitor do @raphanomundo e quero  o livro dos 30 postais que a @aretakis trouxe para mim de #NY – http://kingo.to/U8a 
Simples, né?

O sorteio será feito sexta-feira, dia 09/12/2011, às 15h (Brasília) através do sorteie.me.

Considerações:
  • O sorteio é válido para todo o território nacional – Se você mora fora, mas tem um endereço no Brasil, fique à vontade para participar;
  • Para validar a participaçao é imprescindível seguir o perfil @aretakis e tuitar a frase junto com o link;
  • Não serão aceitos perfis criados exclusivamente para promoções.
No mais, boa sorte!! 

Ah, e um ótimo fim de semana a todos! E continuem acompanhando os posts de Nova York, tem muita coisa por vir ainda... 


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UPDATE


E o sortudo que vai receber em casa esse livro muito legal direto de Nova York é:

Ju, querida, me manda por DM seu endereço para eu providenciar o envio do livro.

E que não ganhou é só ficar ligado aqui no blog porque semana que vem tem o presente de Natal! A-há! Pensou que eu ia esquecer do presente de Natal? De jeito nenhum! Stay tunned :)


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